Bastidores da sucessão ao Governo de Minas tem semana movimentada

As definições de nomes para concorrer ao Governo de Minas tomaram rumos diferentes, depois da decisão do ex-secretário Marcelo Aro (Podemos) em concorrer ao Palácio Tiradentes. Em reunião com o atual governador Mateus Simões (PSD), na última semana, Aro agradeceu a parceria de longa data com o chefe do Executivo, mas sinalizou a sua saída do grupo, para buscar voo próprio na peleja deste ano. Nos corredores da Assembleia Legislativa, as especulações indicavam que Aro poderia contar com o apoio do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), diante da indicação do nome de um irmão dele para ser registrado na condição de vice na chapa do ex-secretário. MDB com Simões? A convenção do MDB já estava agendada para 1º de agosto, mas 24 horas antes do evento, ainda era avaliada sobre a conveniência da retirada da candidatura de Gabriel Azevedo, para facilitar uma aproximação do MDB com Mateus Simões. Isso relacionado ao interesse pelo crescimento da candidatura do presidente do partido, deputado federal Newton Cardoso Júnior, com objetivo de conquistar uma votação expressiva em seu projeto de mais uma reeleição. Até mesmo o nome do ex-vice-governador Paulo Brant também entrou em cena, para que diante desse possível acordo, conquistasse sucesso na caminhada à Câmara Federal. Para os jornalistas da crônica política mineira, por sua ligação com o presidente Lula, Patrus Ananias (PT) segue na direção de chegar ao segundo turno do pleito. Outra probabilidade seria ele disputar com o sugerido candidato Marcelo Aro, considerado um nome com uma enorme malha de apoio junto às lideranças. Ao governador Mateus Simões, diante dessas incursões, estava sobrando uma alternativa: acatar a enfatização de bastidores e ter como companheiro de chapa um vice a ser indicado pelo Partido Novo, um de seus compromissos assumidos com o seu padrinho político, o ex-governador Romeu Zema (Novo).
Edição 2229 – 25 de julho a 1º de agosto de 2026

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Vigílias – 25 de julho a 1º de agosto de 2026
Prestígio do deputadoA votação e escolha de Ione Pinheiro como Conselheira do Tribunal de Contas teve vários padrinhos. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, comentários apontam para uma atuação firme do deputado Ulysses Gomes (PT). Ele teria sido fundamental para garantir o apoio do bloco de oposição à candidatura de Ione. Duelo entre os grandesA semana terminou sem que a imprensa de Belo Horizonte conseguisse perceber sinais de trégua na briga entre o senador Carlos Viana (PSD) e o ex-secretário de Governo, Marcelo Aro (Podemos). Ambos buscam uma vaga ao Senado e o governador Mateus Simões (PSD), por ser do mesmo partido de Viana, entrou em uma espécie de beco sem saída. Governador ou prefeito?O pré-candidato a governador, Gabriel Azevedo (MDB), tem sido flagrado em conversas reservadas e afiançado que se a candidatura ao Palácio Tiradentes não decolar, já ficaria pronto para pleitear a Prefeitura de BH, daqui a dois anos. Ele está blefando ou desmerecendo a sua disputa majoritária nesta peleja. Deputado e a Polícia FederalQuase toda semana, a imprensa mineira e nacional sempre trazem informações ligando o deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos) a algum tipo de esquema ilícito, inclusive em relação ao problema do INSS. Isso ainda vai dar xabú. Poder é fascinanteDepois de vários anos afastado da política, o ex-prefeito de Nova Lima, Vitor Penido (PL), aceitou ser candidato a deputado federal. Dizem que seria mais um para puxar votos com a finalidade de ajudar a legenda na composição da bancada federal. Empresário e políticoPersonalidades que discutem temas relevantes sobre a política mineira têm um roteiro comum: conversar com o famoso empresário Rubens Menin, sempre disposto a opinar sobre os projetos majoritários de 2026. Emendas parlamentaresPesquisas preliminares comprovam que uma média de 87% dos atuais deputados federais deve tentar a reeleição este ano. Essa certeza ocorre em função dos enormes recursos financeiros repassados aos municípios, através das emendas parlamentares. Uma verdadeira farra com o dinheiro público. Vida sem internet“As pessoas têm procurado refúgio em pequenas cidades do interior do Brasil para garantir mais sossego. De nada adianta se não deixarem de lado o aparelho celular e conexão com a internet”. Opinião do filósofo Luiz Felipe Pondé. Política internacionalNa avaliação do cientista político Sérgio Fausto, a recente mudança do primeiro-ministro da Inglaterra é para evitar que o país caia sob o controle da extrema-direita. “Essa realidade tem sido cada vez mais discutida, depois que os ingleses deixaram de pertencer a comunidade Europeia”. Professores em apurosPara o reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, as autoridades não devem ficar votando leis para aumentar a grade curricular, sem oferecer a infraestrutura. “O importante é priorizar o ensino de português, matemática e ciências”, vaticinou. Direita desunidaA ideia da candidatura de Flávio Bolsonaro era usar a força dele e do Partido Liberal para unir a direita brasileira. Mas isso não vem ocorrendo e traz um certo desconforto para os políticos conservadores”. Avaliação da crônica política de Brasília. Fiscalizando as emendasFontes do Palácio do Planalto apostam que se o presidente Lula (PT) for reeleito, haverá um esforço visando fiscalizar as emendas parlamentares. O objetivo é diminuir essa espécie de farra coletiva com o dinheiro do contribuinte. Pesquisas eleitoraisA ideia do ministro Nunes Marques em criar o “Selo de Acurácia Eleitoral”, que premia os institutos de pesquisa mais próximos aos resultados das urnas, parece não ter empolgado ninguém, inclusive os próprios pares no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Direita e a comunicaçãoO jornalista Gerson Camarotti afirma: “a direita brasileira consegue ser muito mais eficiente do que os adversários, quando o assunto é sua comunicação nas redes sociais, cujos conteúdos publicados são facilmente assimilados pelos internautas”. AMM busca diálogoA Associação Mineira de Municípios (AMM) participou do encontro “Diálogos Regionais – a privatização e os próximos passos”, promovido pela Copasa, em Juiz de Fora. Na reunião, a presidente da Companhia, Marília Carvalho de Melo, esclareceu dúvidas dos gestores sobre o processo de privatização, o planejamento e os investimentos previstos para o saneamento nos municípios mineiros.
Hospitais Regionais
O planejamento do governo mineiro, implementado há cerca de três anos com o objetivo de construir Hospitais Regionais, proporcionou momentos de esperança e até de euforia perante a população. Hoje, constata-se que das cinco unidades prometidas, apenas a obra do prédio em Divinópolis foi erguida. As demais continuam sendo tocadas ao sabor da burocracia estatal, servindo tão somente para incrementar ou renovar as promessas de campanhas eleitorais de 2026. Estrategicamente, a possível entrada em funcionamento dessas unidades desafogaria as demandas por procedimentos médicos, especialmente pelos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Há uma enorme saturação na rede estrutural, pelo excesso na procura por tratamentos e exames em Belo Horizonte, notadamente de pessoas procedentes das mais diferentes regiões de Minas Gerais. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, uma média de 15 mil pessoas por dia são atendidas na capital mineira nas unidades próprias. Além disso, os postos da Farmácia de Minas e Farmácia Popular coadunam com enormes filas de quem tem o direito de acessar seus remédios gratuitamente. Ao longo dos últimos três anos, o tema vem ocupando o noticiário, mas o que pouco se propala é que os recursos para viabilização dos prédios em Governador Valadares, Conselheiro Lafaiete, Sete Lagoas e Teófilo Otoni, assim como o já concluído em Divinópolis, está sendo viável pelos aportes financeiros da mineradora Vale, como reparação em função do rompimento da Barragem em Brumadinho. Os valores seriam administrados pelo Governo de Minas, mas tudo ficou meio fosco. Era comum ouvir o então governador Romeu Zema (Novo) afiançar: “Estamos realizando essas obras para garantir uma saúde melhor para todos”. O que ele ocultou foi que tudo isso aconteceu com perda de vidas e muito sangue derramado, durante a tragédia do rompimento em 2019. Certamente, é sem sentido a citação do ditado popular, segundo o qual em política vale tudo, só não vale perder a eleição. No episódio aqui narrado, seria de bom senso ao menos respeitar a memória das 272 vítimas fatais do nefasto acontecimento.
Petistas apostam que eleição de Patrus poderia ajudar na governabilidade

Até o último momento, os assuntos envolvendo a sucessão mineira continuaram alimentando o noticiário político, mas com informações truncadas. Em muitas cenas sem sentido, um grupo de pessoas dizia que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) seria vice, enquanto o ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli (PL), ficaria na titularidade da disputa. Momentos após essas revelações, concebia-se um viés contrário, com Medioli para vice e o senador mineiro na cabeça de chapa. Em outro encontro, aconteceu também uma espécie de rebelião por parte do ex-secretário de Governo, Marcelo Aro (Podemos). Sempre próximo ao governador Mateus Simões (PSD), ele resolveu se afastar do grupo e postou nas redes sociais as suas incursões em Brasília, sobretudo para tentar viabilizar sua possível candidatura ao Governo de Minas. Até então, Aro pleitearia uma vaga no Senado. Porém, diante do crescimento da popularidade de Carlos Viana (PSD), após a sua passagem como presidente da CPMI do INSS, houve uma certa ciumeira entre ambos. Sobre a eleição ao governo em 2026, matemáticos analisam que a briga nos bastidores entre Viana e Aro deixa a base política e Mateus Simões ainda mais fragilizada. Até o momento, o atual chefe do Executivo não tem demonstrado crescimento nas últimas pesquisas eleitorais. Relativamente ao lançamento do nome de Patrus Ananias (PT) para disputar a peleja deste ano, ouviu-se de tudo. Até mesmo que se tratava de um político já vencido pelo tempo, com seus 76 anos de vida. Na avaliação dos otimistas, a indicação dele tem um motivo especial. Se eleito, Patrus iria governar com o apoio do Planalto, possibilitando um caminho para a negociação da dívida do Estado com a União. Será necessário esperar para saber se efetivamente o projeto do petista mineiro vai dar certo. Foram fortes as especulações de lado a lado, movimentando os diferentes grupos políticos em Minas. Mas existem casos em que o silêncio também foi a tônica. Essa foi a realidade referente ao ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe. Lançado como pré-candidato, o noticiário sobre o assunto foi fraco nos últimos dias, sinalizando que sua tese não deve vingar.
Edição 2228 – 18 a 25 de julho de 2026

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Vigílias – 18 a 25 de julho de 2026
Desafio entre políticos Considerado um político forjado pela massa de eleitores da região do Barreiro, em Belo Horizonte, o deputado Marcelo Álvaro Antônio (PL) terá de provar que é líder local, porque o seu opositor, o presidente da Câmara Municipal de BH, Juliano Lopes (Podemos), também quer uma fatia da popularidade do bairro, pelo motivo de ser candidato a deputado estadual. Vai ser um duelo interessante. Presidentes milionários Em Brasília, o noticiário informa que o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, teria aumentado seu patrimônio pelas benesses relacionadas às emendas parlamentares. Em Minas, situação semelhante acontece com o presidente do Avante, Luis Tibé. Se a Receita Federal vasculhar o seu patrimônio, pode ser que encontre algo acima da média. Denúncia contra o Itaú O site Metrópoles continua insistindo em denunciar que o Banco Itaú está dando um calote milionário na Prefeitura de São Paulo, por deixar de recolher impostos devidos. Ligações perigosas Se for feita uma investigação minuciosa a respeito do envolvimento de Eduardo Cunha com as emendas parlamentares de conotação duvidosa, podem acabar descobrindo que muitos municípios da base eleitoral do deputado João Magalhães (PSD) estão na lista dos beneficiados. Ufa. Copa do Mundo Ao comentar sobre a ideia de realizar uma Copa do Mundo com 64 times, a jornalista Patrícia Campos Mello vaticinou: “Isso vai parecer uma Assembleia Geral da ONU, com o presidente Donald Trump dando as cartas”. Abraço de afogados Denunciado pela Polícia Federal pelo possível envolvimento na máfia do INSS, o deputado federal Euclydes Pettersen tem insistido no apoio ao senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ao Governo de Minas. Toda vez que ambos aparecem juntos, logo ironizam que mais parece um abraço de afogados. Master e a Igreja Conforme o jornalista Fernando Abrucio, a Polícia Federal deverá escancarar os valores que o Banco Master teria transferido para uma unidade da Igreja da Lagoinha, em Belo Horizonte. Essa história envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro parece não ter fim. Ação de gângsteres? Ainda a respeito das atividades ilícitas do Banco Master, o jornalista Joel Pinheiro considera o movimento como um espelho que reflete o esquema dos gângsteres do passado. Delação premiada mineira Nos bastidores da Assembleia Legislativa, uma informação indica a possibilidade do empresário João Alberto Paixão Lage, que está usando tornozeleira, fazer uma delação premiada para evitar se complicar no processo em que é acusado de práticas indevidas no setor mineral mineiro. Isso vai dar xabú. Fiasco no futebol Para muitos torcedores, o fiasco da Seleção Brasileira na Copa do Mundo reside no fato da ganância da CBF. É que antes de priorizar o esporte, a Confederação sempre visa aumentar o volume de dinheiro nos seus cofres. Violência contra jovens Segundo os órgãos de segurança do Ministério da Justiça, uma média de 100 casos de violência contra jovens e adolescentes até a faixa dos 14 anos são registrados por dia. A imensa maioria dos delitos é praticada na própria família das vítimas. Flávio Bolsonaro Cientistas políticos ainda não sabem como orientar o candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), quando o assunto é o seu reconhecido envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. É um tema complexo e sem um viés minimamente positivo. Ex-primeira-dama “A popularidade da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro (PL), a permite voar mais alto. Por conta desta realidade, está certa em não aceitar apenas o papel de mera coadjuvante no processo eleitoral que se avizinha”. Opinião do pesquisador Maurício Moura. Lula X Bolsonaro Para o cientista político Sérgio Fausto, as pesquisas de bastidores no tangente à sucessão presidencial estão detectando uma certa dose de cansaço, por ficar apenas orbitando entre assuntos envolvendo lulistas e bolsonaristas.
Agiotas e a eleição
O assunto envolvendo marginais atuando de forma violenta, para realizar cobranças contra pessoas que conseguiram dinheiro emprestado, aponta para uma ação do crime organizado. Com certeza, o tema será levado às telas pela oposição no período eleitoral, especialmente depois que os Estados Unidos declararam que Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) são grupos terroristas. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, os agiotas são, em sua maioria, colombianos e venezuelanos. Será difícil alguém explicar como essas “gangues” atuam com tanta desenvoltura em Minas e no Brasil. É plausível raciocinar que esses delinquentes têm apoio logístico e intelectual, através de milícias brasileiras em conexão com o exterior. Por exemplo, a Venezuela vive uma de suas maiores crises financeiras. Então, fica a indagação no ar: como alguém procedente desse país tem dinheiro para emprestar a comerciantes e donas de casa? O tema turbinou o noticiário, com enorme repercussão também nas redes sociais. Até porque, coube a Polícia Civil de Minas detalhar a crueldade dos malfeitores. Começa pelos juros extorsivos, havendo casos com taxa de 30% ao dia. E o estilo de cobrança tem requintes de violência, escolhendo sempre presas mais fáceis, como mulheres que residem sozinhas e pequenos comerciantes. O modus operandi desses canalhas em muito lembra outra denominação dessa violência, o “cangaço urbano”, quando assaltantes invadem pequenas cidades, estouram caixas bancários e sacam valores altos, deixando para trás mortes e um rastro de terror sem igual. No caso presente, com potencial comprometedor da segurança cotidiana das pessoas. O governo brasileiro está sendo cobrado a identificar quais são as efetivas ramificações internacionais do jogo sujo desses forasteiros. Esclarecer a origem desse bando de malfeitores é uma questão de urgência, até mesmo para evitar a sua propagação em terrenos diferentes, ampliando suas garras e fazendo novos alvos. O requinte de malvadeza desses transgressores, ao apontar uma arma para a cabeça dos devedores, nos rememora a prática de guerrilha. Cuidemos de nossa situação interna enquanto há tempo.
Pré-candidato Jarbas Soares busca apoio do União Brasil na disputa ao governo

A escalada de indefinição na escolha de nomes para disputar o Governo de Minas travou o noticiário político, que para não ficar em silêncio, apenas especulou sobre o assunto. Nas últimas semanas, as publicações veiculadas nas redes sociais pela manhã eram desmentidas no final da tarde, como se fosse uma espécie de gangorra cibernética. Uma informação nos bastidores acendeu as esperanças e serviu de luz no caminho de Jarbas Soares (PSB). Fontes categorizam que na noite de quarta-feira passada, o pré-candidato esteve reunido com o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, naturalmente buscando focar na capilaridade de seu projeto rumo ao Palácio Tiradentes. Na avaliação de pessoas próximas, caso Soares conquiste o apoio formal do União Brasil, teria mais robustez para turbinar a sua campanha, através de uma estrutura partidária, já que a sigla em Minas é composta por vários deputados, prefeitos, vereadores e uma polpuda verba procedente do Fundo Eleitoral. Certamente, também contaria com a aprovação do Planalto. “É uma verdadeira corrida contra o tempo, mas em política tudo é possível”, analisa o ex- -presidente da Assembleia Legislativa, Romeu Queiroz (PSB). Ele é mencionado como uma opção para suplente na chapa da candidata ao Senado, Marília Campos (PT). Nesse vaivém dos assuntos atinentes às eleições deste ano, não havendo uma estrutura de aliança para servir de palanque para Lula em Minas, o Partido dos Trabalhadores não abrirá mão da candidatura própria, cuja definição recai sobre o nome do deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias. Medioli ou Flávio Roscoe Como se fosse uma novela sem fim, os pretendentes mais conservadores também enfrentam indefinições. Até o último momento, não havia clareza em relação à candidatura do empresário e ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli (PL). Aliás, ele é do mesmo partido do presidente licenciado da Federação das Indústrias, Flávio Roscoe. Já no âmbito do Republicanos, tudo permanece travado até uma resolução da sua estrela maior, o senador Cleitinho Azevedo, que sempre pede mais dias para anunciar a sua decisão final.
Edição 2227 – 11 a 18 de julho de 2026

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