Coitado do Aro
A campanha ao Senado de Marcelo Aro (PP) já estava complicada, agora piorou depois que o candidato ao governo, senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), decidiu pedir votos também para outros postulantes ao Senado, inclusive Domingos Sávio (PL). Cleitinho não quer se comprometer em relação à disputa ao Legislativo do Congresso Nacional, mas jogou Aro em uma fogueira ardente.
Esperteza do ministro
Mencionado até mesmo para disputar o Governo do Estado, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), simplesmente sumiu nos eventos políticos. Quanta esperteza.
Zema e a imprensa
Determinados jornalistas têm tratado o ex-governador Romeu Zema (Novo) como um político sem expressão e sem carisma para conquistar o eleitorado do país. Alguns o denominam como “comedor de banana com casca”. Ufa.
Votação do Nikolas
Matemáticos da política mineira avaliam sobre a dificuldade do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) em repetir a sua mega votação à Câmara Federal. O eleitorado do grupo bolsonarista está dividido, o que pode prejudicá-lo.
Kalil e os cruzeirenses
Quando conquistou a Prefeitura de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT) obteve votos de muitos cruzeirenses, embora tivesse sido presidente do Atlético. Em sua caminhada ao Governo de Minas, é possível que a turma do azul celeste não tenha intenção de apoiá-lo novamente.
Passarela política
Nesse período de eleição, o Mercado Central de Belo Horizonte foi transformado em uma espécie de “passarela da política”, onde desfilaram candidatos a deputado, senador e praticamente todos os nomes que disputam o Palácio Tiradentes.
Prestígio de Falcão
Consta nos bastidores que a maioria dos encontros do candidato Cleitinho Azevedo (Republicanos) é organizado pelo seu candidato a vice, Luís Eduardo Falcão. Ele tem conexão com lideranças políticas, pois já foi prefeito de Patos de Minas e presidente da AMM.
Aécio e a esquerda
“Disputando o Senado em parceria com o PDT, Aécio Neves (PSDB) está fazendo uma ponte entre a esquerda e o centro em Minas. Seu objetivo é dividir o grupo mais radical ligado ao bolsonarismo, tanto que o político já está atuando em parceria com a petista Marília Campos”. Comentários ouvidos nos vazios corredores da Assembleia Legislativa.
Divisão entre petistas
Não é novidade que o PT mineiro tem várias correntes ideológicas e grupos que trabalham nos bastidores da sigla. A opinião dessas pessoas a respeito da peleja ao Governo de Minas tem sido cada vez mais evidente. O candidato Patrus Ananias (PT) que o diga.
Política internacional
Para a jornalista Patrícia Campos Mello, a população dos Estados Unidos está visitando os países vizinhos ao Brasil como uma espécie de recado. “O presidente Donald Trump vai jogar pesado até conseguir dominar toda a América do Sul e influenciar nos pleitos eleitorais dessas nações”.
Crime organizado
Jornalistas da crônica política de Brasília analisam que os presidenciáveis estão deixando de tratar com profundidade o assunto referente à presença do crime organizado na região da Amazônia, apesar de ser um tema efetivamente relevante.
Casa da bagunça jurídica
Diante dos vários escândalos, o Supremo Tribunal Federal está sendo avaliado como a “Casa da Bagunça”, onde a impunidade e denúncias de desmandos passaram a fazer parte do dia a dia do ambiente. Especialistas comentam que apenas o novo Código de Ética já não seria suficiente para debelar essa fogueira.
Criminoso intencional
Pensadores internacionais dizem que o presidente Donald Trump deveria ser processado como criminoso, ao fomentar e apoiar tantos conflitos armados mundo afora, agindo como se fosse uma criança com seus brinquedinhos de tirar vidas.
Candidato dos fazendeiros
Durante evento em São Paulo, com a presença do candidato Ronaldo Caiado (PSD), um grupo de manifestantes exibiu uma faixa: “vem aí o candidato dos fazendeiros”.
Medioli presidente
A respeito do quadro político mineiro, especulações nos bastidores indicam uma possível super votação de Vittorio Medioli como deputado estadual. Caso se confirme, o empresário poderá se tornar um forte candidato à presidência do Legislativo, independente de quem for escolhido para governar o Estado.