Adversários evitam confronto direto contra o candidato Cleitinho Azevedo

Campanhas claramente desestruturadas, eventos que não foram ao gosto dos candidatos, além da indefinição de qual o rumo a ser seguido, do ponto de vista de enfrentar os adversários. Assim está a caminhada dos candidatos ao Palácio Tiradentes na peleja de 2026.

Na opinião de jornalistas da crônica política mineira, caso ninguém tenha coragem de questionar Cleitinho Azevedo (Republicanos), o candidato pode ficar cada vez mais fortalecido, aumentando a vantagem sobre os demais concorrentes. Até porque, já aparece em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais desde o início do ano.

Nomes secundários

Se os postulantes têm receio de atacar o passado e o presente do senador Cleitinho, não resta muita alternativa a eles a não ser se prepararem para a campanha. Até o momento, são desconhecidas as propostas de cada um desses autores. A partir desta semana, com a organização estrutural dos projetos eleitorais, deve ocorrer a divulgação das ideias dos proponentes aos eleitores.

Nos corredores da Assembleia Legislativa, assim como também na Porta do Café Nice, no Centro de Belo Horizonte, propala-se a tendência de incremento de dois grupos. No possível primeiro pelotão, seriam protagonistas o aludido senador Cleitinho Azevedo, o candidato à reeleição Mateus Simões (PSD), e o representante das esquerdas, Patrus Ananias (PT). Já no segundo grupamento, pela ordem, vem o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT), Gabriel Azevedo (MDB) e Flávio Roscoe (PL).

Para pensadores políticos ouvidos por nossa reportagem, os nomes de Kalil, Roscoe e Gabriel estariam compilados em uma lista de meros coadjuvantes na peleja desse ano. A tendência é haver uma acomodação eleitoral em favor dos outros três nomes até agora mais proeminentes nas entranhas da política mineira.

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