Alagro Summit 2025 vai reunir especialistas do agronegócio

No dia 25 de março, das 9h às 19h, no Renaissance Work Center em Belo Horizonte, vai acontecer a Alagro Summit 2025. Com a presença de autoridades, executivos e acadêmicos renomados, o evento discutirá os desafios e oportunidades do setor em um cenário de transformações globais. A Alagro Summit 2025 é para profissionais, líderes e especialistas do agronegócio que buscam conhecimento estratégico e networking de alto nível. Com o tema “Da aliança global contra a fome à transição da matriz energética” e realizado pela Academia Latino-Americana do Agronegócio (Alagro), o evento irá proporcionar vários painéis, com diversos temas pertinentes ao setor. A Alagro Summit 2025 terá a presença do governador Romeu Zema (Novo), e palestras ministradas pelo ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento do Uruguai, Fernando Mattos; ministro do Superior Tribunal de Justiça, Afrânio Vilela; e do comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Carlos Frederico Ottoni Garcia; dentre outros convidados. O presidente da Alagro, Manoel Mário de Souza Barros, afirma que o evento pretende discutir as inseguranças climáticas, alimentar, enérgica e jurídica no Brasil. “Além dos impactos da reforma tributária no agronegócio e da insegurança minerária relacionada ao biofertilizantes. E vamos transformar Belo Horizonte no maior centro da América Latina para debater esses assuntos com os maiores especialistas da atualidade”. Para Barros, todos os temas têm as suas características. “E esse evento vai marcar o agronegócio brasileiro e da América Latina, pois a proposta é mitigar as ações nocivas da emissão de gases de carbônico na atmosfera, precisamos descarbonizar a economia; melhorar as relações de proteção ao meio ambiente; da inclusão social; e fomentar o aumento da produtividade sem derrubadas de árvores, entre outros pontos. Queremos mostrar para o mundo que o Brasil tem condições de resolver todas essas questões”. Ele ressalta ainda que os convidados podem esperar do evento uma maturidade consistente e de resultados efetivos de propostas para uma agricultura competitiva, sustentável e inclusiva. “Um dos desafios é transformar e levar uma visão moderna sobre as dificuldades da agricultura. Além de incentivar e promover o desenvolvimento agrícola e o bem-estar rural por meio de uma cooperação técnica internacional e de excelência”, finaliza.
Festival de Fotografia de Tiradentes conta com programação diversificada

Realizado no Centro Cultural Yves Alves, entre os dias 26 e 30 de março, o Festival de Fotografia de Tiradentes – Foto em Pauta chega à sua 14ª edição na cidade histórica mineira. Com programação intensa, diversificada e gratuita, que contará com exposições, debates, palestras, projeções de fotografias, lançamentos de livros e atividades educativas. Também terá atrações em outros espaços da cidade, como o Largo das Forras, onde terá trocas de experiências com profissionais de renome nacional e internacional. Bob Wolfenson, uma das referências no Brasil como retratista e fotógrafo de moda; Monica Mansur, artista visual especializada em processos fotográficos tradicionais e artesanais; e José Diniz, profissional premiado que atua também com produção de vídeos, gravuras e edição de livros, já confirmaram presença. O diretor artístico, Eugênio Sávio, ressalta que o Festival tem como principal objetivo fomentar a fotografia autoral brasileira, oferecendo um espaço para difusão, qualificação e atualização dos artistas que utilizam essa linguagem. “Além disso, buscamos aproximar o público, tanto especializado quanto interessado, dos autores mais relevantes da cena fotográfica nacional e de convidados da América Latina, promovendo um intercâmbio cultural e artístico enriquecedor”. “O evento se consolidou como um dos principais do gênero no país, ampliando o acesso à produção fotográfica autoral e estimulando o debate sobre a imagem no mundo contemporâneo. Para Minas Gerais, o Festival reforça o Estado como um polo cultural de referência, movimentando a economia criativa e atraindo um público diversificado, composto por fotógrafos, artistas, pesquisadores, colecionadores e amantes da fotografia”, destaca. Ele pontua ainda que, ao longo dos anos, o Festival amadureceu e encontrou sua vocação como um espaço de reflexão sobre questões fundamentais da contemporaneidade. “Especialmente em relação ao meio ambiente e à sustentabilidade. Fortalecemos nossa atuação internacional e ampliamos a circulação das exposições para outras cidades, garantindo um impacto cultural ainda maior”. O 14º Festival de Fotografia de Tiradentes é realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura e com o patrocínio da CBMM e do Itaú. A programação está disponível no Instagram @fotoempauta e no site oficial do evento. Exposições O curador João Castilho afirma que a mostra principal do Festival é a exposição Ecosofias. “Ela reúne obras de 11 artistas brasileiros e estrangeiros que trabalham no registro de três ecologias: a mental, a social e a ambiental. Suas fotografias mostram situações em que afloram questões de subjetividade, de relações com o meio ambiente, de formação de mutirões e de produção de corpos híbridos. Os trabalhos e as práticas nas quais esses artistas estão inseridos reorientam, a partir da criação, as linhas de degradação das diversas crises contemporâneas”. Castilho esclarece que há sempre um grande número de exposições no evento. “São obras bastante diversas que dialogam de forma estreita com os variados espaços disponíveis em uma cidade histórica como Tiradentes. Há mostras com fotografias nas paredes, projeções em grande escala em espaços públicos com músicos tocando ao vivo a partir das imagens, e a de Portfólios onde o público conversa individualmente e de forma direta com os autores das obras”, ressalta o curador. Fotolivros Uma das atrações do Festival será o lançamento de fotolivros. O público poderá conhecer 55 livros de fotografia e dialogar com seus criadores, nas noites de 28 e 29 de março, na Vila Foto em Pauta, na rua Santíssima Trindade, 92, a partir das 19 horas. A exposição ZUM/IMS vai apresentar 45 publicações, entre fotolivros, zines, catálogos e livros de fotografia de todas as regiões do Brasil, além de países da América Latina e da Europa. Sávio destaca a importância desses lançamentos. “É um encontro que estimula a produção artística e proporciona ao público a oportunidade de colecionar e vivenciar a fotografia como uma forma de arte e expressão. Essas publicações são verdadeiras experiências visuais, nas quais os artistas compartilham suas visões e processos criativos. Cada obra se revela como um universo de imagens e narrativas, que convidam à reflexão e ao diálogo”.
Tarifa sobre o aço pode fazer o Brasil perder US$ 1,5 bilhão em exportação

Segundo um estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), estima-se que tarifa de 25% sobre importação de aço e alumínio para os Estados Unidos pode fazer o Brasil perder US$ 1,5 bilhão em exportação e uma queda de produção de quase 700 mil toneladas em 2025. O que equivale a um declínio de 2,19% da produção, contração de 11,27% das exportações do metal e redução de 1,09% das importações. O coordenador de Relações Econômicas Internacionais do Ipea e autor do estudo, Fernando Ribeiro, destaca que isso se deve ao fato de que os Estados Unidos são um mercado muito importante para o aço brasileiro. “Em 2024, último dado de ano fechado que nós temos, eles foram destino de mais da metade das exportações. Portanto, é um mercado crucial de aço para o Brasil e daí a importância de se lidar com essa questão”. Apesar da repercussão significativa para o setor, em termos macroeconômicos, o impacto é baixo. A pesquisa prevê queda de apenas 0,01% do Produto Interno Bruto (PIB) e de 0,03% das exportações totais, com ganho de saldo na balança comercial de US$ 390 milhões, já que a redução da atividade econômica também levará à redução nas importações (0,26%). Para a especialista em comércio exterior e partner da Saygo Comex, Stefânia Ladeira, é muito importante entender que não necessariamente todas as exportações de aço do Brasil para os Estados Unidos vão ser impactadas. “Isso porque o Donald Trump está taxando a todos, como Canadá, México, Austrália, China, União Europeia e o Brasil. Não necessariamente essa taxação vai fazer com que todo o volume que é exportado para o país pare”. “Porém, se isso acontecer, dentro do Brasil vai acarretar o efeito em cascata. Se não tiver produtos de aço e alumínio sendo exportados, as indústrias vão parar, as usinas podem dar férias coletivas, e isso impacta toda a parte. Inclusive, esse relatório do Ipea leva em consideração que, possivelmente, a gente vai ter um impacto também dentro da produção nacional”, acrescenta. Ela observa ainda que a questão de afetar os preços dentro do Brasil pode ter duas possibilidades. “Uma queda na demanda interna, pois as indústrias podem reduzir as suas produções e faltar produto ou ficar mais escasso no mercado brasileiro. Como também pode ter um aumento desse custo do produto, exatamente porque foi produzido para exportação, e quando se exporta, o produto tem algumas reduções de impostos, contudo, quando vende para dentro do país, existe uma cadeia de impostos e isso pode afetar no valor final oferecido dentro do mercado nacional”, pontua. Como lidar com a situação Stefânia ressalta que o Brasil tem que lidar com essa situação exatamente como está sendo feito nas últimas semanas. “Ficou muito claro e evidente que Trump está com os seus planos e não pretende recuar. O Brasil continua fazendo suas negociações diretamente com os Estados Unidos, evitando colocar uma taxação dos produtos americanos e devemos continuar assim. Pois, como muitas operações nossas, para esses produtos, estão no mercado estadunidense, ter uma taxação acima do restante, ou ter cotas, ou outros instrumentos que possam impedir os nossos produtos de entrar no território americano, vai piorar a situação”. A especialista explica ainda que, ao longo prazo, o que os Estados Unidos querem é fazer uma mudança para que essas produções aconteçam dentro do mercado americano. “Se as indústrias começarem a migrar para os Estados Unidos ou para países que estão com parceiros comerciais mais fortes, sem a tarifação, o Brasil pode ser impactado. Mas hoje, no curto prazo, esse impacto vai ser um pouco menor exatamente porque estamos num cenário bem competitivo, pois todos os parceiros comerciais, nesse momento, que exportam bastante aço para eles, estão tendo a tarifação”. Setor em 2024 De janeiro a novembro do ano passado, o volume da produção de aço bruto no país foi de 31,1 milhões de toneladas. O resultado supera em 5,6% o registrado entre janeiro e novembro de 2023. Na comparação dos dois períodos, as importações, o consumo aparente e as vendas internas cresceram 24,4%, 9,6% e 8,7%, respectivamente, conforme aponta o Instituto Aço Brasil.
Setor cinematográfico ultrapassou a renda de R$ 428 milhões em 2025

De acordo com dados do Sistema de Controle de Bilheteria (SBC), o setor cinematográfico brasileiro atingiu, desde o início de 2025, a renda de R$ 428,76 milhões; foram 212 títulos exibidos, sendo 29% da receita vinda das produções nacionais; e o público foi de 22,61 milhões de pessoas. Em 2024, os índices chegaram a R$ 2,49 bilhões, sendo 10% de participação das produções nacionais e o público de 125,35 milhões. A Agência Nacional do Cinema (Ancine) também divulgou que o setor bateu recorde de salas de cinema em funcionamento. Em 1º de janeiro deste ano, o país tinha 3.509 salas em atividade, 31 a mais do que o registrado em 2019, antes da pandemia de COVID-19. Cidades como Monte Carmelo e Ponte Nova, em Minas Gerais, e Miracema, no Rio de Janeiro, ganharam suas primeiras salas, enquanto Viçosa, em Alagoas, celebrou a reabertura de um cinema que estava fechado há 30 anos. A secretária da Secretaria do Audiovisual, Joelma Gonzaga, destaca que o impacto vai além do aumento de números. “As novas salas tornaram o cinema acessível a públicos historicamente excluídos, o Brasil precisa manter e ampliar suas telas. Esse é o compromisso da Secretaria com a distribuição e exibição cinematográfica desse país. O cinema gera encontros, emprego, renda, e conhecimento da população com a arte produzida aqui”. O crítico de cinema, Raphael Camacho, avalia que o mercado vem melhorando e ficando em maior evidência ao longo dos últimos anos. “A presença no Oscar e em outras premiações/festivais é uma oportunidade de aumentar esse alcance. Nosso cinema sempre teve ótimas produções, mas não se reflete em bilheteria, em muitos casos. Temos que insistir, porque nossos filmes são tão bons ou melhores que muitos internacionais que chegam a todo vapor semana após semana”. Ele pontua que as produções nacionais ainda não têm sido capazes de competir com as internacionais. “É uma situação difícil. Filmes brasileiros são marcados e desmarcados pelos programadores de sala de cinema que sempre dão preferência ao blockbuster do momento. O cinema nacional não é tratado como deveria pela maioria dos exibidores. Porém, há muitos caminhos possíveis para aumentar a competitividade, como continuar produzindo, levando nossas histórias para todos os cantos, e fazer coproduções com outros países”. Sobre as salas de cinema, o crítico explica que mesmo com esse recorde, ainda é pouco. “Muitas cidades não têm cinema, principalmente no interior. Durante muito tempo, as salas ficaram acomodadas e não perceberam as mudanças que seriam necessárias com a chegada dos streamings. As que não forem criativas em sua programação, tendem a fracassar, pois não é um negócio barato, e é preciso gerar alta demanda”. “Ainda Estou Aqui” Segundo a Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura, o sucesso do longa-metragem estimulou o público a ver outras produções nacionais. Desde sua estreia mundial no Festival de Veneza, onde levou o prêmio de Melhor Roteiro, “Ainda Estou Aqui” tem atingido um desempenho notável. No Brasil começou a ser exibido em setembro de 2024. Com a vitória de Fernanda Torres no Globo de Ouro, o longa registrou um crescimento expressivo de público: 57% na semana seguinte ao anúncio do prêmio, e um salto de 122% na semana subsequente. Com a indicação ao Oscar, anunciada em 23 de janeiro, um novo aumento: 89% no público semanal. Sobre esse sucesso, Camacho afirma que já impacta positivamente o setor, desde os primeiros prêmios e a vitória no Globo de Ouro. “É uma visibilidade enorme. Muitos filmes vão ter chances de sair da gaveta depois desse êxito”. “Continuar em crescimento e evidência é uma perspectiva de futuro. Mas, precisa haver mais diálogos entre todos os segmentos importantes no caminho de um filme: produção, exibição, divulgação e distribuição. Em relação ao nosso mercado cinematográfico, como um todo, sinto que falta diálogo, há grupos de pessoas competentes da indústria com ótimas ideias e relevância, mais isolados”, finaliza. Conforme a pasta, a expectativa é de que, nos próximos anos, sejam lançados 1.100 séries e filmes produzidos no país. Para isso, o Ministério da Cultura e a Ancine investiram, em 2024, o total de R$ 2,6 bilhões em fomento destinado a mais de 600 produtores.
Taxa de infecções hospitalares atinge 14% do total das internações no país

De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que a taxa de infecções hospitalares atinja 14% das internações no país. Já a Associação Médica Brasileira revela que mais de 45 mil brasileiros morrem anualmente devido às infecções hospitalares. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que esse número pode chegar até 100 mil por ano. Ainda segundo o Ministério, houve um avanço significativo na adesão dos hospitais à vigilância e à notificação dos dados de infecção. Em 2018, mais de 2.200 hospitais com leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) notificaram seus dados para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), enquanto em 2009 eram apenas 1.000. Os números são visualizados e monitorados pelas coordenações estaduais, distrital e municipais de controle de infecção das Secretarias de Saúde. Para o presidente da Sociedade Mineira de Infectologia, Adelino de Melo Freire Júnior, uma taxa de 14% é preocupante, pois indica que ainda há desafios significativos no controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). “Além disso, é preciso considerar que existe subnotificação, fazendo com que os números reais sejam ainda superiores a esse. Embora existam avanços em políticas de prevenção e controle, a alta prevalência sugere a necessidade de reforçar essas medidas”. Ele explica que as IRAS podem ser favorecidas por vários fatores. “Como alta densidade de pacientes, uso excessivo ou inadequado de antibióticos, falhas na adesão a protocolos de higiene das mãos, sobrecarga de profissionais de saúde, falta de estrutura adequada para isolamento de pacientes infectados e presença de microrganismos multirresistentes no ambiente hospitalar. E a incidência pode variar conforme as condições estruturais, disponibilidade de insumos e adesão aos protocolos de controle de infecção”. Impactos A médica pneumologista e paliativista na Saúde do Lar, Michelle Andreata, pontua que as infecções impactam gravemente a saúde dos pacientes. “Aumentando o tempo de internação, a morbidade e a mortalidade. Muitas dessas infecções são causadas por microrganismos multirresistentes, o que dificulta o tratamento e pode levar a complicações graves. Já no sistema de saúde, elas elevam os custos hospitalares, aumentam a demanda por leitos de terapia intensiva e sobrecarregam equipes de saúde”. Os principais desafios para a implementação eficaz de políticas de controle incluem a resistência microbiana devido ao uso inadequado de antibióticos, ressalta a médica. “Além da necessidade de capacitação contínua das equipes de saúde, a baixa adesão a protocolos de higiene das mãos e a falta de investimentos em infraestrutura hospitalar. Além disso, a vigilância epidemiológica ainda enfrenta dificuldades na coleta e análise de dados”. Anvisa A gerente de Tecnologia em Serviços de Saúde da Anvisa, Márcia Gonçalves, destaca que várias normas sanitárias definem a obrigatoriedade dos serviços de saúde executarem ações de prevenção e controle. “Entre as quais destacam-se a RDC 63/2011, que trata das Boas Práticas de Funcionamento dos serviços de Saúde, e a RDC 36/2013, que estabelece ações para a segurança do paciente. E também, a Lei nº 9431/1997 determina a obrigatoriedade da manutenção dos hospitais elaborarem um programa de controle de infecções hospitalares e da Portaria GM/ MS nº 2.616/98 que estabelece o que deve conter nesses programas”. “A fiscalização do cumprimento das normas e orientações sanitárias é realizada pela vigilância sanitária local (estadual/distrital ou municipal). Além disso, todos os estados e alguns municípios possuem uma Coordenação de Prevenção e Controle das IRAS, que podem estar vinculadas às vigilâncias sanitárias locais ou a outras estruturas das Secretarias de Saúde”, esclarece a gerente. Ela ainda observa que a Anvisa disponibiliza um canal para que o usuário possa relatar incidentes/falhas decorrentes da assistência à saúde. “O formulário específico de notificação, denominado Sistema Notivisa, está disponível no link: www16.anvisa.gov.br/notivisaServicos/cidadao/notificacao/evento-adverso. Além dos canais da ouvidoria da instituição, disponível em www.gov.br/anvisa/pt-br/canais_atendimento/ ouvidoria e das vigilâncias sanitárias estaduais/distrital e municipais”.
ALMG aprova projeto que beneficia mulheres vítimas de violência sexual

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) deu parecer favorável ao Projeto de Lei (PL) 1.243/23, acrescenta inciso ao artigo 4º da Lei 22.256, de 2016, que institui a política de atendimento à mulher vítima de violência no Estado. O objetivo é garantir que quem sofre violência sexual receba atendimento prioritário e articulado entre os serviços públicos, proposto pela deputada Maria Clara Marra (PSDB). A reunião foi realizada no dia 11 de março, e teve como relatora a presidente da Comissão a deputada Ana Paula Siqueira (Rede). Segundo a deputada Maria Clara, a política de atendimento à mulher vítima de violência no Estado prevê uma série de ações que podem ser observadas em sua implementação. “Como a criação de casas abrigo, concessão de auxílio financeiro, centros de acolhimento da vítima, prioridade nos programas de qualificação profissional, entre outros”. “No entanto, nada consta sobre a prioridade de atendimento social, psicológico e médico, o que se faz necessário, diante da situação de abuso que pode desencadear desequilíbrios de ordem psíquica e social, cuja demora na prestação de auxílio se torna um grande inimigo. Além disso, nos casos que envolvem violência sexual, o risco das infecções sexualmente transmissíveis demanda uma ação rápida por parte do sistema de saúde”, afirma a parlamentar. O projeto recebeu parecer pela aprovação na forma do vencido, ou seja, texto aprovado pelo Plenário em 1º turno, com alterações. Agora, segue para votação definitiva no Plenário e depois, para sanção do governador. Mulheres em carreiras científicas A Comissão também analisou o PL 2.705/24 que pretende estabelecer políticas públicas para incentivar a entrada e a permanência feminina nas carreiras científicas. A proposta é da deputada Beatriz Cerqueira (PT). Uma das diretrizes do projeto é promover campanhas e eventos para romper estereótipos de gênero, divulgar e debater trajetórias de pesquisadoras. Fomentar ações afirmativas para conceder bolsas a mães e mulheres vulneráveis e a capacitação para estimular o empreendedorismo feminino, apoio psicossocial às cientistas e combate ao assédio. A proposta ainda prevê o afastamento remunerado para servidoras públicas matriculadas em cursos de pós-graduação e licença-maternidade para gestantes. Por entender que essas seriam competências exclusivas do Executivo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) retirou esses trechos e propôs o substitutivo nº 1. A parlamentar Beatriz explica que o PL tem como intuito a mitigação das iniquidades entre homens e mulheres na carreira acadêmica e científica. “Uma legislação que não reconhece as particularidades da realidade das mulheres no ambiente acadêmico tende a ser reprodutora das desigualdades ao exigir o mesmo padrão de produção acadêmica entre homens e mulheres, independentemente da situação de vida da pesquisadora ou da docente”. “Ao promover a igualdade de gênero na ciência, garantimos um futuro mais justo e inclusivo para as mulheres. E é imprescindível que o Estado tenha uma política pública que ponha fim à desigualdade na ciência e garanta que todas elas tenham a oportunidade de contribuir plenamente para o progresso da humanidade”, finaliza. A relatora da reunião, deputada Ana Paula, destaca que ao instituir uma política estadual de incentivo à participação feminina nessas áreas, no âmbito do Estado, busca-se a promoção da igualdade de gênero na ciência. “Como forma de garantir um futuro mais justo e inclusivo para mulheres e contribuir para o avanço da ciência e da sociedade”. Na tramitação pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, o projeto recebeu parecer pela aprovação na forma do substitutivo nº 2. Com isso, retomou, com outros termos, a ideia de ajuda para mães, propondo a manutenção do pagamento de auxílios pecuniários destinados à permanência de estudantes de educação superior. Também listou a concessão de afastamento remunerado às servidoras públicas como um instrumento possível de ser utilizado para incentivar a participação em cursos de formação relacionados ao cargo. A Comissão da Mulher aprovou parecer favorável ao PL, e agora, segue para apreciação na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária.
Hospital Regional de Sete Lagoas pretende atender 650 mil pessoas

Com obras paralisadas desde maio de 2015, o Hospital Regional de Sete Lagoas, na região Central do Estado, ganhou uma data de previsão de conclusão, em março de 2026. Com a retomada em novembro de 2023, a construção tinha 55% dos trabalhos concluídos. O prédio está em um terreno de 23,5 mil metros quadrados, divididos em quatro blocos e vai oferecer 226 leitos, sendo 21 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto e 15 leitos UTI neonatal, com possibilidade de expansões futuras. O intuito é suprir a demanda de cerca de 650 mil pessoas nos 35 municípios que compõem as microrregiões de Saúde de Curvelo e de Sete Lagoas. As cidades que serão impactadas são: Augusto de Lima, Buenópolis, Corinto, Curvelo, Felixlândia, Inimutaba, Monjolos, Morro da Garça, Presidente Juscelino, Santo Hipólito e Três Marias (da micro Curvelo). Além de Abaeté, Araçaí, Baldim, Biquinhas, Cachoeira da Prata, Caetanópolis, Capim Branco, Cedro do Abaeté, Cordisburgo, Fortuna de Minas, Funilândia, Inhaúma, Jequitibá, Maravilhas, Morada Nova de Minas, Paineiras, Papagaios, Paraopeba, Pequi, Pompéu, Prudente de Morais, Quartel Geral, Santana de Pirapama e Sete Lagoas (da micro Sete Lagoas). O prefeito de Sete Lagoas, Douglas Melo (PSD), afirma que esta é uma obra muito esperada pelos sete-lagoanos. “Graças ao empenho do governador Romeu Zema (Novo) conseguimos garantir os recursos para concluir e equipar esse hospital. Hoje, podemos ver de perto o avanço dos trabalhos e afirmar que este sonho está se tornando realidade. Sete Lagoas e toda a região, em breve, contarão com uma estrutura moderna para melhorar significativamente o atendimento em saúde”. “Nosso compromisso é entregar este hospital até março de 2026, garantindo uma estrutura de excelência para Sete Lagoas e região. Estamos focados para que tudo seja concluído dentro do prazo estabelecido, trazendo as melhores práticas e a melhor qualidade no atendimento. Toda a equipe está empenhada para que essa obra seja concluída e entregue à população da maneira mais eficiente possível”, ressalta o secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Pedro Calixto. Para o reinício das intervenções, foram direcionados R$ 89 milhões em recursos por meio do Acordo Judicial de Brumadinho, assinado pelos compromitentes: Governo de Minas, Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) com a Vale. O acordo prevê quase R$ 1 bilhão para as obras dos Hospitais Regionais. Estrutura A unidade contará com 176 leitos para internação, além de dez leitos para UTI pediátrica, pronto atendimento com 20 leitos para observação e sete consultórios. Terá um bloco cirúrgico e um ambulatório com oito consultórios. Entre as especialidades e serviços a serem implementados estão cardiologia clínica e cirúrgica, neurologia e neurocirurgia, pediatria clínica e cirúrgica, além de ortopedia clínica e cirúrgica, todas de média e alta complexidade. Haverá também atendimentos nas especialidades: clínica geral, ginecologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, urologia e cirurgia geral. O Hospital vai contar, ainda, com Centro de Tratamento de Queimados de porte II, cirurgias bucomaxilofacial de média complexidade, além de atendimento a pacientes com necessidades especiais em nível ambulatorial e hospitalar, e vítimas de violência sexual. Com isso, os serviços de saúde poderão ser utilizados sem que sejam necessários grandes deslocamentos e viagens, para outros centros, para realização de um exame ou procedimento complexo e especializado. A moradora de Sete Lagoas, Meire Jane de Paula, de 65 anos, pontua que essa obra era esperada por anos pelos moradores. “Esse hospital vai melhorar os atendimentos e também a questão dos deslocamentos. Por exemplo, tenho próteses nos dois joelhos e tive que fazer as cirurgias e consultas no Hospital da Baleia, em Belo Horizonte. Agora, vai ser bem melhor para os pacientes, por ter uma instituição que faz esses procedimentos na própria cidade”.
Índice de brasileiros adultos que possui ensino superior atinge 18%

Entre brasileiros adultos, com mais de 25 anos, 18,4% concluíram o ensino superior, segundo revela o Censo Demográfico de 2022, divulgado em fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os jovens de 18 a 24 anos, 56,4% estavam matriculados em algum curso de ensino superior no ano da pesquisa. O estudo mostrou avanços em relação aos censos anteriores. Em 2000, apenas 6,8% dos adultos (com 25 anos ou mais) tinham ensino superior. Em 2010, eram 11,3%. Apesar disso, quatro em cada cinco brasileiros ainda não têm curso de graduação. O professor universitário e mestre em direito, Hellom Lopes Araújo, conversou com o Edição do Brasil sobre o assunto. O que explica o crescimento no índice de brasileiros adultos com curso superior completo no país?Um dos primeiros fatores que aconteceu foi a expansão das universidades, o que proporcionou um acesso maior da população em geral, não só a adulta. Também tem a questão do programa de financiamento, como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni). Além da valorização da educação no mercado de trabalho; o crescimento do ensino à distância no país, que na última década ganhou um aquecimento muito grande, principalmente no período pós-pandemia; políticas públicas, como as cotas; e o aumento da renda que também possibilitou o acesso ao ensino superior. Quais são os principais obstáculos ainda enfrentados por aqueles que buscam concluir esse ensino?Nós sabemos que quando há um aumento de renda da população, isso não é linear, ou seja, não são todos os níveis sociais que tiveram esse crescimento, que impacta no ingresso ao ensino superior, principalmente na esfera privada, porque as mensalidades são caras. Além disso, tem a questão familiar, cultural e de infraestrutura que impossibilita esse livre acesso da população aos centros universitários. O Censo também mostrou que os brancos ainda têm mais acesso que os negros, porém, o ingresso dos negros nas universidades cresceu cerca de cinco vezes. O que justifica esse aumento?As próprias políticas públicas, como a expansão das universidades; interiorização do ensino, por conta do ensino à distância; e também pela criação de cotas nas universidades públicas e privadas, que possibilitaram o ingresso de uma população que nunca teve acesso ao sistema, por toda a nossa história como país. Essas ações públicas, que foram criadas nos últimos 20 anos, nos proporcionaram uma correção na rota da nossa sociedade, trouxe um equilíbrio na oportunização do ingresso ao ensino, que traduz em uma maior elevação em termos de percentual da população negra ao centro universitário. A tendência é de crescimento do índice para os próximos anos?A tendência é de avanço, mas será um crescimento não muito significativo e com alguns desafios, como melhorar a qualidade do ensino superior, facilitar o acesso da população que necessita, e conversar com o mercado de trabalho, para que possa produzir resultados financeiros, ou seja, para que a pessoa melhore de vida com a graduação. Como a ampliação do acesso a esse ensino tem impactado a formação de uma força de trabalho mais qualificada?A ampliação do acesso ao ensino proporciona muitas coisas, principalmente uma especialização maior da mão de obra e aumento na produtividade. O ensino tem que ser de qualidade para que o mercado de trabalho seja impulsionado por profissionais de qualidade, assim, as empresas se fortalecem para receber esse colaborador fortalecido. Com o crescimento do número de graduados, o mercado de trabalho tem se adaptado para oferecer oportunidades condizentes com a formação superior?É perceptível que o mercado está se adaptando. As empresas estão buscando melhorar internamente para receber esse quadro de profissionais que estão chegando, mas ainda é uma adaptação muito singela, não está dentro do ritmo esperado. Com o passar do tempo e com a adequação das estruturas e das políticas públicas, tende a se equilibrar. Mas, infelizmente, é uma realidade futura.
Indústria mineira começa o ano com redução na produção e no emprego

De acordo com a Sondagem Industrial de janeiro de 2025, realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o setor industrial registrou retração na atividade fabril. O índice de evolução da produção marcou 46,6 pontos, mantendo-se abaixo da linha dos 50 pontos pelo terceiro mês consecutivo. Apesar da melhora em relação a dezembro (40,9 pontos), o desempenho foi inferior ao registrado no mesmo período de 2024 (47,3 pontos). O emprego na indústria mineira também apresentou recuo. O índice que mede a evolução do número de empregados ficou em 48,3 pontos, caracterizando a segunda queda seguida. O indicador caiu 0,9 ponto frente a dezembro e 2,3 pontos em comparação a janeiro do ano anterior, reforçando o cenário de desaquecimento. Segundo a instituição, mesmo diante de um começo de ano difícil, o setor industrial mantém perspectivas de melhora, aguardando sinais mais concretos de recuperação econômica e aquecimento da demanda ao longo de 2025. “Apesar dos desafios, as expectativas para os próximos seis meses são positivas. Os industriais preveem crescimento da demanda, aumento da compra de matérias-primas e recuperação do emprego”. O economista e especialista em finanças públicas, Gustavo Aguiar, explica que o principal fator que gerou o desaquecimento da economia das indústrias mineiras foi o crescimento da taxa básica de juros. “A Selic saiu de 10,5% para 13,25%, impactando diretamente no consumo das famílias, ou seja, gerando menos demanda e consequentemente, menos produção nas indústrias. E também reduziu o crédito disponível e gerou incerteza dos investidores que acabaram segurando os investimentos”. “A situação econômica, tanto nacional quanto internacional, gera efeitos na indústria de várias formas. A principal é a política monetária que o Banco Central teve que adotar, a partir do segundo trimestre de 2024, devido a uma inflação resistente. Isso provocou a elevação de uma taxa de juros, que já é muito alta no país. Além disso, temos também a desvalorização do real perante ao dólar, que está atrelada a esse cenário inflacionário, que impacta a indústria mineira”, acrescenta. O economista afirma que embora a política monetária do governo esteja agindo para reduzir a demanda e a produção, o setor ainda mantém o otimismo. “Mas, tem que ser feita uma nova avaliação para ver se a política monetária, que provavelmente terá um novo aumento de juros, irá afetar ainda mais esse setor da economia”. Para Aguiar, mesmo com alta taxa de juros impactando toda a indústria brasileira, a queda da produção e do emprego não atingiu todos os setores. “Foram alguns segmentos específicos, porque nós tivemos, por exemplo, a produção de aço bruto que avançou 9,3% em janeiro em Minas Gerais. Também tivemos crescimento de empregos na indústria da construção civil. O automobilístico bateu recorde de vendas em janeiro e os índices de consumo apresentaram uma alta demanda para a aquisição de veículos no ano de 2025”. Nacional Já os dados nacionais, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice ficou em 48,9 pontos, também abaixo da linha de 50 pontos. O levantamento mostra que a produção diminuiu nas pequenas e médias empresas, mas cresceu entre as grandes. No recorte por região, o indicador revelou queda da produção nas indústrias do Centro-Oeste, Norte e Sudeste. No Nordeste e no Sul, a produção cresceu. “Normalmente, a produção acelera no fim do terceiro trimestre para atender as festas de fim de ano. Após isso, é normal que a produção caia, mas é importante perceber que, em 2025, ela foi mais branda que em outros períodos semelhantes”, compara Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI. O emprego industrial ficou praticamente estável no primeiro mês de 2025. Em janeiro, o índice de evolução do número de empregados ficou em 49,6 pontos. Assim como a produção, o emprego avançou nas grandes indústrias, mas recuou nas pequenas e médias. A quantidade de trabalhadores nas indústrias do Centro-Oeste e do Sul aumentou, mas caiu no Nordeste, no Norte e no Sudeste.
Patos de Minas vai receber a 1ª Copa Ciclística de Minas Gerais

Com o objetivo de desenvolver o ciclismo no Estado e promover o esporte como um bem social, a Liga Patense de Ciclismo vai realizar a Copa Ciclística de Minas Gerais, em nove etapas, nos municípios de Patrocínio, Uberaba, Araxá e Uberlândia, tendo a primeira e a segunda etapa sendo realizado em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, nos dias 8 e 9 de março. A Copa será na modalidade ciclismo de estrada e só valerá pontos para o ranking estadual da Federação Mineira de Ciclismo. Será declarado campeão aquele que somar o maior número de pontos ao final do campeonato que será nos dias 22 e 23 de novembro em Patos de Minas. As categorias serão femininas e masculinas, acima dos 17 anos. Ao todo, a premiação será de R$ 3 mil, sendo para Super Elite Masculina e Elite Feminina: 1º lugar (R$ 300); 2º lugar (R$ 200); e o 3º lugar (R$ 100). Para as demais categorias será: 1º lugar (R$ 100); 2º lugar (R$ 60); e o 3º lugar (R$ 40). Além de medalhas e troféus para os cinco primeiros colocados, em cada etapa, em todas as categorias. De acordo com a organização, o projeto nasceu com a gestão do atual presidente da Liga Patense de Ciclismo em 2025, com a ideia de fomentar o esporte no Estado com atletas de alto nível em provas homologadas. Na primeira etapa são esperados, em média, 200 atletas participantes. “A importância dessa competição para os esportistas é muito grande. Pois, eleva o nível e alinha a performance para as futuras competições, como o Mineiro, Brasileiro, Pan-Americano e outros”. A competição será aberta ao público de forma gratuita, com transmissão na TV local. Para 2026, segundo a direção da Liga, existe a pretensão de abrir para os organizadores de outras cidades que quiserem aderir e levar a Copa Ciclística de Minas Gerais para os seus municípios. Provas Contrarrelógio Individual (CRI): o ciclista luta contra o tempo. Os atletas irão largar de 1 em 1 minuto, de acordo com a inscrição, sendo declarado o vencedor o que obtiver o menor tempo no percurso. O esportista que não terminar a prova será desqualificado da competição. Estrada: disputada em rodovias, que transcorre em forma de pelotão e quem chegar primeiro no final do percurso é declarado o campeão da etapa. A largada será dividida em dois pelotões, com diferença de 5 minutos cada. O esportista que não terminar a prova também será desqualificado. Paixão pelo esporte O representante comercial Rodrigo Paes Leme, de 49 anos, diz que começou a pedalar ainda na adolescência, quando o pai o presenteou com uma bicicleta. Ele participa de campeonatos desde 1996. “Foram muitas que já participei, mas ressalto as provas do Ranking Mineiro, Campeonato Mineiro e Brasileiro, do qual, em 2024, me consagrei P3 no Contrarrelógio Master e agora a Copa”. Leme afirma que para ele a importância do esporte está relacionada à paixão pela modalidade, saúde, adrenalina, amizades e muita diversão. “Minha expectativa referente a Copa é uma prova de alto nível. Com a presença de vários campeões, com destaque no Pan-Americano, Brasileiro, Mineiro e Paulista”.