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Quem sabe, sabe

Na foto: A empresa mineira Solutions Gestão de Seguros, criada em 2001 pelo então diretor-presidente Sérgio Frade, está em ascensão mesmo em meio a crise.

NEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

Negociar com consumidores que ainda não estão inadimplentes, mas que tem alto índice de endividamento e dar atendimento especial para casos em que o cliente tiver a capacidade de pagamento reduzida devido a situações como desemprego, morte, doença grave ou divórcio. Essas são algumas das normas para tratamento e negociação de dívidas aprovadas pelo Conselho de Autorregulamentação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). As regras foram publicadas por bancos signatários – entre os quais estão os cincos maiores do país: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa – terão 180 dias para se adaptar. Num contexto de cerca de 60 milhões de brasileiros inadimplentes, segundo dados do SPC Brasil, “a meta é resolver questões ligadas ao endividamento antes que cheguem às entidades de defesa do consumidor e à Justiça”, diz o diretor de Autorregulação da Febraban, Amaury Oliva. (Fonte: O Globo)

NOVA APOSTA PARA CRESCER

O aumento do mercado de compra e venda de milhas e o elevado volume de pontos que expiram a cada ano levou as companhias aéreas a criar ambientes próprios de negociação de milhagem ou pontuação. O mais recente movimento neste sentido são os chamados clubes de milhas, em que os clientes acumulam pontos mediante pagamento de mensalidade, além de outros benefícios. Entre os quatro grandes programas de fidelidade das companhias aéreas brasileiras, apenas o Amigo, da Avianca, não oferece o produto. O pioneiro nessa iniciativa foi o Smiles, da Gol, que criou seu clube em 2013. O usurário pode escolher entre quatro planos, com mensalidades de R$ 42 a R$ 299, que permitem acumular de mil a 10 mil milhas por mês. No clube Multiplus, da Latam, o número de pontos acumulados variam de 500 a 5 mil, com mensalidades a partir de R$ 26,90. E o usuário ganha pontos extras a cada 4 meses. Já no Tudo Azul, da Azul, acumulam-se de mil a 10 mil pontos com pagamentos mensais de R$ 30 a R$ 275, com bonificações específicas. (Fonte: O Globo)

CANAL ABERTO

Bye, bye Brasil. Se você pudesse escolher, continuaria a morar no Brasil ou se mudaria daqui? O Instituto Paraná Pesquisas fez essa pergunta para 2.468 brasileiros entre terça e sexta-feira da semana passada. E foi constatado que um terço já se imagina em outro país. 34,6% disseram que morariam no exterior, enquanto 62,8% não desistiriam do Brasil (2,6% não opinaram). (Fonte: O Globo)

Reforma Política na moda. O debate sobre a Reforma Política ganhou força nas redes. De uma média semanal de 3,5 mil menções, no Twitter, sobre o tema, em julho, o assunto chegou a mais de 41 mil, na semana passada, a maioria citando o polêmico “distritão”. Nesse período, a reforma superou, segundo a FGV/DAPP, as da Previdência (7,6 mil menções) e trabalhista (14 mil). (Fonte: O Globo)

Nova rota do tráfico eleva em 45% as prisões de brasileiros na áfrica.

Em consequência de novas rotas do narcotráfico, o número de brasileiros presos na África e na Oceania vem crescendo nos últimos anos. Nos dois continentes, mais de 90% dos brasileiros presos foram usados como “mulas” do tráfico internacional de drogas. Na América do Norte, principalmente, nos Estados Unidos houve um crescimento das prisões, mas lá menos de 1% foi por esse motivo. Dados do Ministério das Relações Exteriores mostram que, em 2016, havia 2.999 brasileiros presos no exterior, 732 (ou 24,4%) deles por envolvimento com o tráfico de entorpecentes. Entre 2015 e 2016, o número cresceu 9,8%. (Fonte: O Globo)

David Nasser, o repórter. Compositor de sucessos como “Canta Brasil” (com Alcyr Pires Vermelho), gravada, entre outros, por Gal Costa, o jornalista e compositor David Nasser (1917-1980) será tema de um documentário da Bang Filmes, em co-produção com Globo Filmes e Globo News. O resultado poderá ser conferido nos cinemas em 2018. Nasser foi o repórter mais famoso e polêmico do seu tempo. (Fonte: O Globo)