Saúde!

Ter cuidado com a saúde deveria ser prioridade de todo ser humano. Apesar do livre arbítrio, cada um deveria saber o que é realmente bom e interessante para manter a vida em completo equilíbrio, mas nem sempre é assim. Muitas pessoas não cuidam da saúde como deveriam e encontram obstáculos a superar com o passar dos anos. A ciência oferece a solução, mas o bolso não consegue ajudar. A medicina custa caro. Para se ter um exemplo, nesta semana, quando os olhos estão voltados para os jogos da Copa do Mundo, uma reportagem mostrou a dura realidade de um brasileiro que foi viver nos Estados Unidos. Trabalhava como motorista de aplicativo, sofreu um acidente e deixou o hospital com uma dívida superior a R$ 200 mil. Agora está morando dentro do carro lá na terra do Trump.

Para os governantes de todo o planeta Terra, uma das obrigações deveria ser cuidar da saúde da população. Mas nos Estados Unidos isso não acontece. São inúmeros casos de norte-americanos e imigrantes que buscam atendimento médico no país que já foi do Tio Sam e acabam se endividando. Aliás, esse foi o principal problema enfrentado por Barack Obama em sua gestão, já que buscava uma solução barata para o atendimento médico do povo estadunidense, mas o lobby das grandes empresas médicas ajudou a tirá-lo do poder. Não existe atendimento gratuito nos Estados Unidos. A tecnologia é muito avançada, mas custa muito dinheiro.

A situação também é assim no Reino Unido, como o atendimento médico tirando o açúcar do chá das cinco. O parlamento ainda não conseguiu encontrar a fórmula para atender à população. Formam-se centenas de médicos por ano, mas não conseguem fazer com que os súditos e súditas do rei possam desfrutar de bons serviços. Já começaram a olhar para o serviço oferecido pelo Brasil, alertados por uma entidade de atendimento médico europeu que destaca o serviço oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Os estrangeiros e estrangeiras que precisam de serviço médico no Brasil são atendidos e depois saem falando maravilhas, destacando a generosidade, competência dos profissionais, a distribuição dos remédios e a gratuidade disso tudo.

O SUS é hoje um importante instrumento que os brasileiros e brasileiras têm a seu favor, o sistema público brasileiro garante acesso universal, integral e gratuito a toda a população. Disponibiliza atendimento médico, remédios, tratamentos diversos e atenção especial aos idosos. Há alguns dias, o Hospital Luxemburgo, gerido pelo Instituto Mário Penna, passou a operar exclusivamente como 100% SUS, ampliando sua capacidade e infraestrutura para tratamentos oncológicos de alta complexidade.

Para que os serviços do SUS cheguem a todos os municípios é preciso ter a parceria das prefeituras. O primeiro atendimento é feito nos postos de saúde. Assim, cabe a cada prefeitura fazer a sua parte, disponibilizando material humano para o atendimento. Se o prefeito faz bem a sua parte, isso reflete em toda a população. Dos postos de saúde para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e de lá, se necessário, para os hospitais públicos ou conveniados. Assim é o roteiro que cuida da população.

Quando estive na Europa, entrei em uma farmácia e por curiosidade perguntei pelo custo de uma ampola de insulina. Ao obter a resposta, disse que no Brasil era distribuído gratuitamente à população. A atendente duvidou e me disse: “se dão remédios de graça deve ser uma maravilha morar lá”. Acho que ela queria é me mandar para casa. Viva o SUS!

Pitaco 1: Pelo andar da carruagem, o ano no Brasil vai começar mesmo depois do final da Copa do Mundo. E se a nossa Seleção ganhar, só depois da festa.

Pitaco 2: Novamente, BH realizou a Festa da Luz. Ainda bem que foi à noite e deu para esconder a sujeira daquela área da cidade.

Pitaco 3: O presidente Lula sancionou a Lei 15.439, que cria uma legislação específica para garantir direitos relacionados ao tratamento, à inclusão e ao combate das discriminações de pessoas que vivem com a diabetes mellitus.

Pitaco 4: Victor Willis, vocalista e um dos fundadores do grupo Village People, morreu no dia 30 de junho. Ele interpretava o policial, depois o marinheiro nos clipes da banda. Foi um nome marcante no movimento gay dos anos 1970.

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