Rusga entre parlamentares
O deputado e líder do Governo na Assembleia, João Magalhães, abandonou o MDB para se filiar ao PSD. Segundo amigos, não seria conveniente convidá-lo para a mesma mesa de refeição com o presidente dos emedebistas, o deputado federal Newton Cardoso Júnior. Poderiam ser pronunciadas palavras não republicanas.
Silveira fora da política
Como especulado pela imprensa, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, preferiu nutrir os seus contatos internacionais, ao ter de enfrentar o desafio de uma eleição majoritária complicada. Também pesa o fato de sua falta de ação para evitar que o atual governador Mateus Simões se filiasse ao PSD, quando o nome do senador Rodrigo Pacheco ainda era uma opção do partido ao Governo de Minas. Só para registrar, Silveira é o secretário nacional dos pessedistas.
Walfrido na área
Quando o nome do ex-ministro Walfrido dos Mares Guia foi mencionado como possível coordenador da campanha do presidente Lula (PT) em Minas, os adversários entraram em estado de alerta. Afinal, Mares Guia é tido como um “trator” para tocar esse tipo de projeto.
Zema sem apoio
Acostumado a conceder longas entrevistas, o ex-governador Romeu Zema (Novo) já começa a amargar um silencioso anonimato, especialmente por conta de sua falta de popularidade no projeto visando à Presidência da República. Está sendo esquecido pela mídia do Rio de Janeiro e São Paulo, que abre mais espaço para Ronaldo Caiado (PSD).
Separação à vista
Nos corredores da Assembleia Legislativa, o assunto da semana foi o distanciamento do ex-secretário de Governo, Marcelo Aro (PP), do grupo do governador Mateus Simões. Tudo ficou mais intenso quando surgiram informações indicando que o político já está de prosa com o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Como medida de precaução, podem chamar o Corpo de Bombeiros, porque essa faísca pode se transformar em um incêndio político.
Sucessão presidencial
“No momento, Flávio Bolsonaro (PL) não é a mais significativa preocupação do Palácio do Planalto, visto que o aumento dos preços do petróleo é o adversário do projeto de reeleição de Lula (PT) à presidência da República. Se essa guerra entre Irã e Estados Unidos perdurar, os reflexos negativos aqui no Brasil serão debitados na conta do governo”. Opinião do jornalista Gerson Camarotti.
Guerra Mundial
Para o professor de Relações Internacionais, Carlos Gustavo Poggio, a contenda bélica entre americanos e iranianos não é um conflito apenas regional. “O impacto econômico do episódio já espalha pelo mundo todo, por conta do aumento dos preços dos combustíveis. Nesse sentido, os efeitos da guerra são sentidos em todos os continentes”.
Valor da energia
Especialistas dizem que o governo não pode criticar os valores elevados das contas de energia, tendo em vista que uma média de 40% do montante arrecadado são impostos para os cofres públicos. Ufa.
Judiciário muito caro
Um levantamento concluiu que o Poder Judiciário no Brasil é um dos mais caros do mundo. Segundo as informações, os gastos são maiores nos estados, onde são aplicadas regras próprias, independente de orientação nacional.
Pix Internacional
Diante das críticas proferidas pelo presidente Donald Trump contra o sistema brasileiro, o Banco Central já atua nos meandros para implementar o Pix Internacional, com o objetivo de permitir pagamentos instantâneos entre países.
STF, bola da vez
Diante das últimas notícias sobre o pleito eleitoral deste ano, o experiente advogado João Santana sentenciou: “a oposição vai centrar fogo contra os ministros do Supremo. Já os governistas não podem incentivar esse incêndio. Os representantes do Planalto, mesmo fazendo referência aos desmandos de alguns ministros, carecem de mais parcimônia em suas críticas”. A ver.
Sumiço de Ciro Nogueira
O presidente do Partido Progressistas, senador Ciro Nogueira, tem estado ausente nas lides políticas de Brasília. Segundo comentários, seu silêncio tem a ver com os problemas relacionados ao Banco Master. Esse tema ainda vai fazer o chão da Capital Federal tremer.
Justiça Eleitoral
Os membros do Tribunal Superior Eleitoral ainda não sabem qual tipo de ferramenta pode ser utilizada para minimizar os efeitos da inteligência artificial no pleito eleitoral deste ano. O desafio está lançado aos ministros e sem muitas sugestões proativas.
Política mineira
Ao renunciar à Prefeitura de Patos de Minas e também à Associação Mineira de Municípios (AMM), Luís Eduardo Falcão pode ser o vice na chapa do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ao Governo de Minas. Outra opção é ser candidato a deputado federal, com potencial de mais de 100 mil votos.