Candidaturas sem consistência

No momento, a pauta no mundo político é sobre a sucessão ao Governo de Minas, onde há muitas especulações e poucos projetos concretos. Embora o mineiro seja avaliado no cenário nacional como formador de opinião perante aos demais estados da federação, tudo está truncado por conta da polarização partidária, posicionando em lados opostos pré-candidatos da direita e esquerda. Segundo avaliam os cientistas políticos, um embate levado a efeito muito em função das redes sociais. Devido ao ambiente cibernético, as discussões passaram a fazer parte de um gueto on-line, sem a participação mais ostensiva de pessoas e lideranças, cujas conversas podem influenciar o pleito nas grandes e pequenas cidades do Estado. Atualmente, são montadas estratégias na caminhada rumo ao Palácio Tiradentes. Segundo se comenta nos bastidores da Assembleia Legislativa, são candidaturas centradas em movimentos frágeis, uma espécie de castelo montado em areia movediça e sem estrutura plausível. É bem verdade que o atual governador Mateus Simões (PSD), antes mesmo de assumir o cargo, já se postava como candidato e agora não esconde a pretensão de ser reeleito. As vantagens de ter a caneta em mãos são poucas diante da falta de popularidade, onde o chefe do Executivo aparece mal avaliado nas pesquisas de opinião. A ideia de seus assessores, visando implementar o denominado Governo Itinerante, por enquanto tem sido uma alternativa insossa. Por todos os títulos, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) é apontado como protagonista, com índices de aprovação acima dos demais nomes interessados no assunto. No entanto, não tem transmitido firmeza para o público em geral quando é indagado sobre ser candidato na peleja deste ano. Usa sempre o efeito “sanfona”, categorizando uma indefinição incomensurável. Relativamente ao senador Rodrigo Pacheco (PSB), a interrogação é enorme. Aliados não sabem mais o que explicar a respeito da decisão do político no tangente ao evento eleitoral deste ano. Uma indefinição que pode levá-lo a encontrar dificuldade para “juntar” as peças necessárias na formatação de um mosaico, com o fito de conquistar uma campanha vitoriosa. Entre o denominado grupo intermediário, o ex- -prefeito Alexandre Kalil (PDT) tem usado as redes sociais para disseminar as suas ideias. Na avaliação dos matemáticos da política mineira, sua atuação isolada ainda não conquistou apoios para contribuir com seu projeto de poder. Do outro lado, surge o discurso do candidato Gabriel Azevedo (MDB), defendendo uma conexão com o eleitor jovem. Mas o espaço para isso pode minguar, especialmente se Cleitinho entrar no páreo.

Nomes bem avaliados para conquistar votos no pleito de 2026

Uma meia dúzia de ex-prefeitos em cidades de Minas Gerais estão embalados para disputar as eleições de 2026. A grande novidade é a confirmação do nome do jornalista e radialista Eduardo Costa, que já está em plena atividade política, visitando as lideranças com destaque para contatos a partir de eventos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, consta que Eduardo será apoiado pelo deputado João Vítor Xavier, agora cumprindo período de licença para cuidar de assuntos particulares, pois se tornou o principal executivo do grupo de comunicação, compreendendo a Rádio Itatiaia e a CNN Brasil, em São Paulo. Falcão na disputa Ao renunciar ao cargo de prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (Republicanos) deixou também o importante posto de presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM). Quando estava no comando de sua cidade, se gabava de ter sido eleito para o segundo mandato com algo em torno de 80% dos votos. Nesse limiar de maio, o futuro político de Falcão parece incerto. Seu projeto inicial previa compor chapa, na qualidade de vice, do pré-candidato ao Governo do Estado, senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Amigos do ex-prefeito afiançam que se ele não for aproveitado como vice-governador, poderá pleitear uma vaga na Câmara Federal, com potencial de conquistar muitos votos somente em Patos de Minas, o que lhe garantiria uma possível vitória consagradora. Incentivado por amigos do ninho tucano, o ex-atleta e ex-deputado João Leite é outro nome alentado para pleitear uma vaga no Congresso Nacional. Atualmente conectado com projetos de logística de transportes, Leite é tido como um nome muito querido pelos evangélicos, especialmente no que diz respeito à Igreja da Lagoinha, espaço de orações frequentado por toda a sua família. Comandando há mais de cinco anos o programa de TV denominado “Mundo dos Negócios”, na TV Band Minas, o empresário e advogado Fabiano Cazeca tem projeto encaminhado para tentar conquistar uma cadeira no Parlamento Federal. Pessoas próximas dizem que esta é a sua grande oportunidade, sobretudo por haver se tornado mais conhecido pela população por conta de sua imagem associada ao mundo televisivo.

Reestruturação de BH

Um número que assustou os belo-horizontinos: nos dois primeiros meses deste ano, a cidade registrou a mórbida marca de 13 mil acidentes de trânsito, muitos deles com vítimas fatais. Essa é a moldura de uma capital onde as obras estruturantes nunca saem do planejamento. A realidade se complicou nas últimas décadas, sem as intervenções para minorar os problemas, o drama se alastra para quem se vê obrigado a enfrentar essa caótica situação. Claro que existe também a imprudência por parte dos motoristas. Estatísticas alarmantes, divulgadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), destacam que a Avenida Cristiano Machado lidera as ocorrências. A via tem aproximadamente 11 km de extensão e registrou 596 colisões, com uma média de 10 por dia e três mortes. Inclusive, deixou para trás o famoso Anel Rodoviário, campeão de acidentes na cidade por anos a fio. Reportando a realidade dos fatos, o especialista em segurança viária, José Carlos Souza, vaticina que a Cristiano Machado funciona como corredor híbrido. “Ao mesmo tempo em que é via de trânsito rápido, ela também está inserida em uma área urbana densa, com cruzamentos frequentes, acessos comerciais e grande circulação de pedestres. Essa mistura reduz a previsibilidade do tráfego”. Outra opinião a ser levada em consideração é a da urbanista Fernanda Bastos. Ela analisa que a Avenida Cristiano Machado foi estruturada para priorizar a fluidez dos veículos, mas não acompanhou de forma adequada o crescimento populacional e a expansão de atividades comerciais ao longo do seu eixo. “Há uma disputa intensa entre carros, ônibus, motocicletas e pedestres, sem que a infraestrutura tenha sido totalmente adaptada”. Os especialistas sugerem medidas práticas, com a implementação de dispositivos para redução de velocidade e reforço na fiscalização eletrônica, não somente na Cristiano Machado, mas também na Antônio Carlos e no Anel Rodoviário. Este é um desafio a ser direcionado ao prefeito de BH, Álvaro Damião (União Brasil). Ele carece de reestruturar a cidade para evitar que as principais vias de acesso ao Centro se transformem em um permanente pesadelo para quem almeja circular por esses espaços. Para buscar um horizonte límpido para o dilema, a administração precisa fazer investimentos substanciais, inclusive com a participação do Estado e do governo federal.

Vigílias – 24 de abril a 2 de maio de 2026

Damião ou Mateus? Uma curiosidade toma conta dos jornalistas mineiros. Quem teria mais liderança e prestígio junto ao público de BH: o prefeito Álvaro Damião (União Brasil) ou o governador Mateus Simões (PSD)? Naturalmente, uma pergunta sem resposta. Salomão ficou de fora Mesmo sendo prefeita de Juiz de Fora, um dos principais colégios eleitorais de Minas, a petista Margarida Salomão ficou para escanteio nas discussões referentes à sucessão mineira. Falta de prestígio ou fadiga eleitoral? Política em Uberlândia Em Brasília e em Belo Horizonte, o suplente de deputado Gilmar Machado (PT) tem garantido que agora, por conta da ausência em palanque de seu principal adversário, o ex-prefeito Odelmo Leão (PP), a situação política no município vai se reverter, prometendo uma vitória por lá do presidente Lula (PT). A ver. Montes Claros Segundo comentários na porta do Café Galo, no Centro de Montes Claros, o pessoal do partido União Brasil em Minas não quer saber a opinião política do prefeito Guilherme Guimarães. Quando o assunto é o pleito de 2026, o chefe do Executivo fica ainda mais sisudo. Papa Leão XIV Em comentário feito na TV Cultura, o jornalista Maurício Savarese pontificou: “pelo que se sabe, o Papa Leão XIV gostaria de continuar sendo uma figura discreta, mas foi escolhido ao protagonismo internacional por força da ira exagerada do presidente Donald Trump, que não pode ver ninguém quieto”. Lula X Trump “Pode ser que conquiste resultados positivos, mas é no mínimo arriscado a estratégia adotada pelo presidente Lula (PT) em fazer críticas a Donald Trump, na expectativa de que isso melhore sua popularidade no Brasil”. Opinião do ex-ministro João Santana. Jorge Messias Na avaliação dos jornalistas, o clima está ficando mais favorável pela aprovação do nome do Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do Senado. “Isso irá acontecer se o governo cumprir o acordo de bastidor”, sentenciam os comunicadores. Que acordo é esse? Crime organizado “A CPI do Crime Organizado fez uma lambança enorme, mas não cumpriu o seu papel no sentido de incriminar os verdadeiros culpados. Nada de concreto foi apurado, como era de se esperar”, disse o empresário e ex-deputado Emerson Kapaz. Gás do Povo Em tom de ironia, a jornalista Ana Flor avisa: “o programa do governo federal, denominado Gás do Povo, vai custar a bagatela de R$ 300 milhões aos cofres públicos. Em determinado momento, a oposição irá questionar o valor elevado”.

Terceira vaga no TCE-MG

A eleição do atual presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB), para o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) trouxe uma notória calmaria nos bastidores da Casa Legislativa. Isso porque a votação do aludido pleito aconteceu de forma unânime, demonstrando que o parlamentar uniu todas as correntes, quando da definição de seu nome para o posto. Em verdade, não se fala ainda no assunto atinente à posse de Tadeu no Conselho, mas pelas informações extraoficiais, isso só deverá ocorrer no final de dezembro deste ano, quando concluído o processo eleitoral para cargos do Executivo e do próprio Legislativo, na peleja de 2026. O tema relativamente à definição de mais um nome para a denominada terceira vaga já provoca um certo nível de tensão nos meandros da Assembleia Legislativa. Uma nova lista de pretendentes já circula com imensa profusão, na tentativa de saber quem é o preferido pelos pares para ocupar um dos cargos mais cobiçados das instâncias do poder em Minas Gerais, pois se trata de uma nomeação vitalícia, com aposentadoria apenas quando o escolhido completa 75 anos. Daí, a resistência dos parlamentares em definir um nome que não esteja na faixa etária dos 60 anos. No caso de Tadeu houve uma exceção, já que o parlamentar tem 40 anos. Para quem conhece bem o embate nesse tipo de circunstância, o tema está em aberto, pois são somente especulações e conjecturas. Na semana passada, uma situação foi revelada, referente a uma articulação para encaminhar o atual deputado e ex-presidente da Casa, Adalclever Lopes. Os defensores dessa proposta de candidatura têm pressa, pois caso isso não se resolva até o meio do ano, Lopes terá de disputar a reeleição para mais um mandato. E neste roteiro eleitoral, tudo pode acontecer, inclusive o infortúnio da sua não continuidade como representante do povo mineiro. Outro nome tido como prestigiado pelos seus pares é o do deputado Thiago Cota. Mas, desta feita, ocorre o contrário. Seus opositores ironizam: “ele conseguiu apoio de setores produtivos de Minas para alavancar o seu projeto, porém, a ajuda externa em nada adiantou, e hoje, essa pretensão se revela desidratada”. As insinuações elencadas no limiar de 2026 continuam. Por exemplo, a parlamentar Ione Pinheiro continua categorizando: “eu mereço ser eleita Conselheira, por ser uma mulher a participar da Corte de Contas”. O deputado Tito Torres já tem o prestígio de seu pai, Mauri Torres, o ex-conselheiro. O deputado João Magalhães é o líder do Governo e sua indicação também agradaria ao Palácio Tiradentes.

Vigílias – 18 a 25 de abril de 2026

Santana bateu pesadoEm evento particular na semana passada, a palavra foi concedida ao presidente do Partido Liberal em Minas, José Santana. “Estamos vivendo uma era onde o governo federal está mergulhado em corrupção, mas o remédio está na decisão do eleitor no próximo pleito, para varrer essa gente para fora do poder”. Luta pelo votoO presidente da Câmara de Vereadores, Juliano Lopes (Podemos), espera ser eleito a deputado estadual apenas com os votos da região do Barreiro em Belo Horizonte. Ele terá um concorrente de peso, o vereador Wanderley Porto (PRD), também com fortes ligações com os eleitores da localidade. Será um duelo interessante. Volta, AlencarAo ser empossado como Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), o ex-deputado Alencar da Silveira se afastou da direção do América-MG. De lá para cá, o clube vem enfrentando uma série de problemas e ameaça caminhar para a terceira divisão dos times brasileiros. Os saudosistas ensaiam uma toada: “volta, Alencar”. Engler isoladoNos bastidores da política mineira, muito se fala a respeito da importância da união da “direita”. Esse embate acontece entre o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) e o deputado Nikolas Ferreira (PL). O parlamentar Bruno Engler (PL) conquistou mais de 120 mil votos na última eleição, mas a sua liderança está sendo jogada para escanteio. Isso acontece, segundo amigos, por conta da ausência do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Transparência do STFDo alto de sua autoridade, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, defendeu mais transparência da Corte. O difícil será convencer os seus próprios pares sobre o tema. Adeus, Cidade MaravilhosaSegundo informações dos órgãos de segurança, 80% dos deputados do Rio de Janeiro têm conexão direta com os comandantes do jogo do bicho na Cidade Maravilhosa. Dívida dos brasileirosPara a jornalista Patrícia Campos Mello, a ideia do governo federal de usar o dinheiro do FGTS para quitar dívidas dos brasileiros é uma jogada arriscada, pois as pessoas podem usar a verba para outras finalidades, como as jogatinas nas apostas on-line. Investimentos internacionaisAo analisar as consequências da guerra entre Irã e Estados Unidos, o economista Ricardo Sennes se mostrou otimista quanto à possibilidade de uma corrida de investidores internacionais interessados em realizar negócios no Brasil. É aguardar para conferir. Política mineiraNos corredores da Assembleia Legislativa, comentários indicam que uma campanha ao Governo de Minas, neste ano de 2026, tem o valor estimado de R$ 100 milhões. Cruz credo, pessoal. Afoito Eduardo CunhaComo se fosse uma criança ingênua, o ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, que foi cassado, processado e agora está livre da Justiça, circula por Minas como pré-candidato a deputado federal. “Será uma nova liderança política mineira”, afiançam. Roscoe na pistaJá devidamente licenciado da presidência da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o empresário Flávio Roscoe (PL) continua em contato permanente com o candidato Flávio Bolsonaro (PL). Seu papel na sucessão ainda não foi definido, podendo ser vice na chapa ou buscar uma vaga no Senado. Votos de TadeuCom a ida do presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB), para o Tribunal de Contas, os seus votos no Norte de Minas estão sendo disputados palmo a palmo, especialmente pelos parlamentares Arlen Santiago (MDB), Carlos Pimenta (PDT) e Gil Pereira (PSD). Uma luta frenética. Conflito internacionalEspecialistas em política internacional e jornalistas acreditam no que já vem sendo propalado mundo afora. A inflação em espiral galopante nos Estados Unidos, talvez seja uma razão para forçar o presidente Donald Trump a rever os seus ímpetos de guerreador. Cartão de crédito no BrasilRelativamente ao endividamento da população brasileira, os economistas lembram que é impossível ser diferente, quando se sabe que os juros cobrados pelos cartões de crédito podem chegar a 400% ao ano. “Isso é uma deformação financeira, sem possibilidade de permitir o equilíbrio necessário”, reclamam. Redução da jornada“Em ano eleitoral, vai ser difícil o Congresso Nacional deixar de aprovar a redução da jornada de trabalho, mesmo que cause desconforto para o empresário. Isso pode refletir no bolso do consumidor”. Opinião do empresário Emerson Kapaz.

Divisão entre católicos e evangélicos é maior que esquerda e direita

Para quem está chegando agora na política, a sugestão dos especialistas é voltar ao ano de 2009, quando uma aliança entre Aécio Neves (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) permitiu a eleição de Marcio Lacerda à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). Ao rememorar sobre o assunto, fica mais palatável digerir o debate do momento, indicando a possibilidade de uma aproximação entre o pré-candidato Rodrigo Pacheco (PSB) e o deputado Aécio, com o objetivo de caminharem juntos na peleja de 2026. Na última semana, voltou a circular, tanto em BH quanto em Brasília, indícios de entendimentos que seriam anunciados logo após o Dia das Mães, unindo os dois políticos mineiros de maneira pragmática, visto que Pacheco não tem certeza de ter o apoio incondicional da “esquerda” em seu palanque, caso efetivamente se poste como postulante ao Palácio Tiradentes. Neste sentido, é melhor tentar conquistar uma fatia do eleitorado que está à margem do viés ideológico entre direita e esquerda. Aécio Neves Amigos do tucano escondem haver conversações na direção de aceitar uma parceria com o grupo do senador Pacheco. Aliás, dizem que as duas vagas no Senado seriam demandadas por Aécio Neves e a petista Marília Campos, já em campanha. Neste arco de aproximações, ainda restaria o cargo de vice para o grupo majoritário desse projeto a negociar. Por enquanto, a presença constante do governador Mateus Simões (PSD) em diferentes regiões do Estado não assusta o grupo dos socialistas. Nas primeiras avaliações, esses eventos de cunho oficial ainda não se traduziram em intenções de votos, embora o contato direto do chefe do Executivo com as lideranças tende a fazer diferença em determinado momento. Quando a imprensa informou sobre a divisão do grupo bolsonarista em Minas, denominando o episódio de “racha da direita”, observadores e cientistas políticos atalharam: “esse debate ideológico foi criado a partir das redes sociais, mas isso não impede que a política em Minas seja feita à base de articulação com as lideranças, para conquistar os eleitores dos mais de 800 municípios mineiros”. Esses pensadores, conjuntamente com experientes jornalistas da crônica política, pontuam que o envolvimento do tema religioso entre evangélicos e católicos, pode representar uma divisão mais significativa do que o embate entre “direita e esquerda”.