Vigílias – 13 a 20 de junho de 2026

Político isolado
Quando era deputado, o empresário Inácio Franco, por conta de atividades empresariais intensas, deixou seu projeto político em segundo plano. À época, perdeu a reeleição para o Parlamento mineiro. Ao retornar ao comando da Prefeitura de Pará de Minas, o ilustre homem público está novamente distante dos formadores de opinião da capital. Tudo muito estranho.

Amigas, nem tanto
Após se afastar da Prefeitura de Contagem, a petista Marília Campos não fez visita política a sua colega de partido, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão. Elas se falam, mas a amizade entre as duas já esteve em melhores momentos. Marília vai ter que correr atrás para conquistar apoio à sua candidatura ao Senado. Caso contrário, tudo pode ficar mais complicado.

Política no Norte de Minas
Comentário na porta do Café Galo, no Centro de Montes Claros. “Muitos prefeitos e lideranças no Norte de Minas estão engajados no projeto de reeleição do deputado federal Marcelo de Freitas (União Brasil). É que se o parlamentar perder o posto, pode voltar a ser delegado da Polícia Federal na região”.

Dono do MDB
Recentemente, foi ao ar diversos comerciais do MDB, dentro do horário gratuito comandado pelo Tribunal Superior Eleitoral. E apenas o presidente do partido em Minas, Newton Cardoso Júnior, fez as vezes da Casa. Ufa.

Eleições ao governo mineiro
Consta nos bastidores que o ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Gilvan Lacerda, iria declarar apoio à candidatura de Jarbas Soares (PSB) ao Governo do Estado. No último instante, teria mudado de ideia por conta de um pedido de outro ex-presidente da AMM, Luís Eduardo Falcão. Este último está mais voltado para o lado do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), seu preferido para pleitear o Palácio Tiradentes.

Jogos on-line
Especialistas são categóricos ao dizer que o governo e o poder judiciário perderam o controle sobre os jogos eletrônicos. Essa modalidade de apostas envolve milhares de brasileiros e movimenta cifras astronômicas. Por outro lado, também provoca o endividamento das pessoas mais humildes.

Caso Vorcaro
“O desafio está lançado. O poder judiciário e as autoridades não têm outra saída a não ser condenar o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Caso contrário, fica provado que estamos vivendo em uma República onde impera a impunidade”. Opinião do médico Gonzalo Vecina Neto, em debate na TV Cultura.

Crime organizado
“As autoridades policiais vão terminar por concluir que o escândalo envolvendo Daniel Vorcaro tem forte conexão com o crime organizado. Isoladamente, o ex-banqueiro não teria condições de movimentar tantos bilhões. Existe alguma situação ainda não esclarecida nesse processo”. Avaliação do cientista político Ricardo Sennes.

Professores de BH
Quando soube que a greve dos professores da rede municipal de BH, com mais de quatro semanas de paralisação, tinha um viés político, o prefeito Álvaro Damião (União Brasil) ficou horrorizado. Ele disse que não é hora de misturar esses assuntos.

Saúde em Neves
Uma das cidades mais pobres de Minas, Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi bombardeada pela imprensa por conta da falta de estrutura no setor de saúde para atender a população.

Transporte coletivo
Os usuários do transporte coletivo de Belo Horizonte e Região Metropolitana reclamam da falta de cumprimento de horários, além dos ônibus lotados. Na semana passada, a situação ficou ainda mais complicada, pois um incêndio queimou 27 carros de uma única empresa. Esse caso continua sendo investigado.

Poder dos marginais
Institutos de pesquisas e autoridades policiais antecipam uma informação preocupante. Atualmente, os marginais ligados ao crime organizado já estariam ocupando uma média de 30% dos espaços públicos, especialmente nas grandes cidades do país.

Brasil e China
“Diante das ameaças tarifárias dos Estados Unidos, o Brasil tem buscado maior alinhamento com a China. Mesmo que daqui a algum tempo seja obrigado a repensar essa aproximação. Não vejo outra vertente, porque as exportações brasileiras não podem ficar prejudicadas”. Observação da jornalista Patrícia Campos Mello.

Patrão X Empregado
“A tese dos senadores é que a negociação da redução da carga horária dos empregados da CLT não deve ser deixada para definição entre patrão e funcionário. Isso porque o duelo seria desleal”. Avaliação do economista e pesquisador Maurício Moura.

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