Política nacional
Quando esteve em São Paulo, na semana passada, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ouviu de representantes do setor produtivo que na administração do ex-presidente Jair Bolsonaro, o então ministro da Economia, Paulo Guedes, foi torpedeado o tempo todo e seu trabalho ficou prejudicado. Flávio prometeu que terá um comportamento diferente caso seja eleito. A ver.
Ministro e o governador
Em Brasília, se propala uma controvérsia envolvendo o nome do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Ele tem uma firme conexão com o governador Mateus Simões (PSD), um dos principais adversários do presidente Lula (PT). Isso ainda vai dar xabú.
Pacheco apoia Jarbas
“Em Minas Gerais, o senador Rodrigo Pacheco (PSB), que já está fora da sucessão estadual, atua para incrementar o projeto eleitoral de seu amigo, o ex-procurador Jarbas Soares (PSB), rumo ao Palácio Tiradentes”. Frase ouvida na sala anexo ao gabinete da presidência do Senado.
Gabriel Azevedo
Na semana passada, quando esteve em evento em Ouro Preto, o pré-candidato ao governo mineiro, Gabriel Azevedo (MDB), teria implorado para aparecer na foto ao lado do ex-ministro Walfrido dos Mares Guia. Só que ele postou a imagem dizendo que está costurando uma aliança política importante. Amigos do ex-ministro negam esse acordo eleitoral.
Aécio irritado
Recentemente, algumas pesquisas voltaram a pontuar a rejeição do deputado e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves. Irritado, o político tem confessado a pessoas próximas que está cansado de disputar votos. Isso pode ser um sinal que o mineiro estaria pendurando as chuteiras.
Zema sem assessoria
Ao ser preterido em um encontro do Partido Novo, o ex-governador Romeu Zema teria ficado atordoado. Ao invés de assumir a sua falta de habilidade, disse: “minha assessoria falhou”.
Família do Dinis
Nos bastidores da Assembleia Legislativa, o discreto prefeito de Ibirité, Dinis Pinheiro, deixou as desavenças familiares para trás e entrou firme na campanha para conseguir votos para sua irmã, a deputada Ione Pinheiro (PL), na campanha para ser escolhida Conselheira do Tribunal de Contas.
Força dos ruralistas
No Congresso Nacional, uma frase já se perpetua como meia realidade. “Os parlamentares da bancada ruralista são membros de uma organização que bem poderia representar a 6ª Força do Poder da República Federativa Brasileira”.
Caso Vorcaro
O jornalista Fernando Abrucio já antecipava. “Daniel Vorcaro não quer e não vai delatar ninguém, pois está sendo pressionado por forças ocultas. Na semana passada, a esperada delação do ex-banqueiro parece ter subido no telhado de vez”.
Redes sociais
“Estão enganando as pessoas, dizendo que o controle das redes sociais no Brasil deve ser resolvido pelo STF, quando o Congresso é quem deveria tomar a dianteira deste debate. Porém, os complicados parlamentares não almejam levar o tema a sério”. Opinião da economista Fernanda Almeida, em debate na TV Cultura.
Política internacional
Analistas e comentaristas internacionais afiançam: “o presidente Donald Trump abandona cada vez mais a diplomacia tradicional, para utilizar as redes sociais como forma de resolver as rusgas com os demais países e também os seus conflitos mundo afora”.
Banco Central
“Claro que a independência financeira do Banco Central seria importante. Isso evitaria que a instituição ficasse subordinada por conta da falta de orçamento para cobrir os seus gastos obrigatórios”. Opinião do advogado e ex-ministro João Santana.
Justiça Eleitoral
Segundo apuração da jornalista Ana Flor, o clima nos bastidores do Tribunal Superior Eleitoral é de preocupação em relação ao que pode acontecer no âmbito das redes sociais no período eleitoral. “O temor é a situação fugir do controle daquela Corte”.
Clima descontrolado
As autoridades encarregadas de analisar o clima no Brasil preconizam que o calor acima da média pode impactar negativamente o setor produtivo, especialmente o mundo do agronegócio.
Situação dos presídios
O ex-deputado e empresário paulistano Emerson Kapaz vaticina: “O poder público já não controla mais a situação dos presídios brasileiros. A interferência nefasta acontece sob orientação de 81 organizações criminosas que dão as cartas nos bastidores”.