Edição 2230 – 1º a 8 de agosto de 2026

Clique aqui para baixar a versão digital
Vigílias – 1º a 8 de agosto de 2026
Medioli irritadoEra visível a irritação do empresário Vittorio Medioli, ao sair do Plenário da Assembleia Legislativa onde acontecia a convenção do Partido Liberal. Deve ter sido pela falta de objetividade da sigla que poderia ter aproveitado o evento para lançar um nome pela candidatura ao Governo de Minas. O empresário e o ex-presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, eram mencionados para o posto. Retorno de Valério?Continuam as especulações indicando que o empresário Marcos Valério, conhecido pelo envolvimento no mensalão há cerca de 20 anos, estaria atuando nos bastidores como investidor em empresas de publicidade em Minas. Zema é fraco“A fragilidade do projeto político do ex-governador Romeu Zema (Novo) ficou nítida durante a convenção do partido. Ele não tem tração para fazer frente a Flávio Bolsonaro (PL)”. Análise de um bolsonarista sob condição de anonimato. Sucessão em ContagemMesmo faltando mais de dois anos, a sucessão à Prefeitura de Contagem já é objeto de cobiça pelo deputado federal Newton Cardoso Júnior (MDB). “Ele precisa se garantir como parlamentar reeleito primeiro para depois pensar em 2028”, ironizam seus adversários. Polêmico KalilA pré-campanha de Alexandre Kalil (PDT) ao Governo de Minas começa com uma polêmica. Segundo pessoas do meio político, o candidato já estaria reclamando da falta de dinheiro para o seu projeto. Disputa no PLOs entusiasmados bolsonaristas comentam que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) poderá ultrapassar os três milhões de votos no pleito eleitoral deste ano. Inclusive, conquistaria mais eleitores do que o candidato ao Senado da sigla, Domingos Sávio. A ver. Convenção esvaziadaNo final de semana passada, a imprensa afiançava que o senador Cleitinho Azevedo seria a grande estrela da convenção do Republicanos. Ele não deu as caras e gerou um esvaziamento da solenidade. Copasa X MunicípiosFaz poucos meses que a Copasa foi privatizada, mas são enormes os embates entre a nova direção e os municípios atendidos pela empresa. O assunto promete ser uma tremenda polêmica. Sem planos de governoA imprensa nacional tem observado que os candidatos à Presidência da República não estão divulgando os seus planos de governo. A era da internet faz coisas. Tarifaço americanoEspecialistas em economia advertem que o tarifaço dos Estados Unidos a produtos brasileiros pode durar mais tempo que o esperado. Flávio Bolsonaro“Se Flávio Bolsonaro (PL) for derrotado nas urnas em campanha à Presidência, provavelmente deve se mudar para os Estados Unidos, onde já reside seu irmão Eduardo Bolsonaro”. Previsão do filósofo Mário Sergio Cortella, em comentário na TV Cultura. Santana e ValdemarO presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, parabenizou o seu amigo, José Santana de Vasconcelos, pela condução da convenção do partido em Minas. Na qualidade de presidente de honra, Santana coordenou todo o evento estadual. Inteligência artificialConhecedores do assunto defendem a implementação de um Código de Ética Internacional, para determinar regras de funcionamento da inteligência artificial, antes que essa realidade domine todas as pessoas do planeta. Ufa. Partidos políticosNos bastidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os partidos políticos estão cada vez mais perdendo o número de pessoas interessadas em se filiar nas siglas partidárias. A incidência é maior ainda entre os eleitores mais jovens. Urnas eletrônicasPara jornalistas da crônica política de Brasília, a recente incursão do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), com embaixadores de 40 países questionando as urnas eletrônicas, pode significar várias coisas, inclusive uma incerteza de sucesso em seu projeto político. Força das betsAs forças de segurança de São Paulo e do Rio de Janeiro informaram ao Ministério da Justiça sobre indícios que as denominadas bets estão servindo de apoio para o crime organizado lavar dinheiro. Isso vai exigir uma longa investigação. Lula internacionalSem mencionar fontes, o ex-deputado federal e empresário, Emerson Kapaz, em comentário na TV Cultura, disse que o presidente Lula (PT) pode ser convidado a ajudar na discussão para melhorar o ambiente diplomático entre Russa e Ucrânia.
Novo presidente da Fiemg
O próximo ano começa com uma nova liderança, diante da eleição do empresário e produtor rural Guilherme Abrantes, para comandar a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) até 2030. Sabidamente, a instituição tem prestígio nacional e em muitas oportunidades serve como interlocutora perante o Poder Público, quando se faz necessária a adequação de medidas que possam impactar no âmbito da economia mineira. O desafio do futuro dirigente é adequar a Fiemg aos novos tempos, trazendo inovação para permitir o crescimento do Parque Industrial do Estado, com possibilidade de tornar as empresas mais eficientes e competitivas em Minas, no Brasil e no mercado internacional. Dados estatísticos comprovam que as indústrias do Estado são responsáveis por 30% do Produto Interno Bruto (PIB), se destacando como o segundo maior exportador nacional, comercializando preferencialmente com a China e os Estados Unidos. Nosso desenvolvimento está calcado em pilares sólidos, com destaque para a exponencial importância do setor mineral, produtos metalúrgicos, produção e exportação de café, evolução da energia eólica/solar e também a agroindústria, em patamares geradores de muitos empregos e recolhimento de impostos aos cofres públicos. No limiar de 2027, o bacharel em administração de empresas Guilherme Abrantes terá oportunidade de evidenciar toda a sua vivência de um cidadão bem resolvido na sua atividade empresarial, com exímias condições de incrementar o diálogo com os diversos escaninhos da vida cotidiana mineira e nacional, para engrandecimento do segmento que representa. Além do mais, o novo dirigente já tem experiência na Fiemg, pois ocupou o cargo de diretor financeiro na gestão do presidente Flávio Roscoe. Com experiência de um líder empresarial de sucesso, os ares que rondam a Federação das Indústrias se projetam como alvissareiros. Por todos os títulos, roga-se que o presidente e toda a diretoria, a serem empossados no dia 1º de janeiro de 2027, pratiquem as boas práticas de convivência democrática, estabelecendo um preponderante padrão de harmonia com os poderes constituídos, especialmente Legislativo e Executivo, entes fundamentais no apoio a projetos que garantem a infraestrutura básica.
Bastidores da sucessão ao Governo de Minas tem semana movimentada

As definições de nomes para concorrer ao Governo de Minas tomaram rumos diferentes, depois da decisão do ex-secretário Marcelo Aro (Podemos) em concorrer ao Palácio Tiradentes. Em reunião com o atual governador Mateus Simões (PSD), na última semana, Aro agradeceu a parceria de longa data com o chefe do Executivo, mas sinalizou a sua saída do grupo, para buscar voo próprio na peleja deste ano. Nos corredores da Assembleia Legislativa, as especulações indicavam que Aro poderia contar com o apoio do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), diante da indicação do nome de um irmão dele para ser registrado na condição de vice na chapa do ex-secretário. MDB com Simões? A convenção do MDB já estava agendada para 1º de agosto, mas 24 horas antes do evento, ainda era avaliada sobre a conveniência da retirada da candidatura de Gabriel Azevedo, para facilitar uma aproximação do MDB com Mateus Simões. Isso relacionado ao interesse pelo crescimento da candidatura do presidente do partido, deputado federal Newton Cardoso Júnior, com objetivo de conquistar uma votação expressiva em seu projeto de mais uma reeleição. Até mesmo o nome do ex-vice-governador Paulo Brant também entrou em cena, para que diante desse possível acordo, conquistasse sucesso na caminhada à Câmara Federal. Para os jornalistas da crônica política mineira, por sua ligação com o presidente Lula, Patrus Ananias (PT) segue na direção de chegar ao segundo turno do pleito. Outra probabilidade seria ele disputar com o sugerido candidato Marcelo Aro, considerado um nome com uma enorme malha de apoio junto às lideranças. Ao governador Mateus Simões, diante dessas incursões, estava sobrando uma alternativa: acatar a enfatização de bastidores e ter como companheiro de chapa um vice a ser indicado pelo Partido Novo, um de seus compromissos assumidos com o seu padrinho político, o ex-governador Romeu Zema (Novo).
Edição 2229 – 25 de julho a 1º de agosto de 2026

Clique aqui para baixar a versão digital
Vigílias – 25 de julho a 1º de agosto de 2026
Prestígio do deputadoA votação e escolha de Ione Pinheiro como Conselheira do Tribunal de Contas teve vários padrinhos. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, comentários apontam para uma atuação firme do deputado Ulysses Gomes (PT). Ele teria sido fundamental para garantir o apoio do bloco de oposição à candidatura de Ione. Duelo entre os grandesA semana terminou sem que a imprensa de Belo Horizonte conseguisse perceber sinais de trégua na briga entre o senador Carlos Viana (PSD) e o ex-secretário de Governo, Marcelo Aro (Podemos). Ambos buscam uma vaga ao Senado e o governador Mateus Simões (PSD), por ser do mesmo partido de Viana, entrou em uma espécie de beco sem saída. Governador ou prefeito?O pré-candidato a governador, Gabriel Azevedo (MDB), tem sido flagrado em conversas reservadas e afiançado que se a candidatura ao Palácio Tiradentes não decolar, já ficaria pronto para pleitear a Prefeitura de BH, daqui a dois anos. Ele está blefando ou desmerecendo a sua disputa majoritária nesta peleja. Deputado e a Polícia FederalQuase toda semana, a imprensa mineira e nacional sempre trazem informações ligando o deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos) a algum tipo de esquema ilícito, inclusive em relação ao problema do INSS. Isso ainda vai dar xabú. Poder é fascinanteDepois de vários anos afastado da política, o ex-prefeito de Nova Lima, Vitor Penido (PL), aceitou ser candidato a deputado federal. Dizem que seria mais um para puxar votos com a finalidade de ajudar a legenda na composição da bancada federal. Empresário e políticoPersonalidades que discutem temas relevantes sobre a política mineira têm um roteiro comum: conversar com o famoso empresário Rubens Menin, sempre disposto a opinar sobre os projetos majoritários de 2026. Emendas parlamentaresPesquisas preliminares comprovam que uma média de 87% dos atuais deputados federais deve tentar a reeleição este ano. Essa certeza ocorre em função dos enormes recursos financeiros repassados aos municípios, através das emendas parlamentares. Uma verdadeira farra com o dinheiro público. Vida sem internet“As pessoas têm procurado refúgio em pequenas cidades do interior do Brasil para garantir mais sossego. De nada adianta se não deixarem de lado o aparelho celular e conexão com a internet”. Opinião do filósofo Luiz Felipe Pondé. Política internacionalNa avaliação do cientista político Sérgio Fausto, a recente mudança do primeiro-ministro da Inglaterra é para evitar que o país caia sob o controle da extrema-direita. “Essa realidade tem sido cada vez mais discutida, depois que os ingleses deixaram de pertencer a comunidade Europeia”. Professores em apurosPara o reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, as autoridades não devem ficar votando leis para aumentar a grade curricular, sem oferecer a infraestrutura. “O importante é priorizar o ensino de português, matemática e ciências”, vaticinou. Direita desunidaA ideia da candidatura de Flávio Bolsonaro era usar a força dele e do Partido Liberal para unir a direita brasileira. Mas isso não vem ocorrendo e traz um certo desconforto para os políticos conservadores”. Avaliação da crônica política de Brasília. Fiscalizando as emendasFontes do Palácio do Planalto apostam que se o presidente Lula (PT) for reeleito, haverá um esforço visando fiscalizar as emendas parlamentares. O objetivo é diminuir essa espécie de farra coletiva com o dinheiro do contribuinte. Pesquisas eleitoraisA ideia do ministro Nunes Marques em criar o “Selo de Acurácia Eleitoral”, que premia os institutos de pesquisa mais próximos aos resultados das urnas, parece não ter empolgado ninguém, inclusive os próprios pares no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Direita e a comunicaçãoO jornalista Gerson Camarotti afirma: “a direita brasileira consegue ser muito mais eficiente do que os adversários, quando o assunto é sua comunicação nas redes sociais, cujos conteúdos publicados são facilmente assimilados pelos internautas”. AMM busca diálogoA Associação Mineira de Municípios (AMM) participou do encontro “Diálogos Regionais – a privatização e os próximos passos”, promovido pela Copasa, em Juiz de Fora. Na reunião, a presidente da Companhia, Marília Carvalho de Melo, esclareceu dúvidas dos gestores sobre o processo de privatização, o planejamento e os investimentos previstos para o saneamento nos municípios mineiros.
Hospitais Regionais
O planejamento do governo mineiro, implementado há cerca de três anos com o objetivo de construir Hospitais Regionais, proporcionou momentos de esperança e até de euforia perante a população. Hoje, constata-se que das cinco unidades prometidas, apenas a obra do prédio em Divinópolis foi erguida. As demais continuam sendo tocadas ao sabor da burocracia estatal, servindo tão somente para incrementar ou renovar as promessas de campanhas eleitorais de 2026. Estrategicamente, a possível entrada em funcionamento dessas unidades desafogaria as demandas por procedimentos médicos, especialmente pelos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Há uma enorme saturação na rede estrutural, pelo excesso na procura por tratamentos e exames em Belo Horizonte, notadamente de pessoas procedentes das mais diferentes regiões de Minas Gerais. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, uma média de 15 mil pessoas por dia são atendidas na capital mineira nas unidades próprias. Além disso, os postos da Farmácia de Minas e Farmácia Popular coadunam com enormes filas de quem tem o direito de acessar seus remédios gratuitamente. Ao longo dos últimos três anos, o tema vem ocupando o noticiário, mas o que pouco se propala é que os recursos para viabilização dos prédios em Governador Valadares, Conselheiro Lafaiete, Sete Lagoas e Teófilo Otoni, assim como o já concluído em Divinópolis, está sendo viável pelos aportes financeiros da mineradora Vale, como reparação em função do rompimento da Barragem em Brumadinho. Os valores seriam administrados pelo Governo de Minas, mas tudo ficou meio fosco. Era comum ouvir o então governador Romeu Zema (Novo) afiançar: “Estamos realizando essas obras para garantir uma saúde melhor para todos”. O que ele ocultou foi que tudo isso aconteceu com perda de vidas e muito sangue derramado, durante a tragédia do rompimento em 2019. Certamente, é sem sentido a citação do ditado popular, segundo o qual em política vale tudo, só não vale perder a eleição. No episódio aqui narrado, seria de bom senso ao menos respeitar a memória das 272 vítimas fatais do nefasto acontecimento.
Petistas apostam que eleição de Patrus poderia ajudar na governabilidade

Até o último momento, os assuntos envolvendo a sucessão mineira continuaram alimentando o noticiário político, mas com informações truncadas. Em muitas cenas sem sentido, um grupo de pessoas dizia que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) seria vice, enquanto o ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli (PL), ficaria na titularidade da disputa. Momentos após essas revelações, concebia-se um viés contrário, com Medioli para vice e o senador mineiro na cabeça de chapa. Em outro encontro, aconteceu também uma espécie de rebelião por parte do ex-secretário de Governo, Marcelo Aro (Podemos). Sempre próximo ao governador Mateus Simões (PSD), ele resolveu se afastar do grupo e postou nas redes sociais as suas incursões em Brasília, sobretudo para tentar viabilizar sua possível candidatura ao Governo de Minas. Até então, Aro pleitearia uma vaga no Senado. Porém, diante do crescimento da popularidade de Carlos Viana (PSD), após a sua passagem como presidente da CPMI do INSS, houve uma certa ciumeira entre ambos. Sobre a eleição ao governo em 2026, matemáticos analisam que a briga nos bastidores entre Viana e Aro deixa a base política e Mateus Simões ainda mais fragilizada. Até o momento, o atual chefe do Executivo não tem demonstrado crescimento nas últimas pesquisas eleitorais. Relativamente ao lançamento do nome de Patrus Ananias (PT) para disputar a peleja deste ano, ouviu-se de tudo. Até mesmo que se tratava de um político já vencido pelo tempo, com seus 76 anos de vida. Na avaliação dos otimistas, a indicação dele tem um motivo especial. Se eleito, Patrus iria governar com o apoio do Planalto, possibilitando um caminho para a negociação da dívida do Estado com a União. Será necessário esperar para saber se efetivamente o projeto do petista mineiro vai dar certo. Foram fortes as especulações de lado a lado, movimentando os diferentes grupos políticos em Minas. Mas existem casos em que o silêncio também foi a tônica. Essa foi a realidade referente ao ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe. Lançado como pré-candidato, o noticiário sobre o assunto foi fraco nos últimos dias, sinalizando que sua tese não deve vingar.
Edição 2228 – 18 a 25 de julho de 2026

Clique aqui para baixar a versão digital
Vigílias – 18 a 25 de julho de 2026
Desafio entre políticos Considerado um político forjado pela massa de eleitores da região do Barreiro, em Belo Horizonte, o deputado Marcelo Álvaro Antônio (PL) terá de provar que é líder local, porque o seu opositor, o presidente da Câmara Municipal de BH, Juliano Lopes (Podemos), também quer uma fatia da popularidade do bairro, pelo motivo de ser candidato a deputado estadual. Vai ser um duelo interessante. Presidentes milionários Em Brasília, o noticiário informa que o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, teria aumentado seu patrimônio pelas benesses relacionadas às emendas parlamentares. Em Minas, situação semelhante acontece com o presidente do Avante, Luis Tibé. Se a Receita Federal vasculhar o seu patrimônio, pode ser que encontre algo acima da média. Denúncia contra o Itaú O site Metrópoles continua insistindo em denunciar que o Banco Itaú está dando um calote milionário na Prefeitura de São Paulo, por deixar de recolher impostos devidos. Ligações perigosas Se for feita uma investigação minuciosa a respeito do envolvimento de Eduardo Cunha com as emendas parlamentares de conotação duvidosa, podem acabar descobrindo que muitos municípios da base eleitoral do deputado João Magalhães (PSD) estão na lista dos beneficiados. Ufa. Copa do Mundo Ao comentar sobre a ideia de realizar uma Copa do Mundo com 64 times, a jornalista Patrícia Campos Mello vaticinou: “Isso vai parecer uma Assembleia Geral da ONU, com o presidente Donald Trump dando as cartas”. Abraço de afogados Denunciado pela Polícia Federal pelo possível envolvimento na máfia do INSS, o deputado federal Euclydes Pettersen tem insistido no apoio ao senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ao Governo de Minas. Toda vez que ambos aparecem juntos, logo ironizam que mais parece um abraço de afogados. Master e a Igreja Conforme o jornalista Fernando Abrucio, a Polícia Federal deverá escancarar os valores que o Banco Master teria transferido para uma unidade da Igreja da Lagoinha, em Belo Horizonte. Essa história envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro parece não ter fim. Ação de gângsteres? Ainda a respeito das atividades ilícitas do Banco Master, o jornalista Joel Pinheiro considera o movimento como um espelho que reflete o esquema dos gângsteres do passado. Delação premiada mineira Nos bastidores da Assembleia Legislativa, uma informação indica a possibilidade do empresário João Alberto Paixão Lage, que está usando tornozeleira, fazer uma delação premiada para evitar se complicar no processo em que é acusado de práticas indevidas no setor mineral mineiro. Isso vai dar xabú. Fiasco no futebol Para muitos torcedores, o fiasco da Seleção Brasileira na Copa do Mundo reside no fato da ganância da CBF. É que antes de priorizar o esporte, a Confederação sempre visa aumentar o volume de dinheiro nos seus cofres. Violência contra jovens Segundo os órgãos de segurança do Ministério da Justiça, uma média de 100 casos de violência contra jovens e adolescentes até a faixa dos 14 anos são registrados por dia. A imensa maioria dos delitos é praticada na própria família das vítimas. Flávio Bolsonaro Cientistas políticos ainda não sabem como orientar o candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), quando o assunto é o seu reconhecido envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. É um tema complexo e sem um viés minimamente positivo. Ex-primeira-dama “A popularidade da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro (PL), a permite voar mais alto. Por conta desta realidade, está certa em não aceitar apenas o papel de mera coadjuvante no processo eleitoral que se avizinha”. Opinião do pesquisador Maurício Moura. Lula X Bolsonaro Para o cientista político Sérgio Fausto, as pesquisas de bastidores no tangente à sucessão presidencial estão detectando uma certa dose de cansaço, por ficar apenas orbitando entre assuntos envolvendo lulistas e bolsonaristas.