Debate insosso

Um ar de timidez tomou conta do primeiro debate com os principais candidatos ao Governo do Estado. Por conta dessa realidade, jornalistas e analistas políticos consideram que as duas horas de programa, transmitido ao vivo pela Band Minas, não foram suficientes para encaminhar qualquer convencimento aos eleitores. Presente ao evento, entre outros debatedores, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) sequer demonstrou a vibração de locução verbal das redes sociais, cuja linguagem o prioriza como candidato preferido ao Palácio Tiradentes, segundo as últimas pesquisas. O tempo todo, o senador fazia questão de deixar de lado a sua linha radical de discurso, categorizando que caso seja eleito, buscará alianças com o governo federal, independente do escolhido para presidente. Uma das cenas hilárias do certame envolveu o candidato Alexandre Kalil (PDT) e o seu opositor Gabriel Azevedo (MDB). Indagado por Gabriel sobre as mais de 200 páginas do programa de governo, ao seu estilo meio grotesco, o pedetista respondeu de pronto. “Então você se deu ao trabalho de ler todas as páginas? Eu não tive tempo de fazer isso, até o momento”, vaticinou. Ideologicamente, o senador Cleitinho deixou claro o seu alinhamento com viés da direita, prometendo fazer campanha em defesa do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). O nome apoiado pelos bolsonaristas é o do presidente licenciado da Fiemg, Flávio Roscoe (PL). Ao lado dele está o homem forte das redes sociais, o deputado Nikolas Ferreira (PL). Ainda não se sabe como vai funcionar o palanque de Flávio Bolsonaro em Minas. Até porque, o Partido Liberal encampou a candidatura de Domingos Sávio ao Senado, enquanto do lado do senador Cleitinho, o nome expoente nessa peleja é o do polêmico Marcelo Aro (PP), já em plena campanha. Os debatedores pouparam críticas ao candidato Patrus Ananias (PT). Embora tenha confirmado presença na transmissão, o petista mandou avisar que compromissos fora do Estado o impediam de estar presente. A sua ausência teve dupla interpretação. “Medo das perguntas dos adversários ou quem sabe ele já estaria pontuando melhor nas pesquisas eleitorais”, vaticinaram os organizadores do programa da Band Minas.

Adversários evitam confronto direto contra o candidato Cleitinho Azevedo

Campanhas claramente desestruturadas, eventos que não foram ao gosto dos candidatos, além da indefinição de qual o rumo a ser seguido, do ponto de vista de enfrentar os adversários. Assim está a caminhada dos candidatos ao Palácio Tiradentes na peleja de 2026. Na opinião de jornalistas da crônica política mineira, caso ninguém tenha coragem de questionar Cleitinho Azevedo (Republicanos), o candidato pode ficar cada vez mais fortalecido, aumentando a vantagem sobre os demais concorrentes. Até porque, já aparece em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais desde o início do ano. Nomes secundários Se os postulantes têm receio de atacar o passado e o presente do senador Cleitinho, não resta muita alternativa a eles a não ser se prepararem para a campanha. Até o momento, são desconhecidas as propostas de cada um desses autores. A partir desta semana, com a organização estrutural dos projetos eleitorais, deve ocorrer a divulgação das ideias dos proponentes aos eleitores. Nos corredores da Assembleia Legislativa, assim como também na Porta do Café Nice, no Centro de Belo Horizonte, propala-se a tendência de incremento de dois grupos. No possível primeiro pelotão, seriam protagonistas o aludido senador Cleitinho Azevedo, o candidato à reeleição Mateus Simões (PSD), e o representante das esquerdas, Patrus Ananias (PT). Já no segundo grupamento, pela ordem, vem o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT), Gabriel Azevedo (MDB) e Flávio Roscoe (PL). Para pensadores políticos ouvidos por nossa reportagem, os nomes de Kalil, Roscoe e Gabriel estariam compilados em uma lista de meros coadjuvantes na peleja desse ano. A tendência é haver uma acomodação eleitoral em favor dos outros três nomes até agora mais proeminentes nas entranhas da política mineira.

Vigílias – 15 a 22 de agosto de 2026

Cleitinho/Eduardo CunhaPara deixar o grupo do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) irritado, basta dizer que ele tem como um dos articuladores políticos o ex-deputado Eduardo Cunha (Republicanos). Como se sabe, Cunha é candidato a parlamentar federal por Minas Gerais e pelo mesmo partido do ilustre senador. Uma mistura difícil de ser digerida pelos eleitores. Apoio de prefeitosNos meandros da Assembleia Legislativa, circulam informações indicando que grande parte dos prefeitos do Sul de Minas apoia a reeleição do governador Mateus Simões (PSD). A conferir. Pacheco, ministro?Decidido a abandonar a vida parlamentar, Rodrigo Pacheco (PSB) ainda tem padrinhos fortes em Brasília. Dependendo do resultado das urnas à sucessão presidencial, o senador pode ser indicado para ser ministro de uma Corte Superior. É uma maneira de não o deixá-lo ao sereno. Danilo e MosconiQuem milita nos bastidores da política mineira nutre a convicção de que o ex-deputado federal e ex-secretário de Governo, Danilo de Castro (União Brasil), indicado para compor chapa com o governador Mateus Simões (PSD), se destaca como um grande articulador. Quanto a Carlos Mosconi (PSDB) como vice de Alexandre Kalil (PDT), sabe-se apenas que o ex-deputado está afastado da vida pública há cerca de 20 anos. Ou seja, nada acrescenta ao projeto de Kalil. Inteligência artificialA preocupação do Superior Tribunal Eleitoral era relacionada apenas às urnas eletrônicas. No pleito de 2026, o problema da Corte também será a harmonia entre os candidatos e o uso da inteligência artificial. Um tema sem regulamentação e que vai exigir muito esforço dos ministros. Assunto delicadoAinda sobre a inteligência artificial, existem especialistas sugerindo que o tema deveria ser debatido nas escolas de segundo grau, visto que o uso indevido da ferramenta é um problema sério. Salários do JudiciárioA professora de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Eloísa Machado Almeida, em debate na TV Cultura, foi direto ao ponto. “Se o Supremo Tribunal Federal busca apoio para ser uma instituição respeitada, precisa rever o pagamento de juízes que recebem até R$ 400 mil por mês. É um desrespeito com a população”. Indígenas e a florestaFrase ouvida na sala ao lado do gabinete do presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos): “o indígena, quando não faz nada, ao menos está preservando a floresta. Já o homem branco, na maioria das vezes, promove ações capazes de comprometer o meio ambiente”. Jogos eletrônicosO governo federal tem jogado pesado ao exibir mensagens e avisos indicando que os jogos eletrônicos fazem mal à saúde financeira das pessoas. Enquanto isso, especialistas confirmam que existem 62 milhões de brasileiros envolvidos com as bets. Aécio, fazendeiro?No pequeno município de Lassance, no Norte de Minas, a observação de um morador chamou a atenção. Segundo essa figura anônima, o deputado Aécio Neves (PSDB), ao abandonar a disputa eleitoral, poderá migrar até mesmo para a atividade rural. Ufa. Poderio bélico americanoCorrespondente de grandes jornais europeus, o jornalista Nelson Garrone enfatiza: “o governo americano mente ao dizer que não falta material bélico para continuar mantendo guerras pelo mundo afora. É claro que o seu paiol de armas está meio vazio”. Escala 6×1Continua a pressão sobre o Senado Federal para avançar com a PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1. Se aprovada, pode se tornar uma forte vitrine eleitoral para o presidente Lula (PT). Os parlamentares de oposição estão em situação complicada, porque não querem ficar contra a vontade do trabalhador e não pretendem turbinar o projeto governista. Qual o papel do vice?Segundo comentários de jornalistas da crônica política de Brasília, o ideal é que o candidato a vice-governador ou vice-presidente da República não atrapalhe o titular da disputa. Extrema-direitaPara o cientista político Sérgio Fausto, nessas próximas eleições, muitos usuários de redes sociais vão se articular de maneira intensa para defender os interesses da extrema-direita no Brasil. Ele avalia que o radicalismo desse grupo é algo efetivamente preocupante.

Plano Safra 2026/2027

Na época da pandemia de COVID-19, com o objetivo de ajudar a amenizar a situação de penúria em que se encontravam as empresas e os estabelecimentos comerciais em geral, o governo federal lançou o programa de financiamento denominado Pronampe. Em sua grande maioria, os recursos atenderam as empresas mais bem estruturadas que não estavam com elevado grau de dificuldades naquele momento, mas foram beneficiadas com a linha de crédito com juros subsidiados pelo Poder Central. Atualmente, existe uma situação similar. Trata-se do Plano Safra 2026/2027, orçado em R$ 622,4 bilhões. Informações nos bastidores apontam que os pequenos produtores rurais, sabidamente os mais carentes de recursos financeiros, já estão preocupados com a dificuldade em acessar o crédito, por conta das exigências bancárias. Especialistas enfatizam que o volume de recursos ajuda, mas não resolve a demanda, porque o gargalo é de absorção e não de oferta. Uma constatação é que o agricultor familiar não tem estrutura para lidar com a burocracia, como comprovação de renda, projeto técnico e também o cadastro ambiental. Especificamente em Minas, conforme a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faemg), esses entraves prejudicam diretamente cadeias como café, leite, grãos, pecuária, floricultura e horticultura. A consultora do Sistema Faemg Senar, Aline Veloso, lembra que o produtor posterga a compra de máquinas, sistema de irrigação, armazenagem, agricultura de precisão e práticas sustentáveis. Isso reduz ganhos de produtividade, aumenta custos operacionais e diminui a competitividade. Ela avalia que investir neste segmento não é gasto, mas condição para produzir com mais eficiência. No Estado e no Brasil, há uma movimentação das lideranças desse segmento produtivo para melhor alinhar o Plano Safra 2026/2027 com as efetivas demandas do campo, concebendo a possibilidade de o país continuar sendo um dos maiores produtores do mundo no agronegócio. O importante é encontrar uma solução antes do período da colheita, até porque, após esse tempo, as providências reivindicadas pelo setor podem ser inócuas.

Vigílias – 8 a 15 de agosto de 2026

Cleitinho desisteHá 40 dias, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) anunciou sua desistência da sucessão mineira e deu várias versões para justificar a decisão. Agora, a mesma situação ocorre em relação ao senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Nos bastidores de Brasília e Belo Horizonte, permanece a insinuação enfática de sua ligação com o presidente do seu partido, o deputado federal Euclydes Pettersen, investigado pelo envolvimento com a máfia do INSS. Um “bebê chorão”Analistas políticos entendem que o ex-prefeito de Patos de Minas e ex-presidente da Associação Mineira de Municípios, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), que renunciou aos dois cargos, deveria ter avaliado melhor a sua atitude, até porque, tomou a decisão baseada em conversa e entendimento com o senador Cleitinho. “Ele precisa ter cuidado e se entender com políticos mais experientes, sem alinhar a esse verdadeiro bebê chorão”. Ironizavam nos corredores da Assembleia Legislativa. Deputado fielMesmo após deixar o cargo de secretário de Estado de Governo, há cerca de dois anos, o deputado Gustavo Valadares (PSD) fez elogios rasgados ao governador Mateus Simões (PSD) no dia da convenção partidária. Certamente, o ilustre parlamentar estava de olho no rescaldo das emendas parlamentares. Correndo do perigoCandidato a deputado federal pelo Republicanos, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi evitado por várias figuras de prestígio no dia da convenção de seu partido. Inclusive, algumas se recusaram a fazer foto com Cunha por causa de seu passado nebuloso. Sem personalidade própriaOs marqueteiros políticos de Minas avaliam que o deputado federal Newton Cardoso Júnior (MDB), ao incluir foto do seu pai, Newton Cardoso, em material de campanha, prova que ainda depende da imagem do ex-governador para fazer sucesso na política. Ou seja, deveria demonstrar personalidade própria. Política internacionalPara o empresário e ex-deputado federal Emerson Kapaz, o presidente americano Donald Trump continuará fazendo declarações e gerando instabilidade no episódio com o Irã, enquanto as famílias seguem comprando ações das empresas fabricantes de armas. Política mineiraEx-aliados na política mineira, mas essa amizade já não tem frutos. Portanto, não convidem para a mesma mesa o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o senador Rodrigo Pacheco (PSB). Convenção do PSDDurante a convenção estadual do PSD, realizada na Assembleia Legislativa, o entusiasmado locutor bradava: “Reunimos mais de 300 prefeitos que vieram trazer apoio ao candidato à reeleição Mateus Simões”. Ao final, o comunicador foi corrigido por um convencional: “Acho que ele queria dizer uns 30 prefeitos ao invés de 300”. Ironias à parte, a caravana dos municípios pode ter contabilizado a presença de cem chefes do Executivo no evento. Jogatina eletrônicaEspecialistas e autoridades afiançam que as bets estão causando sérios problemas à saúde das pessoas. No entanto, uma média de 60% das firmas de apostas atua sem a devida autorização legal. Um verdadeiro desafio para o poder público. Canetas emagrecedorasSegundo o ex-presidente da Anvisa, Gonzalo Vecina Neto, inevitavelmente, o governo federal terá de incorporar a distribuição das canetas emagrecedoras ao SUS. Ele pondera que o medicamento é de interesse popular perante todas as classes sociais. Judiciário questionadoIrritado, o cientista político e economista Ricardo Sennes voltou a repetir sua antiga fala. “O Judiciário continua funcionando como uma espécie de caixa-preta, escondendo informações do conhecimento público. Por exemplo, o STF deveria explicar quanto ganha um ministro, porque temos o Judiciário mais caro do mundo”, vaticina. Interferência nas eleiçõesPersonalidades da política, debatedores e jornalistas avaliam que o presidente Donald Trump, por motivos de interesse ideológico, já está com tudo preparado para usar as redes sociais e causar interferência nas eleições do Brasil. Dívida de MinasRelativamente à situação financeira do Governo de Minas, a economista paulistana Carla Beni sentenciou: “Antes dos candidatos ao Palácio Tiradentes começarem a fazer suas campanhas, seria bom darem uma olhada na penúria do caixa daquele Estado. Isso poderia assustar qualquer mortal”. Sistema prisionalO problema do sistema prisional no Brasil é tema recorrente na imprensa. De acordo com levantamento recente, o número de presos deve chegar a um milhão no próximo ano, mas a quantidade de vagas é de apenas 900 mil. Uma imensa defasagem. América do Sul“Em todos os países da América do Sul tem aumentado muito os índices de violência. Sendo assim, os governantes carecem de atuar em conjunto para melhorar esse cenário”. Opinião da jornalista Patrícia Campos Mello.

Sem planos de governo

Enfim terminou a realização das convenções partidárias. Em Minas Gerais, o local escolhido para a maioria dos certames foi o Plenário da Assembleia Legislativa, cuja preferência tem o sentido de minimizar os gastos das siglas. Porém, eventos como esses custam muito para o contribuinte, diante da necessidade da mobilização de apoio destinado ao atendimento dos participantes. Entre os grandes partidos, o PT foi exceção. A convenção dos petistas foi realizada na própria sede, com transmissão também pela internet, como forma de chegar aos rincões mineiros, onde certamente mantêm filiados. Uma indagação feita constantemente pela crônica política é a falta de propostas de governo. Dos avaliados grandes partidos, apenas o candidato Gabriel Azevedo (MDB), em discurso recheado de saudosismo em relação ao que foi e o que efetivamente representa o seu partido, exibiu uma revista, onde segundo ele, contém diretrizes de seu plano. A sua fala foi mais uma espécie de resgate da política mineira, tentando mostrar a necessidade de buscar eleger alguém com o prestígio dos velhos caciques de outrora que militavam na vida pública/partidária. Nessa lista de personalidades a não apresentarem os seus compromissos formais para apreciação dos mineiros inclui até o ex-ministro e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT). Ele tem experiência no manejo do orçamento público e sabe da necessidade de um roteiro de como fazer para atender as demandas da população. Em suas primeiras aparições, o candidato informou que vai valorizar as políticas públicas da inclusão, procurar incrementar a economia mineira e incentivar o agronegócio e a indústria, sem mais detalhes de como seria a implementação dessas suas sugestões. Até agora, os brasileiros têm assistido apenas um debate político polarizado e com “farpas”, faltando uma orientação de como seriam os próximos anos de administração. Para além dessa constatação, fica a impressão de que estão todos muito preocupados em posar para as redes sociais, com falas sem nexos e com potencial de engajamento. São efetivamente novos tempos, resta saber se são melhores ou piores do que se delineava no passado recente.

Parceria de peso fortalece candidatura de Fabiano Cazeca com apoio de Fábio Avelar

O candidato a deputado federal Fabiano Cazeca anunciou nesta semana o apoio do ex-deputado estadual por três mandatos e atual prefeito de Nova Serrana, Fábio Avelar. A parceria reforça o projeto político de Cazeca e amplia sua presença em importantes municípios da região Centro-Oeste de Minas. Reconhecido por sua atuação municipalista, Fábio Avelar passa a integrar o grupo de lideranças que apoiam a candidatura de Fabiano Cazeca, fortalecendo um trabalho voltado ao desenvolvimento regional e à defesa dos interesses dos municípios mineiros. Segundo Cazeca, a união representa um passo importante para ampliar a capacidade de articulação política e garantir mais resultados para as cidades. “Receber o apoio do Fábio Avelar é motivo de muita alegria e responsabilidade. Trata-se de uma liderança experiente, respeitada e comprometida com os municípios. Tenho certeza de que essa parceria renderá importantes conquistas para a nossa região”, afirmou. A aliança terá atuação prioritária em Itapecerica, Pedra do Indaiá, São Sebastião do Oeste, Abaeté, Cláudio, Piracema, Itaguara, Camacho e Carmo da Mata, municípios onde ambos pretendem fortalecer o diálogo com lideranças locais e defender investimentos em áreas como saúde, educação, infraestrutura e geração de empregos. Com a adesão de Fábio Avelar, a campanha de Fabiano Cazeca amplia sua base de apoio e reafirma o compromisso com uma política municipalista, baseada no diálogo, na parceria com as lideranças locais e na busca por soluções concretas para os desafios enfrentados pelas cidades mineiras.