Vigílias – 6 a 13 de junho de 2026

Ligações perigosas Nos bastidores, o assunto do momento é o senador Cleitinho Azevedo (Podemos), e sua possível ligação “complexa” com o denunciado deputado Euclydes Pettersen (Republicanos). Segundo a política federal, há envolvimento do parlamentar com o esquema dos descontos irregulares dos aposentados do INSS. Inimigos cordiais Na primeira administração do ex-governador de Minas, Romeu Zema (Novo), muitas das suas decisões e importantes reuniões aconteceram no espaço físico da Fiemg. Nesse período, havia uma relação de proximidade com o presidente da entidade, Flávio Roscoe (PL). Agora, os dois estão em lados opostos, mas Zema lamenta esse distanciamento. Coisas da política mineira. Silveira e Pacheco Quem quiser irritar o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, basta dizer que ele prejudicou politicamente o senador Rodrigo Pacheco (PSB), ao aceitar a filiação de Mateus Simões ao PSD. Em Brasília, comenta-se que a moeda de barganha desse episódio teve como prêmio a presidência da Cemig, mediante indicação para o referido cargo de uma pessoa próxima a Silveira. Ufa. Comentário único: O ministro também é secretário-geral do PSD, onde também era filiado o senador Pacheco. Mesmo assim, a sigla deu abrigo ao atual governador Simões. Político sumido Considerado um político polêmico, o ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e ex-prefeito de Coronel Fabriciano, Marcos Vinícius, está minimizando a sua explícita intenção de participar do pleito eleitoral deste ano. Segundo consta no Vale do Aço, existe a possibilidade de abandonar a vida pública de vez. Brasil X Estados Unidos “Se até recentemente havia dúvidas quanto às chances de haver intervenção dos americanos nas eleições deste ano no Brasil, agora isso já é fato consumado”. Essa é a avaliação feita por jornalistas da crônica política de Brasília. Oposição meia-boca “Caso a oposição no Congresso Nacional fosse uma realidade, o debate a respeito da PEC do 6×1 não teria recebido o apoio maciço dos deputados. Como são oportunistas, ficaram com receio da reação do público. Faltou autenticidade de muitos desses deputados federais”. Opinião do professor e jornalista Nelson Garrone. Patrão X Empregado “A tese dos senadores é que a negociação da redução da carga horária dos empregados da CLT não deve ser deixada para definição entre patrão e funcionário. Isso porque o duelo seria desleal”. Avaliação do economista e pesquisador Maurício Moura. Partido Novo Nos corredores do Senado, comentou-se que o ex-governador de Minas, Romeu Zema (Novo), tem a missão de manter sua campanha à Presidência da República até o final, com objetivo de eleger deputados federais. Caso contrário, pode ser que o seu partido venha sucumbir logo após o pleito eleitoral deste ano. Produtividade em baixa “Se a nova lei que reduz a carga horária do trabalhador entrar em vigor, haverá a paulatina diminuição da produtividade das atividades econômicas e industriais no Brasil”. Palavras do economista Gesner de Oliveira. Pensando diferente Já o professor de Direito Constitucional da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Vilhena, externa que se a redução da carga horária for levada a efeito, teremos um país mais justo. Problemas cariocasJornalistas do Rio de Janeiro apostam que depois da derrocada do ex-governador Cláudio Castro, pode acontecer de grande parte dos atuais deputados estaduais se envolver no noticiário policial. Linha do tempo “No passado, as pessoas não se afastavam do rádio, depois passaram a assistir TV, e agora estão conectadas através do celular. Mas nenhum desses veículos excluiu o outro”. Frase ouvida na Biblioteca Estadual, na Praça da Liberdade. Crime organizado Quando surgiu a informação indicando um certo endurecimento do jogo contra o crime organizado, os marginais entraram em ação e transferiram suas atividades ilícitas para o mundo digital, com a finalidade de dificultar a ação do poder público. Desventura ética O filósofo Mario Sérgio Cortella aponta que o Rio de Janeiro sempre foi e continuará sendo lindo, mas está sofrendo terrivelmente de uma desventura ética. “Isso desvirtua as coisas por lá, o que é lamentável”.

As promessas dos candidatos

O exemplo de JK, tido como um governador mineiro que primava pelas metas ousadas e desenvolvimentistas, inclusive foi dele a criação da Cemig, agora se reflete no retrovisor da história. Atualmente, a política para escolha dos dirigentes tem muito mais conexão com ideologia, perpassando por um viés religioso forte, a permear as campanhas eleitorais. No momento, está em evidência as mensagens disseminadas pelas redes sociais, campo aberto onde os autores podem falar o que quiserem, mas fica difícil identificar o que é real ou apenas uma comunicação cibernética. A pouco tempo para o período de convenções partidárias, o noticiário político indica haver muita falação, mas sem definições de projetos de governo. Os pré-candidatos querem apenas notoriedade pública, mas nada promete de concreto, como se fosse apenas uma brincadeira de escola. Sabidamente, ser chefe do Executivo de Minas Gerais não é tarefa para qualquer um, pois carece de experiência. O atual governador Mateus Simões (PSD) externa a intenção de continuar a obra iniciada por Romeu Zema (Novo), cuja bandeira principal foi a privatização. Simões, a exemplo de outros nomes, faz as mesmas promessas do passado, como melhorar a segurança, garantir mais saúde e incrementar a educação. Mas isso tudo já foi prometido outrora pelos protagonistas de seu grupo político. À procura de mais seguidores nos meandros da comunicação virtual, o pré-candidato e ex-presidente da Câmara de Vereadores de BH, Gabriel Azevedo (MDB), com sua falta de criatividade, quer atrair investimentos para aumentar a malha ferroviária. A indagação: mas só isso, excelência? Já o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) se posta mais em cima de uma espécie de caricatura, ao dizer que não tem experiência, mas se for eleito terá auxiliares competentes. Não há qualquer registro público de seus projetos de governo. Por enquanto, tudo não passa de balela eleitoral. Relativamente ao projeto do ex-presidente da Federação das Indústrias, empresário Flávio Roscoe (PL), a sua luta tem sido para se inserir como candidato. Na solenidade para comemorar o Dia da Indústria, ele próprio mencionou: “está na hora de pessoas que fazem sucesso na vida privada colocarem os seus nomes para servir também aos meandros públicos”. Ou seja, não disse como seria a sua pretendida administração no comando do Palácio Tiradentes.

Cleitinho e Marília Campos não querem ter padrinhos políticos

A decisão do senador Rodrigo Pacheco (PSB) em se manter afastado da sucessão ao Governo do Estado, não mudou em nada o cenário político em Minas. Por enquanto, o protagonista continua sendo o governador Mateus Simões (PSD), candidato à reeleição, e em consequência disso, está percorrendo o interior, mesmo sem muita receptividade junto ao povão. Mas algumas cenas chamaram a atenção nos eventos recentes do pleito eleitoral deste ano. Por exemplo, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) não sentiu a menor vontade de aparecer nas fotos, ao lado do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) em seus quatro dias por Minas. Pessoas próximas ao mineiro acrescentam que o filho do ex-presidente teve uma agenda muito voltada para contatos com o mundo do agronegócio, mas o perfil do eleitor do parlamentar majoritário em Minas não tem tanta conexão com esse segmento. As ligações de Flávio estão mais para o lado do presidente da Fiemg, Flávio Roscoe (PL), em sua luta para se viabilizar como pré-candidato ao Governo de Minas. Esquerda indecisa No campo do movimento relacionado à esquerda, permanece a dificuldade para escolher um nome que poderá receber o aval do presidente Lula (PT). No início da semana passada, o movimento indicava uma certa tendência de um apoio do PT ao nome do empresário Josué Alencar (PSB) para pleitear a vaga ao Palácio do Governo. Mas apenas uma meia dúzia de saudosistas continuam defendendo essa tese. Já existe um movimento mais forte para que o Planalto consiga digerir bem o nome do pré-candidato Alexandre Kalil (PDT). “Ele seria bom, mas não é tão confiável”, atalha um petista de proa. Para especialistas em política mineira, se o Partido dos Trabalhadores almeja a presença no palanque da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), que seja disputando ao Senado. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, propala-se que Marília sequer tem participado dos encontros nacionais do partido, alguns deles, comandados pelo presidente da sigla, Edinho Silva. Tudo para se livrar da pressão na tentativa de demovê-la do seu projeto original, para se aventurar na disputa ao Palácio Tiradentes. “Ela, pelo menos nos próximos dias, evitará inclusive contatos diretos com Lula (PT), pois na presença dele, encontraria dificuldade de negar um pedido do presidente”, garante uma fonte.

Marcelo de Souza se reúne com Álvaro Damião e discute agenda estratégica para BH

O presidente da CDL/BH e do Conselho Deliberativo do Sebrae MG, Marcelo de Souza e Silva, esteve reunido no dia 3 de junho com o prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, e o chefe de gabinete da Prefeitura, Duander Franco. O encontro aconteceu no gabinete da Prefeitura Municipal. Durante a reunião, os participantes debateram temas centrais para o desenvolvimento da cidade, com destaque para o fortalecimento do ambiente de negócios, o crescimento das micro e pequenas empresas, segurança pública, mobilidade urbana e a questão dos moradores em situação de rua. “A reunião foi muito produtiva. Saímos com a certeza de que estamos alinhados nos temas que mais impactam o comércio e os serviços da cidade”, afirmou Marcelo de Souza e Silva. A CDL/BH representa cerca de 13 mil empresas do setor de comércio e serviços de Belo Horizonte.

Vigílias – 30 de maio a 6 de junho de 2026

Tribunal de Contas Sobre a escolha de um deputado para ser indicado como Conselheiro do Tribunal de Contas, um assunto continua dominando os bastidores do Parlamento mineiro. Apesar da suposta vantagem do deputado Thiago Cota (PDT), houve um crescimento em relação ao nome da deputada Ione Pinheiro (PL). Algumas pessoas dizem que ela será a próxima escolhida para o posto. A ver. Campanha sem povo Jornalistas da crônica política de Minas informam que a pré- -campanha de Marília Campos (PT) ao Senado vai de mal a pior. Suas visitas ao interior têm contado apenas com algumas lideranças, sem uma participação da população. Enquanto não for formatada uma aliança para disputar o Governo do Estado, a bandeira da ex-prefeita de Contagem estará hasteada a meio mastro. Sem popularidade Diante de pesquisas que nunca pontuam com números efetivamente alvissareiros, o projeto de reeleição do governador Mateus Simões (PSD) patina na falta de apoio do povão. Suas andanças por várias cidades do interior ainda não conseguiram empolgar. Aposta do Partido Liberal Com problemas na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, o Partido Liberal tomou providências para descolar do noticiário negativo. Projeções indicam que a sigla poderia eleger os dois deputados estaduais mais votados de Minas Gerais: Nikolas Ferreira e o possível candidato, o empresário Vittorio Medioli. Crise em Ipatinga Enfrentando crise em todos os setores da Prefeitura, o prefeito de Ipatinga, Gustavo Nunes (PL), tem sido até vaiado em determinados atos públicos. Coitado dele, gente. Norte de Minas É frenética a luta para tentar conquistar os votos que pertenciam ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Tadeu Leite (MDB), já devidamente eleito Conselheiro do Tribunal de Contas. Segundo consta, o atual deputado Carlos Pimenta (PSB) tentará ser eleito parlamentar federal. Assim, os votos podem migrar prioritariamente para Arlen Santiago (MDB), Gil Pereira (PSD) e Leninha (PT). Aécio, presidente? Em conversa ao pé do ouvido, o pré-candidato ao Governo do Estado, Alexandre Kalil (PDT), disse: “Aécio Neves (PSDB), essa crise contra o Flávio Bolsonaro está só começando. Entra em cena, seja candidato a presidente e corra atrás dos votos do centrão”. O tucano gostou da ideia. Roscoe na disputa Semana passada, perante uma plateia de mais de mil convidados, foi comemorado o Dia da Indústria. Durante o evento, o nome do presidente licenciado da Fiemg, Flávio Roscoe, foi lançado candidato ao Governo de Minas, filiando ao Partido Liberal. O empresário disse estar disposto a aceitar o desafio. Justiça Eleitoral Segundo levantamento da crônica política de Brasília, o Partido dos Trabalhadores e o Partido Liberal, em conjunto, já fizeram 75 representações perante a Justiça Eleitoral. A batalha jurídica no pleito deste ano já começou efervescente. Escala 6×1 Para o experiente jornalista Gerson Camarotti, a proposta sobre o fim da escala de trabalho 6×1 será aprovada pelo Congresso. “Apenas o Senado, por incumbência do presidente Davi Alcolumbre (União Brasil), deve fazer um pouco de charme, mas também sucumbirá à pressão popular”. Mulher negra no STF O Palácio do Planalto avalia como positivo o movimento de determinados segmentos, com o objetivo de influenciar na indicação de uma advogada negra para a vaga no Supremo Tribunal Federal. Mas existem políticos alertando que o clima no Senado ainda é de hostilidade em relação ao presidente Lula (PT). Visando lucro “As big techs promovem um discurso falso, indicando estarem preocupadas com a liberdade de expressão. Na realidade, estão de olho nos lucros astronômicos de seus negócios no Brasil e no mundo”. Opinião da economista Mariana Almeida. Enganando a população Nos primeiros meses do ano, o Congresso Nacional aprovou inúmeras leis através do sistema de votação simbólica, onde ninguém sabe quem votou a favor ou contra as matérias. Segundo especialistas, a situação é uma forma de manter o sigilo e esconder a realidade da população brasileira. Brasil patriota Diante dos problemas políticos deste ano, a curiosidade é grande para saber se haverá as tradicionais bandeiras americanas hasteadas no dia 7 de setembro. O clima não é muito favorável a esse tipo de manifestação.

Entre sindicalismo e fundamentalismo

Por três décadas, os movimentos sindicais no Brasil e em Minas Gerais incrementaram os rumos nos bastidores da política. Paralelamente, cresceu a influência dos evangélicos, sugerindo que os Templos se tornaram uma espécie de centro de apoio para seus líderes se manifestarem politicamente ou partidariamente. Isso fez “acordar” a Igreja Católica, também engajada em assuntos eleitorais, mas em uma proporção bem mais tímida frente aos movimentos protestantes. Como nos debates públicos não há possibilidade de espaços vazios, houve um entendimento, por parte do segmento empresarial, que estava na hora de disputar cargos ao Executivo e ao Legislativo. Essa virada de chave teve início com João Doria, quando eleito para prefeito e depois governador de São Paulo; e de Alexandre Kalil, para a Prefeitura de BH. Os atos incentivaram que outros nomes se enveredassem pelo caminho político. O propalado conceito de que empresário é mais preparado para gerir as coisas públicas conquistou notoriedade a partir da presença do empresário Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais. Ele foi eleito e reeleito, distanciando do tempo em que o Palácio Tiradentes era ocupado apenas por políticos profissionais. A diferença entre o passado e o presente é que as discussões sobre o debate eleitoral têm um preâmbulo novo: o empresário não promete algo impossível de realizar. Eles querem oferecer mais conteúdo em seus discursos para pedir votos da população. Nessa mudança do privado para o público, constata-se um enorme entusiasmo de personalidades em destaque, como o presidente licenciado da Federação das Indústrias, Flávio Roscoe (PL), candidato ao Palácio Tiradentes; o retorno do empresário Vittorio Medioli à vida pública; possibilidade de ressurgência também do empresário e ex-senador Clésio Andrade (PSB) ao status de candidato. Todos estão de prontidão nos bastidores. Até mesmo o nome de Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar frequenta a resenha de quem estaria disposto a enfrentar os palanques no pleito de 2026. Pensadores políticos avaliam que as lideranças do Brasil, na concepção de sua frágil democracia, não pretendem estender por muito tempo o período onde sindicalistas dão as cartas nos destinos da nação. Tudo para evitar um país nas mãos da oligarquia sindical. Outrossim, deve ser levado à mesa que não adianta fugir da República “Sindicalista” para se submeter à República “Fundamentalista”.

Arraiá dos 65 anos do PIC promete entrar para a história com show de Daniel

Com a chegada de junho, o clima das tradicionais festas juninas já toma conta do Pampulha Iate Clube (PIC), em Belo Horizonte. Em 2026, o aguardado Arraiá do PIC ganha uma edição ainda mais especial ao celebrar os 65 anos do Clube, reunindo tradição, inovação, grandes atrações musicais e uma experiência completa para associados e convidados. O evento será no sábado, 6 de junho, das 20h às 4h. Como nos anos anteriores, o público será recebido em uma verdadeira cidade cenográfica inspirada no interior mineiro. A ambientação temática promete encantar os participantes com espaços instagramáveis, decoração típica e uma charmosa capela preparada para realizar centenas de casamentos caipiras ao longo da noite, reforçando o espírito afetivo e festivo que marca o evento. Um dos destaques da estrutura é o retorno do Setor Lagoa, lançado com grande sucesso em 2025 e ampliado especialmente para esta edição comemorativa. Instalado nas quadras poliesportivas, de vôlei e peteca, o espaço contará com palco exclusivo, mesas gratuitas, diversas barraquinhas gastronômicas e acesso também pela Rua Gandu, oferecendo ainda mais conforto, comodidade e opções de entretenimento ao público. A programação musical promete uma noite inesquecível. No Palco Principal, a abertura será comandada pela cantora Gabi Martins, às 21h30. Já no Setor Lagoa, a tradicional Quadrilha Fogo de Palha se apresenta às 22h, seguida pelo Trio Gandaiera, às 22h30. O ponto alto da noite será o show do cantor Daniel, uma das maiores referências da música sertaneja brasileira, que sobe ao palco principal à 0h30. Encerrando a festa em grande estilo, a Banda Sunga de Pano assume o palco do Setor Lagoa às 2h da manhã. Além disso, telões espalhados pelo Clube permitirão ao público acompanhar todos os momentos da programação. A gastronomia será outro grande atrativo do evento. Aproximadamente 40 barraquinhas estarão distribuídas pelo Clube, oferecendo uma grande variedade de comidas típicas e opções para todos os gostos, como caldos, churrasquinho, pão de queijo, pastel, batata frita, macarrão na chapa, linguiça artesanal, doces, sorvetes e muito mais. O público também contará com uma ampla carta de bebidas, incluindo cerveja, chopp, drinks, gin, vinho, whisky, refrigerantes, sucos e espumantes. Pensando no conforto e na segurança dos participantes, o PIC reforça novamente a campanha “É Chic Ter Chauffeur”, incentivando o uso de táxis e motoristas de aplicativo. A partir de 0h30, os veículos poderão circular dentro do Clube para facilitar o embarque dos convidados, proporcionando mais comodidade e segurança ao final da festa. Segundo o presidente do PIC, Antonio Eustáquio da Rocha Soares, a expectativa é realizar uma edição memorável. “Estamos preparando uma festa histórica para celebrar os 65 anos do Clube com muita alegria, tradição e entretenimento de qualidade. Queremos proporcionar uma experiência inesquecível para associados, familiares e convidados, reafirmando o PIC como um dos principais espaços de convivência e lazer de Belo Horizonte”, destaca. Restam poucos ingressos. Vendas no site www.ingressospic.com.br

Vigílias – 23 a 30 de maio de 2026

Petistas de sempreSobre a sucessão ao Governo de Minas, chega a ser hilária a corrida disputada pelos petistas Roberto Carvalho e Virgílio Guimarães, para saber qual dos dois conseguia futricar mais a respeito do tema. Na verdade, suas opiniões nem sempre foram levadas a sério pela cúpula do partido. Pressão no União BrasilO deputado federal e presidente do União Brasil em Minas, Rodrigo de Castro, tem sofrido pressão para manifestar apoio à candidatura do governador Mateus Simões (PSD). Também há uma tendência da cúpula nacional da sigla, no sentido de aguardar uma possível aliança política comandada pelo Palácio do Planalto. Um verdadeiro cabo de guerra. Lula e ClésioQuando leu a informação apontando que o ex-senador Clésio Andrade (PSB) deve retornar à vida pública, o presidente Lula (PT) vaticinou: “É um companheiro de grande valor e seria um excelente governador do Estado”. Tribunal de ContasNos bastidores da Assembleia Legislativa, comentários indicam quem poderá ser eleito Conselheiro do Tribunal de Contas. O nome mais provável seria do deputado João Magalhães (PSD), não pela capacidade técnica, mas sim pelo seu carisma pessoal. A ver. Senador X DeputadoOs analistas políticos de Minas chegaram à conclusão que não convém convidar para a mesma mesa o senador Rodrigo Pacheco (PSB) e o deputado estadual Cássio Soares (PSD). Amigos desde sempre, ambos trilham caminhos diferentes nesse pleito de 2026. Coisas da política mineira. Mais um conflitoAs informações apontam uma iminente ação do governo norte- -americano para invadir Cuba, sem um objetivo prático, a não ser buscar melhorar a imagem do presidente Donald Trump. É o que pensam alguns comentaristas internacionais. PEC 6×1Em Brasília, a aprovação da Emenda Constitucional sobre a redução da carga horária dos trabalhadores é dada como certa. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), deve fazer charme para conseguir incluir no texto a denominada regra de transição, atrapalhando o pensamento dos governistas. Sexto poderCostumavam dizer que existiam cinco poderes no Brasil, cujo último lugar caberia à imprensa. Agora, os comandantes das emendas parlamentares são o sexto poder, com força de sacramentar algo em torno de 35% do orçamento federal. O pior é que em seu rastro vem uma enorme onda de corrupção. Taxa e aplicativosO experiente cientista político Ricardo Sennes, disse que o programa do governo federal, liberando milhões para aquisição de carros para taxistas e motoristas de aplicativos, deverá ser implementado imediatamente para surtir efeito na popularidade. Seleção BrasileiraA convocação do jogador Neymar Jr. para atuar na Seleção Brasileira pode ajudar na popularidade do time. No entanto, por se tratar de um atleta indisciplinado, tudo pode acontecer no dia a dia do certame esportivo. Conflito com o IrãEm debate na TV Cultura, o empresário e ex-deputado federal Emerson Kapaz, comentou que até hoje ninguém sabe exatamente o que levou os Estados Unidos a declarar guerra contra os iranianos. “Se trata de conflito envolvendo bilhões de dólares. Daí a possível ira da população americana contra o presidente Donald Trump”. PL traídoHouve gritaria e xingamentos contra Flávio Bolsonaro (PL), durante a reunião de Arrumação da Casa, realizada na sede do Partido Liberal em Brasília. Muitos liberais se sentiram traídos, pois a todo instante o pré-candidato negava qualquer envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Governo ou pai?“Como estamos na época das eleições, o governo federal tem agido como um pai, financiando gasolina mais barata para a população brasileira. Depois, essa bondade toda vai ser cobrada”. Opinião da jornalista Bianca Santana. Revolta dos americanos“Os americanos sempre gostaram de conviver com o bom e o espetacular. Agora que a economia dos Estados Unidos está fragilizada, começam a culpar o atual presidente pela alta da inflação”. Comentários da economista Carla Beni. Segurança públicaPara o cientista político Sérgio Fausto, o governo federal terá de intensificar os contatos para convencer os governos estaduais a aderirem ao Pacote de Segurança Pública. “Se isso não acontecer, a sensação de segurança das pessoas, o combate ao crime organizado e outras ações não acontecerão”.