Clésio topa ser candidato ao governo, se obtiver apoio de Lula

Nas últimas semanas, a sucessão ao Governo de Minas tem sido uma espécie de fábrica de informações truncadas, expondo ainda mais a indecisão de grupos e partidos políticos. Nos bastidores, nomes que não têm apoio para pleitear o posto de chefe do Executivo podem ser listados com fartura, porém, menciona-se o exemplo do empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar. Josué não vem a Minas há 15 anos e seria um ilustre desconhecido por parte do povo mineiro.

Para matemáticos da política mineira, não passa de balela a sugestão quanto a indicação do ex-procurador de Justiça de Minas, Jarbas Soares, rumo ao posto de candidato ao Palácio Tiradentes no projeto eleitoral de 2026. Conforme avaliação, Jarbas conquistou bons amigos ao longo do tempo, mas pela natureza de sua atividade profissional, representando o Ministério Público, também deixou um número preponderante de pessoas insatisfeitas.

Clésio e Marília

Reativamente aos debates relacionados ao pleito deste ano, algumas indefinições marcaram a semana envolvendo os nomes do senador Rodrigo Pacheco (PSB), Flávio Roscoe (PL) e Cleitinho Azevedo (Republicanos). Eles têm emitido sinais trocados, ora afiançando serem pré-candidatos, e depois desmentem a informação.

A novidade mais recente, que não foi desmentida até o momento, foi um encontro do empresário Clésio Andrade com a pré-candidata ao Senado, Marília Campos (PT). Na conversa, ambos trataram de vários assuntos e foi aventada a possibilidade de o nome de Clésio receber aval do presidente Lula (PT) na peleja deste ano.

Nos bastidores da Assembleia Legislativa, onde o contato de Clésio com o PT passou a ser disseminado, acrescentou-se que ele teria mantido contato também com o deputado federal Reginaldo Lopes (PT), ou seja, sua incursão nessa vertente da esquerda parece ser uma realidade.

Em síntese, tudo está no patamar como vem sendo noticiado nos últimos dias. Vale rememorar que os nomes já confirmados para o certame eleitoral deste ano são: governador Mateus Simões (PSD), Alexandre Kalil (PDT) e o ex-presidente da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB).

Jornalistas da crônica política mineira apostam que as especulações tendem a ser ainda mais intensas nos últimos dias do mês de maio.

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