Vigílias – 27 de setembro a 4 de outubro de 2025

Política em BH
Apesar da pífia votação na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte no último pleito, o ex-presidente da Câmara de Vereadores, Gabriel Azevedo (MDB), continua com seu discurso político afiado. Aproveita todas as oportunidades para expressar palavras em defesa das classes mais humildes de BH. Resta saber se o seu discurso se sustentará por mais três anos.

Sucessão em Uberlândia
Os grupos que estão sendo formatados, tendo em vista o pleito majoritário de 2026, já enumeram um grau de preocupação para tentar incluir políticos de Uberlândia, por se tratar do segundo colégio eleitoral de Minas Gerais. Neste caso, as atenções para uma possível disputa ao Senado recaem sobre os nomes de Odelmo Leão (PP), Gilmar Machado (PT) e do deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL). A ver.

Vale do Aço
Até o mês de maio, quando ainda era dirigente da Associação Mineira de Municípios (AMM), o ex-prefeito de Coronel Fabriciano, Marcos Vinícius, demonstrava entusiasmo com seu projeto para disputar a Câmara Federal. Agora, derrotado na disputa pela presidência da AMM, tem estado desanimado lá no Vale do Aço.

Montes Claros
Na porta do Café Galo, no Centro de Montes Claros, frequentadores comentam sobre o futuro do presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB). “As opções são continuar como deputado estadual, disputar uma vaga no Senado ou apostar na indicação do seu nome para o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas de Minas Gerais”.

Política em Juiz de Fora
Uma série de sugestões para o projeto político de 2026 estão na mesa do senador Rodrigo Pacheco (PSD). Amigos recomendam incluir algum nome de Juiz de Fora, por conta da importância eleitoral da Zona da Mata. Diante da recusa da prefeita Margarida Salomão (PT) em renunciar ao posto para uma eventual demanda maior, outras figuras são mencionadas, como o ex-chefe do Executivo Bruno Siqueira.

Eterno INSS
Nos debates de bastidores no âmbito da CPMI do INSS, em Brasília, constatou-se sobre a necessidade de uma vigilância permanente, implementando diferentes mecanismos para evitar que aproveitadores fiquem tentados a buscar sempre uma fatia do Instituto, atualmente com um orçamento na casa de R$ 1 trilhão por ano.

Política internacional
Uma senhora de 80 anos, porém, muito envelhecida em suas atividades cotidianas, perdendo protagonismo no cenário internacional. Esse é o retrato pintado por comentaristas para desenhar a realidade da Organização das Nações Unidas (ONU).

Eduardo Bolsonaro
Sem medir as consequências de sua opinião, o advogado João Santana sentenciou: “o Congresso já deveria ter aplicado punições contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL), por conspirar contra o Brasil no exterior”. Ufa.

Envolvimento de parlamentares
Em debate na TV Cultura, o jornalista Nelson Garrone disse ter informações sigilosas apontando para o envolvimento de alguns parlamentares no bojo das denúncias contra o INSS. “O tema começa a ser tratado nas discussões e pode significar um novo norte nas apurações da CPMI, com resultados imprevisíveis”.

Políticos conservadores
“Parece haver uma orientação ideológica para os políticos conservadores votarem contra projetos no Congresso Nacional que sugerem o aumento da proteção contra a destruição do meio ambiente. No futuro, quem vai sofrer mais com esse tipo de atitude é o setor produtivo”. Palavras da professora de Direito Público da Fundação Getúlio Vargas, Elida Graziane.

Turbulência na Câmara
“Relativamente à atitude de muitos deputados federais que agiram com veemência na defesa de pautas mais contundentes, lembra os movimentos que antecederam o golpe militar de 1964”. Opinião da cientista política Beatriz Rey.

Setor mineral
Na avaliação da imprensa, membros do governo estadual continuaram sendo questionados sobre a participação deles no esquema de licenciamento para exploração mineral na região metropolitana de Belo Horizonte. A operação terminou com prisões pela Polícia Federal.

Hugo Motta
A jornalista Vera Magalhães foi direto ao ponto. “O presidente da Câmara, Hugo Motta, é um fraco e não está tendo condições de manter a entidade no rumo certo”.

Congresso Nacional
O deputado federal Orlando Silva (PCdoB) disse: “o Congresso Nacional precisa se dar o respeito para ser respeitado”.

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