Pré-candidato Jarbas Soares busca apoio do União Brasil na disputa ao governo

A escalada de indefinição na escolha de nomes para disputar o Governo de Minas travou o noticiário político, que para não ficar em silêncio, apenas especulou sobre o assunto. Nas últimas semanas, as publicações veiculadas nas redes sociais pela manhã eram desmentidas no final da tarde, como se fosse uma espécie de gangorra cibernética.

Uma informação nos bastidores acendeu as esperanças e serviu de luz no caminho de Jarbas Soares (PSB). Fontes categorizam que na noite de quarta-feira passada, o pré-candidato esteve reunido com o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, naturalmente buscando focar na capilaridade de seu projeto rumo ao Palácio Tiradentes.

Na avaliação de pessoas próximas, caso Soares conquiste o apoio formal do União Brasil, teria mais robustez para turbinar a sua campanha, através de uma estrutura partidária, já que a sigla em Minas é composta por vários deputados, prefeitos, vereadores e uma polpuda verba procedente do Fundo Eleitoral. Certamente, também contaria com a aprovação do Planalto.

“É uma verdadeira corrida contra o tempo, mas em política tudo é possível”, analisa o ex- -presidente da Assembleia Legislativa, Romeu Queiroz (PSB). Ele é mencionado como uma opção para suplente na chapa da candidata ao Senado, Marília Campos (PT).

Nesse vaivém dos assuntos atinentes às eleições deste ano, não havendo uma estrutura de aliança para servir de palanque para Lula em Minas, o Partido dos Trabalhadores não abrirá mão da candidatura própria, cuja definição recai sobre o nome do deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias.

Medioli ou Flávio Roscoe

Como se fosse uma novela sem fim, os pretendentes mais conservadores também enfrentam indefinições. Até o último momento, não havia clareza em relação à candidatura do empresário e ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli (PL). Aliás, ele é do mesmo partido do presidente licenciado da Federação das Indústrias, Flávio Roscoe.

Já no âmbito do Republicanos, tudo permanece travado até uma resolução da sua estrela maior, o senador Cleitinho Azevedo, que sempre pede mais dias para anunciar a sua decisão final.

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