Eleições 2026
Durante o Congresso Mineiro de Municípios, realizado no Expominas, o governador Mateus Simões (PSD) quebrou o protocolo planejado pelo cerimonial e, antes de participar da mesa das autoridades, era só simpatia ao circular por vários estandes, cumprimentando as pessoas e fazendo fotos. Em nada lembra seu estilo sisudo de antes. A eleição está ficando cada vez mais próxima.
Ex-poderoso político
O ex-deputado estadual, ex-conselheiro do Tribunal de Contas e ex-prefeito de Barbacena, Toninho Andrada, ao participar do evento de prefeitos no Expominas, não conseguiu sequer uma vaga na fila de cadeiras escrito “Reservado”. Se contentou em ficar de pé, assistindo aos discursos no meio da “galera”. Quem te viu, quem te vê.
Aro, senador?
“Nada de futricas sobre esse assunto. No meu projeto, já há uma definição de que o ex-secretário Marcelo Aro (PP) será o candidato ao Senado do nosso grupo político”. Palavras em tom exaltado do governador Mateus Simões. Ufa.
Privatização da Copasa
A assessoria e amigos do governador Mateus Simões (PSD) estão aconselhando: “resolve logo esse assunto da privatização da Copasa para evitar que o tema se transforme em combustão no período da campanha eleitoral”.
Sem dinheiro
Quem também já articula nos bastidores da política mineira, buscando espaço para uma candidatura ao Senado, é o deputado federal Domingos Sávio (PL). Segundo pessoas próximas, o parlamentar estaria com dificuldades de encontrar apoiadores financeiros para o projeto. Quem se habilita?
Sem poder
A vida de Domingos Sávio rolou ladeira abaixo, depois de ser enquadrado pelo dirigente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, a deixar a presidência da sigla em Minas. Esse problema de ordem financeira não fazia parte de sua agenda.
Dívida das famílias
Especialistas garantem que a dívida das famílias brasileiras, atualmente atingindo 80 milhões de pessoas, vem em uma crescente ao longo dos últimos 20 anos. Essa ideia de colocar a culpa nos jogos eletrônicos não cola.
Golpes financeiros
O governo já não sabe mais o que fazer para minimizar as ações dos marginais contra o sistema bancário do Brasil. Em dois anos, cerca de 553 milhões de golpes eletrônicos foram registrados, resultando em prejuízos bilionários à população.
TSE em apuros
Jornalistas membros do Comitê de Imprensa da Câmara Federal afiançaram: “a comunicação virtual cresceu tanto que pode gerar problemas institucionais. O Tribunal Superior Eleitoral não teria as ferramentas necessárias para conter fraudes nas eleições deste ano, a serem turbinadas pela inteligência artificial”.
Jogos eletrônicos
Na guerra contra os jogos eletrônicos, a professora de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Eloísa Machado de Almeida, vaticinou: “o esquema representa o maior volume de transferência de renda do Brasil, mas os lucros vão parar nas mãos das grandes firmas que bancam os jogos”.
Redes sociais
Especialistas apontam sugestões para minimizar as consequências da presença massiva de crianças nas redes sociais. Eles afirmam que o ideal é uma alfabetização digital aos adultos, para que possam educar seus filhos para esse desafio da internet.
Vida cruel
Respondendo a provocação de uma aluna, o professor e filósofo Luiz Felipe Pondé sentenciou: “os sistemas que regem o mundo são cruéis, pois a vida também é cruel. Não é nada fácil viver uma vida plena”.
Endividamento
“As ações do governo para minorar os efeitos das dívidas das famílias só terão sucesso se houver o envolvimento dos principais bancos do país. O projeto pode fracassar sem a presença do sistema financeiro nacional”. Opinião da jornalista Bianca Santana.
Guerra entre EUA e Irã
Para o professor de economia Gesner de Oliveira, a hora da verdade em relação ao conflito bélico entre Estados Unidos e Irã está chegando. “Os americanos estão recuando por saberem que não têm possibilidade de liderar governos no Oriente Médio. A região não possui qualquer semelhança com a fragilizada Venezuela”.
Escala 6×1
“Essa discussão da escala de trabalho 6×1 é uma história que está sendo contada apenas com finalidade eleitoreira. Na realidade, se for levada a efeito, vai impactar negativamente no crescimento do PIB do Brasil”. Palavras do economista Gesner de Oliveira.