Vigílias – 22 a 29 de agosto de 2026

Entrevista tumultuada
Na semana passada, um fato chamou a atenção durante a tumultuada entrevista concedida pelo presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), em Belo Horizonte. Ao atender a imprensa, puxou o deputado Bruno Engler (PL) para ficar ao lado dele, deixando fora de cena a estrela do grupo, o parlamentar federal Nikolas Ferreira (PL).

Bolsonaro e a imprensa
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) esteve na capital mineira para o lançamento da campanha do empresário Flávio Roscoe (PL) ao Governo de Minas. A sua assessoria exigiu um enorme isolamento da imprensa e montaram uma espécie de “chiqueirinho”, bem ao estilo usado pelo seu pai na entrada do Palácio da Alvorada.

A Cemig é nossa
Em encontro com os comerciantes e empresários na CDL/BH, o candidato à reeleição, Mateus Simões (PSD), bateu o martelo e disse que o assunto relacionado à venda da Cemig está encerrado. Sua fala foi aplaudida pelos mais de 200 presentes ao evento.

Problemas para Gabriel
Na porta do Café Galo, no Centro de Montes Claros, tem pessoas dizendo que não precisam votar no candidato a governador Gabriel Azevedo (MDB), pois o seu verdadeiro projeto é ser prefeito de Belo Horizonte.

Zema isolado
Ao longo de sua gestão no Estado, o ex-governador Romeu Zema (Novo) ficava horas conectado nas redes sociais. Agora, está provando que seu trabalho de comunicador foi um fiasco, pois amarga uma fraca demonstração de popularidade. Ele ainda se mudou para São Paulo, enquanto os outros presidenciáveis enxergam Minas Gerais como um terreno cobiçado para prospecção de votos.

Cleitinho sem campanha
Alguns amigos de Cleitinho Azevedo (Republicanos) tentam fazer o senador mudar de ideia de não ter estrutura em sua caminhada ao Governo de Minas. Para especialistas, um trabalho apenas virtual pode representar um risco para o seu projeto político.

Somente promessas
O experiente jornalista Fernando Abrucio comentou: “a pressa de ajuste fiscal dos presidenciáveis Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) não passa de uma peça de ficção. É que o orçamento da União foi sequestrado pelo Congresso Nacional, a quem cabe as principais decisões sobre o destino do dinheiro público”.

Jogo de cena
“No princípio de tumulto eleitoral gerado a partir da indevida filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão, quem levou vantagem foi o candidato oficial da sigla, Renan Santos, até então um ilustre desconhecido”. Avaliação do jornalista Joel Pinheiro.

Destruição da natureza
Aumentam as críticas contra a falta de ações concretas para evitar a desertificação do Cerrado brasileiro, levando o bioma a se tornar uma ameaça nas proporções do ocorrido na Amazônia.

Unidos pelo petróleo
“A descoberta de indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas selou a reaproximação de Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). Isso prova o quanto os nossos homens públicos brasileiros são pragmáticos”. Observação feita pelo jornalista e correspondente internacional, Maurício Savarese.

Máquina de guerra
Em debate na TV Cultura, o cientista político Ricardo Sennes disse que os Estados Unidos almejam se transformar em uma máquina de guerra. “Eles estão presentes em conflitos em oito países, mas estão tomando uma verdadeira lavada do Irã”. Será, professor?

Defensores dos indígenas
Na sala da presidência da Câmara Federal, em Brasília, um comentário chamou bastante a atenção: “os povos indígenas em todos os continentes representam 5% da população. Em compensação, são responsáveis por 60% na preservação das florestas”.

Inteligência artificial
A doutora em ciência da informação, Bianca Santana, adverte que os políticos vão precisar de muita parcimônia ao utilizar a inteligência artificial para turbinar a campanha eleitoral. Caso contrário, a situação pode até comprometer a democracia brasileira.

Redes sociais
Jornalistas da crônica política de Brasília advertem que a regulamentação das redes sociais só terá algum tipo de desfecho quando os parlamentares das duas casas do Congresso Nacional quiserem. Enquanto isso, a polêmica segue aumentando.

Eleições presidenciais
“Estou convicta que os Estados Unidos vão continuar arquitetando para influenciar no resultado das eleições em nosso país, mesmo que para isso precisem protagonizar atos mais contundentes”. Observação da jornalista Patrícia Campos Mello.

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