16 equipes vão participar da Taça Brasil Sub-15 de Futsal

A 29ª Taça Brasil de Clubes Sub-15 Masculina Divisão Especial de Futsal vai acontecer na Arena Sabiazinho, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, entre os dias 27 de abril e 3 de maio. Serão 16 equipes de diferentes estados do país participando da competição e os jogos serão abertos ao público. Considerada uma das principais vitrines do futsal de base nacional, a competição vai reunir atletas nascidos em 2011 e 2012. Divididas em quatro grupos, as equipes disputarão a fase classificatória em turno único. Os dois melhores de cada grupo avançam para as quartas de final, enquanto os demais seguem na disputa de classificação geral. Os times que conquistaram os títulos dos campeonatos estaduais em 2025 estarão presentes: A.A. Paraíba (PB), ACEMA/Maringá (PR), Álvares Cabral (ES), Audax Abaetetuba (PA), Bela Vista de Goiás (GO), Bonfort TCF (SC), C.E.U. ABC (MS), CSA Futsal (AL), Futel Uberlândia (MG), GBF Esportes (MA), Guerreirinhos Manaus (AM), Náutico (PE), Penha E.C. (RJ), Potyguar Seridoense (RN), Santos Palmas/JP Futsal (TO) e Uberlândia Academy (MG). As três primeiras rodadas vão acontecer entre os dias 27 e 29 de abril, com partidas nos horários de 9h, 10h30, 12h, 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30. No dia 30, tem a disputa das quartas de final, nos horários de 15h, 16h30, 18h e 19h30. A semifinal será no sábado, 2 de maio, às 14h e 16h. E a grande final no domingo, 3 de maio, às 10h. O diretor-geral da Fundação Uberlandense do Turismo, Esporte e Lazer (Futel), Edson Zanatta, destaca que, mais uma vez, Uberlândia foi escolhida para sediar uma grande competição esportiva, por conta de sua localização e, principalmente, pela excelente estrutura esportiva. “É um importante campeonato, que dará visibilidade ao município e ainda beneficiará diretamente diversos setores da economia, como hotelaria, transporte e alimentação”. A realização de competições na cidade é extremamente relevante, pois evidencia a estrutura que o município tem para o esporte e fortalece o seu desenvolvimento local, afirma Zanatta. “Além de projetar Uberlândia no cenário esportivo, esses eventos contribuem diretamente para a formação de atletas e ampliam as oportunidades de crescimento dentro da modalidade. A experiência de participar de uma competição nacional é fundamental para o amadurecimento esportivo e pessoal dos jovens”. Outro ponto importante é o impacto nas categorias de base, que passam a enxergar novas possibilidades a partir dessas vivências. “A presença de grandes competições funciona como um estímulo concreto para crianças e adolescentes, mostrando que é possível evoluir e alcançar níveis mais altos no esporte”, ressalta o diretor. A competição é promovida pela Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), com apoio da Prefeitura de Uberlândia, por meio da Futel, e da Federação Mineira de Futsal, e os jogos serão transmitidos nos canais do YouTube da CBFS e Neto TV. Sabiazinho Com 8.861 metros quadrados, a Arena Sabiazinho tem capacidade para receber até 6.013 pessoas nas arquibancadas. Foi inaugurado em 2007, e nos últimos anos, o local sediou grandes eventos, como três decisões da Superliga de Vôlei Feminino, final da Superliga Masculina, Sul-Americano Feminino de Clubes e Torneio Pré-Olímpico Feminino de Vôlei, além de shows. Futsal O futsal é uma das modalidades esportivas mais praticadas no Brasil. De acordo com dados da CBFS, somente no primeiro semestre de 2025 foram registradas mais de 40 mil movimentações de atletas. No cenário internacional, o país é a principal potência da modalidade. A seleção masculina é a maior campeã mundial, somando sete títulos, dois no período da FIFUSA e cinco sob organização da FIFA. E no feminino, são cinco títulos mundiais conquistados nas edições disputadas até 2015. Internamente, o futsal brasileiro possui uma estrutura ampla de competições organizadas ao longo do ano, incluindo torneios nacionais como a Copa do Brasil e a Taça Brasil, que envolvem equipes de todas as regiões e diversas categorias, da base ao adulto. Esse calendário contribui para o desenvolvimento da modalidade e para a revelação de talentos.
Pilates possibilita a melhora na qualidade de vida

O pilates tem ganhado cada vez mais espaço no cotidiano de pessoas que buscam qualidade de vida, condicionamento físico e equilíbrio mental. Entre 2019 e 2024, os check-ins em aulas de pilates na plataforma Wellhub registraram crescimento de 277,6%. O resultado coloca a modalidade como a segunda atividade física mais praticada no país. De acordo com o fisioterapeuta Renato Lacerda, especialista em reabilitação funcional, o pilates se diferencia de outras atividades físicas por priorizar a execução consciente dos movimentos. “O método trabalha o corpo de forma global, com foco especial na região do core, que inclui abdômen, lombar e pelve. Isso contribui não só para a estética, mas principalmente para a estabilidade corporal e prevenção de lesões. A prática regular pode melhorar significativamente a postura, reduzir dores crônicas e aumentar a flexibilidade”. Além dos benefícios físicos, o pilates também se destaca pelos impactos positivos na saúde mental. O profissional ressalta que a conexão entre respiração e movimento é um dos pilares da técnica. “Durante os exercícios, o praticante é estimulado a manter a concentração e o controle da respiração, o que ajuda a reduzir níveis de estresse e ansiedade. Muitas pessoas relatam sensação de bem-estar logo após as aulas. Esse aspecto torna o pilates uma alternativa interessante para quem busca não apenas condicionamento físico, mas também equilíbrio emocional”. Outro ponto relevante é a versatilidade da prática, que pode ser adaptada para diferentes objetivos e necessidades, desde reabilitação de lesões até condicionamento físico mais intenso. A instrutora Carla Siqueira destaca que o método pode ser realizado tanto no solo, com o auxílio de acessórios como bolas e faixas elásticas, quanto em equipamentos específicos, como o reformer. “Cada modalidade tem suas particularidades, mas ambas oferecem resultados eficazes quando orientadas por um profissional qualificado”. Ela alerta que alguns cuidados são essenciais antes de iniciar a prática e a avaliação física é um dos primeiros passos recomendados. “É fundamental que a pessoa passe por uma análise prévia para identificar limitações, histórico de lesões ou condições de saúde específicas. Isso permite que o treino seja personalizado e seguro. O aluno também deve informar ao instrutor qualquer desconforto durante os exercícios”. Também é importante respeitar os limites do próprio corpo e não se basear em repetições exaustivas ou movimentos bruscos, mas sim na qualidade da execução. “Não adianta querer evoluir rapidamente sem dominar a técnica. O progresso no pilates é gradual e consciente, e isso é o que garante resultados duradouros”, explica. A instrutora diz que a atividade é considerada inclusiva, pode ser praticada por jovens, adultos, idosos e até mesmo gestantes, desde que com as devidas adaptações. “O método também é frequentemente indicado para pessoas em processo de reabilitação. Pacientes com dores na coluna, problemas articulares ou recuperação pós-cirúrgica podem se beneficiar muito, pois os exercícios são de baixo impacto e focados no fortalecimento muscular”. “Para idosos, pode contribuir para a manutenção da mobilidade, equilíbrio e autonomia, reduzindo o risco de quedas. Já para gestantes, quando liberado pelo médico, ajuda no fortalecimento da musculatura abdominal e pélvica, além de aliviar dores comuns durante a gravidez”, reforça. Nos últimos anos, o pilates também passou a ser incorporado à rotina de atletas e praticantes de outras modalidades esportivas, como forma de complementar o treinamento. Isso ocorre porque o método melhora a consciência corporal, a coordenação motora e a eficiência dos movimentos, fatores que impactam diretamente o desempenho esportivo. Com uma proposta que une corpo e mente, o pilates se consolida como uma prática completa e acessível. “Seus benefícios vão além da estética, abrangendo aspectos fundamentais para a saúde e o bem-estar. O sucesso na modalidade depende de orientação adequada, disciplina e respeito aos limites”, conclui Carla.
Entenda a grave lesão do atacante Rodrygo Goes

A grave lesão no joelho direito do atacante Rodrygo Goes, do Real Madrid e da Seleção Brasileira, trouxe à tona um problema recorrente no esporte: a ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA). O jogador sofreu o rompimento do ligamento associado a uma lesão no menisco lateral, quadro que o tirará da disputa da Copa do Mundo. Para o especialista em fisioterapia esportiva, Alexandre Alcaide, esse tipo de lesão costuma ocorrer em movimentos muito específicos do esporte, especialmente em modalidades que exigem mudanças rápidas de direção e desacelerações bruscas. “O ligamento cruzado anterior tem a função de restringir o movimento de anteriorização da perna em relação à coxa. Quando o atleta está correndo e faz um freio para mudar de direção, o cruzado estabiliza esse deslizamento. Em esportes com mudanças rápidas de direção ou saltos com apoio em apenas uma perna, o risco de lesão é maior”. De acordo com Alcaide, no caso de Rodrygo, o quadro foi agravado pela associação com o menisco, estrutura que também tem papel importante na estabilidade do joelho. “Hoje sabemos que o menisco é um estabilizador secundário do joelho. Quando há lesão meniscal associada ao cruzado, tratamos como um caso mais complexo, porque envolve mais de uma estrutura importante da articulação”. O especialista lembra que por muitos anos, as lesões meniscais eram tratadas com a retirada parcial da estrutura. Atualmente, a prioridade da medicina esportiva é preservar o menisco por meio de sutura, procedimento que ajuda a manter a estabilidade da articulação no longo prazo. “O menisco auxilia o ligamento na estabilidade da articulação. A primeira opção é tentar suturar essa estrutura para que ela cicatrize e continue cumprindo sua função”. Alcaide ressalta que a recuperação de uma lesão de LCA também exige cautela. Estudos recentes mostram que o retorno precoce ao esporte pode aumentar o risco de uma nova ruptura. “Pesquisas mostraram que muitos casos de relesão aconteciam entre o sexto e o décimo mês, quando o atleta era liberado com protocolos mais curtos. Além disso, exames de imagem indicam que, com seis meses, o enxerto ainda não está biologicamente incorporado de forma adequada”. Lesão em “atletas de fim de semana” Se antes a ruptura do LCA era associada principalmente ao esporte profissional, especialistas observam aumento de casos entre pessoas que praticam atividade física por lazer. De acordo com o ortopedista Thales Rama, o fenômeno está ligado principalmente à retomada de atividades esportivas após longos períodos de sedentarismo. “Hoje vemos cada vez mais adultos acima dos 30 que retomam a prática esportiva após anos de sedentarismo. O corpo, especialmente o joelho, nem sempre está preparado para esforços bruscos, torções ou mudanças rápidas de direção”, afirma. Segundo o médico, esportes recreativos como futebol, corrida ou treinos funcionais concentram grande parte desses episódios. “As lesões do LCA geralmente acontecem em movimentos de torção do joelho, mudanças rápidas de direção, desacelerações bruscas ou aterrissagens instáveis após saltos. No futebol de fim de semana, por exemplo, essas ações são muito frequentes”. Rama destaca que um dos sinais mais comuns da ruptura é o estalo percebido no momento da lesão. “O estalo geralmente corresponde ao momento em que o ligamento se rompe. Logo depois podem surgir inchaço rápido, dor e sensação de instabilidade no joelho”. Ignorar esses sintomas é um erro comum entre praticantes recreativos, reforça Rama. “O maior erro é tentar continuar treinando ou normalizar a dor, acreditando que o corpo vai se acostumar. Quanto antes o paciente for avaliado, maiores são as chances de recuperação funcional completa”. A recomendação do ortopedista é que a prevenção passe por um preparo físico adequado antes da prática esportiva. “O ideal é melhorar o condicionamento físico, fortalecer quadríceps, musculatura posterior da coxa e o core, além de trabalhar equilíbrio e propriocepção. Também é importante aquecer antes da atividade e aumentar a intensidade dos treinos de forma gradual”, finaliza.
7 mil atletas podem participar do Circuito das Estações

Celebrando 20 anos de história, o Circuito das Estações 2026 – Etapa Outono será realizado no dia 15 de março, na Nova Praça da Pampulha, na rua Versília, em BH. Os percursos serão de 5 km, com largada às 8h; 10 km e 13 km, com início às 7h. Todos os participantes receberão medalhas. Cada uma das quatro etapas (Outono, Inverno, Primavera e Verão) representa um momento simbólico dentro da jornada do corredor. O Outono é o ponto de partida; o Inverno, o período de força e disciplina; a Primavera, a renovação; e o Verão, a celebração. Quem completa as quatro provas, conquista a tradicional mandala formada pela união das medalhas sazonais, um dos símbolos mais reconhecidos do evento, que consagra constância, foco e dedicação. Desde 2006, o Circuito das Estações se consolidou como uma das maiores experiências esportivas do mundo, com presença em cinco países e 32 cidades. Este ano, além de celebrar sua trajetória, o evento amplia sua presença, chegando a novos municípios brasileiros e reforçando o propósito de tornar a corrida de rua mais acessível e próxima das comunidades. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial: circuitodasestacoes.com.br/ belo-horizonte/outono. O head de comunicação da Norte Marketing Esportivo, empresa organizadora do evento, Matheus Falconi, ressalta que o Circuito das Estações está presente em Belo Horizonte desde 2008, acompanhando a consolidação da cidade como um dos principais polos de corrida de rua da América Latina. “A decisão de fortalecer a etapa na capital mineira está alinhada à estratégia de atuar em praças com cultura esportiva sólida e público recorrente. E projetamos de 6 a 7 mil participantes na Etapa Outono, impulsionados pela celebração dos 20 anos e pela força da comunidade local”. Falconi afirma ainda que o diferencial do Circuito está na proposta estruturada em quatro etapas anuais, que transformam a corrida em uma jornada contínua. “Esse conceito, aliado ao alcance internacional e ao histórico de mais de 10 milhões de corredores ao longo de duas décadas, diferencia o evento de competições isoladas”. Realizar provas em diferentes estações estimula a constância do atleta ao longo do ano, destaca Falconi. “Para os iniciantes, a orientação é começar por distâncias mais curtas, como 5 km, e seguir uma planilha progressiva de treinos. Além disso, é sempre importante realizar uma avaliação médica antes de se iniciar na corrida de rua e manter um acompanhamento regular. O Circuito é a porta de entrada para muitos corredores: cerca de 76% dos participantes têm menos de três anos no esporte, o que demonstra o caráter acessível e formador do evento”. 20 anos de história O profissional explica que ao longo desses 20 anos, o Circuito das Estações evoluiu de uma prova temática para uma plataforma internacional de experiência esportiva. “E de relacionamento entre marcas, comunidade ativa e atletas amadores. Alcançar duas décadas de atuação representa a consolidação institucional e do legado da competição”. “Mundialmente, poucos eventos esportivos mantêm essa escala, relevância e capacidade de renovação por tanto tempo. Essa conquista valida o modelo de jornada anual e o posicionamento do Circuito das Estações como experiência contínua. Para os próximos 20 anos, a perspectiva é ampliar a presença geográfica, aprofundar o uso de tecnologia e inteligência artificial. O objetivo é manter e potencializar a competição como referência global em corrida de rua e estilo de vida ativo”, acrescenta. Milhões de corredores De acordo com a segunda edição do estudo “Por Dentro do Corre”, feito pela Olympikus em parceria com a consultoria Box1824, o Brasil ganhou mais 2 milhões de corredores em 2025. Com isso, o número de pessoas que correm, ao menos uma vez por semana, passou de 13 para 15 milhões. O levantamento oficial da Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor indica que o país passou de 2.827 provas em 2024 para 5.241 eventos no ano passado, um crescimento de 85%. Segundo o CMO da Olympikus, Márcio Callage, a corrida deixou de ser um esporte de nicho, focado apenas em performance. “Hoje, correr é sobre pertencimento e bem-estar. A corrida está mais acessível e conectada com o cotidiano do brasileiro”.
Beach tennis conquista cada vez mais adeptos

O crescimento acelerado do beach tennis nas praias e quadras de areia do Brasil tem transformado o esporte em um fenômeno social que vai muito além do lazer de verão. A combinação de dinamismo, ambiente descontraído e facilidade de aprendizagem explica parte desse sucesso, além dos benefícios físicos, mentais e sociais, que são determinantes para consolidar a modalidade como uma das mais procuradas. A quadra é semelhante à do vôlei de praia, separada por uma rede alta, e os jogadores utilizam raquetes sólidas e uma bola de baixa pressão. A principal característica do jogo é que a bola não pode quicar na areia, o que torna as trocas rápidas e exige reflexos apurados, coordenação motora e trabalho em equipe, especialmente nas partidas em duplas, formato mais comum da modalidade. Para o educador físico Ricardo Almeida, o beach tennis oferece um conjunto de estímulos físicos bastante completo. “É uma atividade aeróbica e anaeróbica ao mesmo tempo. O praticante realiza deslocamentos constantes na areia, que exigem mais do sistema cardiovascular, enquanto também executa movimentos explosivos, como saltos e cortadas, que trabalham força e potência muscular”. A instabilidade da areia é um diferencial importante, segundo Almeida. “A areia aumenta o recrutamento muscular, principalmente de membros inferiores e da região do core, contribuindo para fortalecimento e prevenção de lesões quando há orientação adequada”. Além do condicionamento cardiorrespiratório, o esporte contribui para melhora do equilíbrio, da coordenação e da agilidade. Como as partidas costumam ser dinâmicas e com intervalos curtos entre os pontos, o gasto calórico também é significativo. “Em uma hora de prática moderada a intensa, é possível gastar entre 400 e 600 calorias, dependendo da intensidade e do perfil do aluno. Os iniciantes devem passar por avaliação física e começar de forma progressiva, especialmente pessoas sedentárias ou com histórico de problemas articulares”, ressalta. Se os ganhos físicos chamam atenção, os impactos mentais e sociais do beach tennis também são destaque. A psicóloga do esporte Mariana Torres observa que o ambiente descontraído é um dos fatores que mais atraem novos praticantes. “Diferentemente de outras modalidades que podem parecer mais técnicas ou competitivas, o beach tennis costuma ter um clima acolhedor. As aulas são coletivas, há muita interação e o erro faz parte do processo de aprendizagem de forma leve”. Mariana ressalta que essa atmosfera favorece a redução do estresse e da ansiedade. “A prática regular libera endorfinas e outros neurotransmissores associados à sensação de bem-estar. Além disso, estar ao ar livre ou em contato com a areia cria uma experiência sensorial que contribui para relaxamento e melhora do humor. O esporte também fortalece vínculos sociais e muitas pessoas ampliaram seu círculo de amizades. Como as partidas geralmente são em duplas ou grupos, há constante cooperação, comunicação e troca”. Outro ponto que impulsiona a popularidade do esporte é a acessibilidade. Não é necessário ter experiência prévia em tênis ou em outros esportes de raquete para começar. As regras básicas podem ser aprendidas em poucas aulas, e os equipamentos são relativamente simples: raquete específica, bola adequada e roupas confortáveis. De acordo com Almeida, praticamente qualquer pessoa pode iniciar na modalidade, desde que respeite seus limites. “Crianças a partir de seis ou sete anos já conseguem aprender os fundamentos básicos de forma lúdica. Já os adultos de todas as idades também podem praticar, inclusive idosos, desde que haja adaptação da intensidade e acompanhamento”. Ele recomenda fazer uma avaliação médica se houver alguma condição pré-existente e procurar professores qualificados para aprender a técnica correta de empunhadura, posicionamento e movimentação. “Isso reduz o risco de lesões em ombro, cotovelo e joelho, além de acelerar o progresso”.
SAF consolida uma nova era do esporte brasileiro

O modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) consolidou-se como uma das principais transformações estruturais do futebol brasileiro. Em 2025, o país alcançou a marca de 130 SAFs registradas até dezembro, segundo atualização do Mapa de Expansão divulgado pelo Observatório Social do Futebol. Esse avanço confirma a adesão crescente ao formato criado pela Lei 14.193/2021, sancionada para oferecer segurança jurídica, governança corporativa e previsibilidade econômica aos clubes. A legislação permitiu que associações civis sem fins lucrativos migrassem para o modelo empresarial. A mudança abriu caminho para a entrada de investidores e para a profissionalização da gestão. Para o advogado João de Almeida, especialista em direito societário esportivo, o diferencial foi a criação de um ambiente economicamente viável. “A Lei 14.193 trouxe incentivos para que clubes associativos se convertessem em sociedades anônimas. A grande diferença foi o regime de Tributação Específica do Futebol (TEF). Quando os projetos passaram a ser viáveis economicamente, o mercado reagiu e houve uma onda de investimentos”. O TEF prevê alíquota unificada de 5% sobre a receita nos cinco primeiros anos, reduzida para 4% a partir do sexto ano. Segundo Almeida, o modelo tornou-se peça-chave para a organização financeira das SAFs. “Ele facilita o planejamento, porque dá clareza sobre a carga tributária mensal e sua base de cálculo. Isso melhora a gestão de caixa, reduz riscos fiscais e torna o negócio mais competitivo frente a outras atividades”. Além do incentivo fiscal, Almeida explica que a lei instituiu instrumentos de reorganização financeira que ampliaram a segurança jurídica. Entre eles estão a recuperação judicial e o Regime Centralizado de Execuções (RCE). “A Lei das SAFs apresentou de forma clara essas possibilidades de reestruturação. O RCE organiza as execuções em um único juízo, evita bloqueios sucessivos de receitas e cria previsibilidade. Para o investidor, o passivo deixa de ser uma incerteza e passa a estar estruturado em um plano conhecido”. Segundo o advogado, o RCE não implica perdão de dívidas, mas estabelece regras objetivas para enfrentá-las, reduzindo o risco de decisões judiciais isoladas que comprometam o fluxo de caixa. Outro avanço relevante é a adoção de regras obrigatórias de governança corporativa, como conselho fiscal permanente, estruturas formais de gestão e divulgação periódica de informações. A lei também criou as ações ordinárias de classe A, que garantem à associação poder de veto sobre temas sensíveis. “As ações de classe A asseguram que elementos como nome, símbolos e tradição permaneçam preservados. Funcionam como uma salvaguarda institucional, conciliando identidade histórica, governança e profissionalismo”, afirma o especialista. Novo patamar Com maior transparência, previsibilidade tributária e organização do passivo, o modelo SAF elevou o patamar regulatório do futebol brasileiro. Para Almeida, o avanço é determinante para ampliar a atratividade ao capital estrangeiro. “O que faltava era um ambiente regulatório claro e previsível. A SAF cria bases mais sólidas para transformar o potencial do futebol brasileiro em projetos estruturados e atraentes para investimento”, conclui.
Arena do Jacaré será a casa do Cruzeiro Feminino

No início deste mês, o time feminino do Cruzeiro decidiu que os jogos das Cabulosas, em 2026, serão na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, região Central do Estado. Entre 2010 e início de 2012, o estádio foi palco para o time masculino durante toda uma temporada, agora, após 14 anos, será a vez do feminino utilizar o espaço. O clube vai disputar a Libertadores, Copa do Brasil, Brasileirão e o Campeonato Mineiro. A informação foi anunciada pela nova gerente de futebol feminino do clube, Luiza Parreiras. “A casa do Cruzeiro em 2026 é Sete Lagoas, na Arena do Jacaré. Está estabelecido e definido. O Gregorão atende tecnicamente, mas tem uma peculiaridade, a questão dos jogos transmitidos. E também de partidas noturnas, porque não tem iluminação”, declara. No ano passado, o Cruzeiro atuou na Arena Gregorão, em Contagem; no Castor Cifuentes, em Nova Lima; e também no Independência, em BH. Na temporada, o time celeste foi vice-campeão nacional e tetracampeão estadual. As Cabulosas vão estrear no Campeonato Brasileiro diante do Bahia, e o primeiro jogo, em Sete Lagoas, será no dia 22 de fevereiro, contra o Santos. A data e horário ainda podem ser alterados pela CBF. Segundo o presidente da Diretoria Executiva do Democrata de Sete Lagoas, Renato Paiva, é motivo de muito orgulho receber a equipe de elite do futebol brasileiro como Cruzeiro. “Nós estamos muito felizes, apreensivos e esperançosos de que tudo vai dar certo. O time da capital sempre mandou alguns jogos aqui, entre 2010 e 2012, com mais frequência, e mais recentemente contra o Democrata de Valadares, pelo Mineiro, além da base”. A princípio, a equipe poderá mandar até 50 jogos durante a temporada, incluindo a base e o feminino, explica Paiva. “E os benefícios são inúmeros. Além do financeiro, pois houve um acréscimo ao valor do patrocínio em função da seção dessas datas, ocorreu essa aproximação à instituição Cruzeiro que é muito importante para a gente, até para eventuais futuros acordos”. “E também tem a visibilidade que essa parceria traz para a Arena do Jacaré, o Democrata e para a cidade de Sete Lagoas, é um ganha- -ganha. Vai ser bom para o Cruzeiro,que vai ter uma boa estrutura para poder mandar esses jogos, e para o município, o clube, e a Arena, em função do movimento financeiro de bares, ambulantes e até do próprio estacionamento. Com os jogos do feminino, acreditamos em um bom público”, acrescenta. Estrutura O presidente ressalta que a estrutura não vai precisar passar por nenhuma adaptação. “O estádio está liberado com a capacidade total, estamos com os vestiários em plenas condições, e a estrutura de VAR sem nenhum problema. Nós vamos receber uma delegação do Cruzeiro, de técnicos e de pessoas responsáveis pela operação e pelo próprio futebol, para ver se vamos precisar de fazer mais algum tipo de adaptação. Acredito que se tiver que fazer alguma coisa será uma intervenção simples”. Paiva destaca ainda que não existe nenhuma contrapartida em termos de investimento para o estádio. “Porém, já existe uma troca de experiências, o time celeste já nos indicou, inclusive, profissionais para cuidar do gramado. Nosso maior desafio é mantê-lo em boas condições durante a temporada”. “Porque durante o período de chuva é relativamente fácil manter um bom gramado, contudo, no tempo de seca nem tanto. Então, estamos contratando uma empresa especializada no assunto, já tivemos esses profissionais no passado, porém, em função até da dificuldade financeira tivemos que dispensar e agora estamos recontratando”, pontua. Compartilhamento O Democrata vai disputar o Módulo 2 do Mineiro. O time faz parte do grupo B e tem estreia prevista para 30 de maio, na Arena do Jacaré. “O time vai ter, do profissional, apenas cinco jogos na primeira fase, se passarmos para as etapas seguintes, teremos no máximo oito partidas, na temporada profissional, em casa”. “Além dos jogos da base, que devemos disputar alguns campeonatos. No entanto, existem outros campos na cidade que também podemos solicitar o empréstimo para poder jogar. Acredito que isso não será um problema, vamos conseguir conciliar isso com o Cruzeiro, para que atenda as equipes da melhor forma”, finaliza.
Corrida de rua ganha força entre mulheres e jovens

A segunda edição do estudo Por Dentro do Corre, desenvolvido pela Olympikus em parceria com a Box1824, aponta que aproximadamente 2 milhões de brasileiros passaram a correr em 2025. Com esse crescimento, o número total de praticantes no país alcançou 15 milhões, frente aos 13 milhões registrados no ano anterior, uma alta de 15%. O levantamento também revela transformações nos hábitos dos corredores. Embora a frequência dos treinos tenha diminuído, as sessões ficaram mais longas, o que contribui para o aumento da insatisfação com o próprio rendimento, especialmente entre os iniciantes na modalidade. O levantamento revela uma distribuição equilibrada entre os gêneros, com mulheres correspondendo à metade dos participantes, além do crescimento da classe C, que agora responde por 43% dos praticantes. O perfil etário também ficou mais jovem: a média de idade recuou de 37 para 34 anos, impulsionada sobretudo pela expansão do grupo entre 18 e 24 anos, atualmente responsável por 20% do total de corredores. Para a educadora física Marina Albuquerque, o novo perfil reflete transformações mais amplas no comportamento da população. “A corrida de rua tem uma barreira de entrada muito baixa. Não exige mensalidade, pode ser praticada em espaços públicos e permite que cada pessoa avance no próprio ritmo. Isso faz com que mulheres, jovens e pessoas de renda média encontrem no esporte uma alternativa acessível e compatível com suas rotinas”. Também houve aumento na adesão a grupos organizados e assessorias especializadas, além da ampliação do contingente de corredores que passaram a competir em provas, percentual que avançou de 23% para 29% no intervalo de um ano. De acordo com a pesquisa, a escassez de tempo e as preocupações com segurança continuam sendo as principais barreiras para a prática, principalmente entre o público feminino. Na avaliação da profissional, o comportamento está ligado ao aspecto social da modalidade. “Correr deixou de ser apenas uma atividade solitária. Os grupos oferecem motivação, troca de experiências e sensação de pertencimento. Para quem está começando, especialmente mulheres e jovens, isso faz toda a diferença para manter a regularidade e ganhar confiança. Esse aumento da presença feminina escancara a necessidade de políticas urbanas que garantam iluminação, ocupação dos espaços e segurança”. A fisiologista Carla Menezes cita que os benefícios da corrida ajudam a explicar porque, mesmo diante desses obstáculos, o esporte continua atraindo novos adeptos. “Do ponto de vista físico, a prática regular melhora o condicionamento cardiovascular, fortalece músculos e ossos, auxilia no controle do peso e reduz o risco de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes”. Já no campo mental, os ganhos são igualmente relevantes. “A corrida é uma poderosa aliada da saúde emocional. Ela ajuda a reduzir o estresse, a ansiedade e os sintomas de depressão, além de melhorar a autoestima e a qualidade do sono”, destaca. A corrida também surge como uma resposta a um cotidiano cada vez mais digital e sedentário. “Existe uma busca por equilíbrio. Muitos jovens passam o dia conectados e encontram na modalidade um momento de desconexão, contato com o próprio corpo e com a cidade. Já para a classe C, o esporte representa uma oportunidade de cuidado com a saúde sem comprometer o orçamento, reforçando seu caráter inclusivo”. Ao incorporar novos públicos e responder às demandas de uma sociedade mais diversa, o esporte se consolida como uma prática plural, acessível e alinhada aos desafios contemporâneos.
Kings League transforma o futebol em espetáculo digital

Com milhões de espectadores conectados simultaneamente, estádio lotado e forte apelo entre jovens, a Kings League consolida sua chegada ao Brasil como um dos fenômenos mais relevantes do entretenimento esportivo recente. Criada pelo ex-jogador Gerard Piqué, a competição aposta em partidas mais curtas, regras dinâmicas e forte presença de influenciadores digitais para dialogar com um público que já não se vê representado pelo modelo tradicional do futebol. Por trás dessa operação no país está o empresário Cris Guedes, presidente da Fúria FC e um dos principais responsáveis por trazer a liga para o Brasil. “O potencial do formato ficou evidente desde os primeiros passos da Kings League na Europa. Assim que o Piqué começou a mobilizar times na Espanha, vi que essa modalidade também seria promissora no Brasil”. Segundo Guedes, a mudança de comportamento das novas gerações foi determinante para a aposta. “O público das Gerações Z e Alpha não adere mais ao futebol tradicional. É muito lento, 90 minutos, partidas às vezes sem gols. Não é mais a linguagem deles”. Em contrapartida, ele aponta que a Kings League dialoga diretamente com esse perfil ao unir esporte, tecnologia e cultura digital. “É rápido, mistura preceitos do futebol tradicional com os e-Sports, tem figuras com quem eles se identificam e está no ambiente deles, que é a internet”. O engajamento é um dos principais diferenciais do modelo. Os clubes são presididos por influenciadores, o que cria uma relação direta entre público e competição. “Essa sensação de proximidade que só a internet oferece faz toda a diferença. Eles se sentem parte do dia a dia da liga”, explica o presidente da Fúria FC, citando ainda recursos como o uso de dados que interferem no andamento das partidas. Os números ajudam a dimensionar o impacto. Na final da KL Cup Nations 2026, considerada a Copa do Mundo da modalidade, a transmissão oficial pelo YouTube atingiu 3,5 milhões de aparelhos conectados, enquanto 41.316 torcedores lotaram o Allianz Parque. O público presencial supera, inclusive, a média registrada em partidas da Série A do Campeonato Brasileiro, que foi de 26.314 pessoas em 2025. Apesar do sucesso, Guedes descarta a ideia de concorrência direta com o futebol tradicional. “O futebol segue consolidado como uma indústria bilionária e global”. Ele diz que a Kings League é um caminho para os mais jovens começarem a se interessar pelo universo da bola. Na avaliação do empresário, os dados de audiência revelam uma mudança estrutural no consumo esportivo. “Precisamos nos atentar ao entretenimento oferecido pelo esporte”, defende, citando a NFL como exemplo de liga que transformou o espetáculo em produto global. “É para esse lugar que a Kings League caminha e que outros esportes deveriam olhar também”. O Brasil ocupa papel central na estratégia de expansão da liga. Além da paixão histórica pelo futebol, o país se destaca pela formação de atletas. “Somos um celeiro de talentos. Trouxemos jogadores que vieram da base de clubes tradicionais e do futsal, que hoje compõem nossa Seleção bicampeã”, ressalta Guedes. Mais do que um novo formato esportivo, a Kings League aponta para uma transformação cultural. “O principal legado é aprender a explorar o entretenimento para fora do campo, não apenas dentro das quatro linhas”, conclui.
Geração Z prioriza atividade física e comunidade

Segundo o 12º Relatório Anual de Tendências do Ano no Esporte do aplicativo Strava, a Geração Z (nascidos entre 1997 e 2012) está priorizando a boa forma, a conexão e a comunidade. Essa geração adotou a corrida, a caminhada, o treino de força e a variedade de multiesportes. Conforme a pesquisa, esse grupo tem 75% mais probabilidade, do que a Geração X, de dizer que sua principal motivação para o exercício é uma corrida ou evento. Dados do aplicativo Runna revelaram que a maioria dos usuários se classificam como corredores iniciantes (26%) ou intermediários (34%). E 30% desses jovens planejam gastar mais com fitness em 2026. Ano passado, eles dobraram os gastos com atividades físicas. O cardiologista da Unimed-BH, José Pedro Jorge Filho, explica que essa é uma geração que cuida mais da saúde. “Eles têm procurado academias para se socializar, e com isso, ocorre um treinamento e uma educação melhor em termos de hábitos, que pode evitar uma série de comportamentos questionáveis, como tabagismo, obesidade, sedentarismo, diabetes, entre outros”. Filho ressalta que todos os indivíduos, principalmente se possuir histórico familiar de algum problema de saúde, devem fazer o check-up cardiológico detalhado. “Porque isso pode não só diminuir riscos de ter problemas durante a atividade, mas vai orientar a respeito do melhor treino e melhor exercício para a pessoa”. “Uma boa alimentação e uma boa noite de sono vão interferir favoravelmente na saúde do coração e no resultado dos exercícios. A pessoa que dorme pouco e que treina muito vai ficar exaurida, vai entrar em fadiga mais fácil, o que pode trazer vários problemas”, acrescenta. O cardiologista pontua que sedentarismo ainda é um grande problema para essa geração. “Tenho visto adolescentes e pré-adolescentes que ficam no sedentarismo absoluto. Às vezes, o fim de semana inteiro, nos jogos de computador e celular, não tem uma oportunidade para fazer exercício. Isso é muito ruim em curto, médio e longo prazo. Já em relação à ansiedade, costumo dizer que a atividade física é boa para o corpo e para a mente. Descarrega as tensões, a adrenalina acumulada e libera a endorfina que acalma”, finaliza. Bons hábitos A analista de marketing, Thalita Santos, de 27 anos, conta que desde a adolescência a atividade física já fazia parte de sua rotina. “Principalmente caminhadas e corridas ao ar livre. Na fase adulta comecei a frequentar academia, mas durante a pandemia precisei interromper os treinos. Quando o período mais crítico passou, voltei aos poucos”. “Retornei à musculação, mas senti que ainda precisava experimentar novas modalidades para reencontrar o prazer em me exercitar. Nesse processo, pratiquei boxe, muay thai, funcional e também dança, até encontrar outras atividades que me motivassem novamente. O exercício físico está presente no meu cotidiano com um propósito muito claro: cuidar da minha saúde e, principalmente, manter a qualidade de vida”, afirma Thalita. Ela comenta que a prática regular de exercícios trouxe muito mais disposição e consciência corporal. “Hoje sei melhor quais são meus limites, o que meu corpo aguenta e me sinto muito mais ativa no dia a dia. Além disso, a atividade física ampliou minha vida social, me permitindo conviver com pessoas de diferentes idades, rotinas e realidades. Acredito que investir na saúde agora é a melhor forma de garantir bem-estar lá na frente”. Já para o estrategista de marketing digital, Pedro Ribeiro, de 28 anos, a atividade física passou a ser mais presente há alguns anos. “Quando percebi a necessidade de cuidar melhor da minha saúde e do meu bem-estar. No início, não era tão regular, mas com o tempo fui entendendo a importância da constância e dos hábitos corretos”. Pedro faz musculação, para ganhar massa, e aeróbico. “Esses exercícios impactam muito na saúde mental. Consigo ficar mais focado e também me auxilia na questão do sono. E como boa parte do meu trabalho é feito de forma on-line, ir à academia me ajuda a socializar com outras pessoas. Virou uma rotina que busco priorizar”, finaliza.