Minas Gerais vive um momento decisivo de continuidade e consolidação de avanços importantes na economia. Nos últimos anos, o Estado voltou a se posicionar de forma competitiva no cenário nacional, não apenas pelos números expressivos de investimentos e geração de empregos, mas, sobretudo, pela reconstrução de um princípio básico para o desenvolvimento: o diálogo entre o poder público e a iniciativa privada.
A gestão de Romeu Zema deixa um legado relevante nesse sentido. Ao abrir canais institucionais com entidades representativas do setor produtivo, como a CDL/BH, o governo criou condições para destravar pautas históricas, estimular o empreendedorismo e melhorar o ambiente de negócios. Programas como o Minas Livre para Crescer são exemplos concretos de como a desburocratização pode gerar impactos diretos na economia real, especialmente para micro e pequenos empresários.
Os resultados dessa abordagem são evidentes. Minas voltou a atrair investimentos robustos, ultrapassando a marca de centenas de bilhões de reais em aportes privados, com reflexos diretos na geração de empregos e na redução do desemprego a níveis historicamente baixos. Mais do que números, isso representa confiança – um ativo intangível, mas essencial para qualquer economia que deseja crescer de forma sustentável.
Além disso, áreas como infraestrutura, segurança pública e promoção do turismo demonstraram que políticas integradas têm efeito multiplicador. A expansão do metrô de Belo Horizonte, o fortalecimento da segurança em áreas estratégicas e iniciativas culturais que movimentam a economia local são exemplos de como o desenvolvimento econômico não acontece de forma isolada, mas, sim, a partir da ação colaborativa.
Agora, sob a liderança de Mateus Simões, Minas tem a oportunidade de avançar ainda mais. A expectativa do setor produtivo é de continuidade – não apenas de projetos, mas de uma postura. A experiência acumulada e a participação ativa na construção dessas políticas ao longo dos últimos anos colocam o novo governador em uma posição estratégica para aprofundar conquistas e enfrentar desafios. Entre as prioridades, destacam-se a redução da carga tributária, a simplificação de processos para empreender e o fortalecimento da segurança jurídica. Esses fatores são determinantes para ampliar a competitividade do Estado e garantir que Minas continue sendo um destino atrativo para investimentos nacionais e internacionais. É fundamental reconhecer que o setor de comércio e serviços, um dos maiores empregadores do Estado, depende diretamente de um ambiente estável, com previsibilidade e favorável ao crescimento. Cada medida que reduz custos, simplifica rotinas ou aumenta a segurança impacta diretamente milhares de empresas e milhões de trabalhadores.
Mais do que nunca, é hora de reforçar parcerias. O desenvolvimento econômico sustentável exige corresponsabilidade entre governo, iniciativa privada e sociedade. A CDL/BH seguirá atuando como ponte, oferecendo subsídios técnicos, propondo soluções e contribuindo ativamente para a construção de políticas públicas mais eficientes. Minas já mostrou que é capaz de se reinventar quando há diálogo, responsabilidade fiscal e foco no empreendedor.
O desafio agora é avançar com consistência, mantendo o que deu certo e inovando onde for necessário. Com cooperação e visão de longo prazo, o Estado pode não apenas crescer, mas liderar um novo ciclo de desenvolvimento no Brasil.