Começa o vale tudo na busca por uma vaga no Senado em 2026

No âmbito do governo mineiro, de acordo com informações de bastidores, tem acontecido o seguinte: o vice-governador Mateus Simões (Novo) procura conter o gasto excessivo do Executivo por causa do caixa financeiro baixo. Na outra ponta, ao contrário de Simões, o influente secretário de Governo, Marcelo Aro (Podemos), abre os cofres e atende a pedidos políticos, enquanto desenha o seu próprio futuro.

Aro estaria pavimentando o seu caminho em direção ao Senado. Na avaliação de pessoas que frequentam a Cidade Administrativa, é como se ele tivesse sequestrado os poderes do governo mineiro, pois todas as decisões políticas de maior relevância sempre carecem do seu aval.

Neste embalo do vale tudo para conquistar uma vaga na Câmara Alta, já se propala pelos rincões de Minas a possível candidatura do pastor Edésio de Oliveira (PL), que é pai do atual deputado federal Nikolas Ferreira (PL). Seu nome foi lembrado na recente pesquisa da Rádio Itatiaia/Instituto Ver, com a preferência de 10% dos eleitores entrevistados. Edésio é um ilustre desconhecido do povão mineiro, certamente, a citação tem a ver com a popularidade de seu filho prodígio.

Esse controvertido início de disputa ao Senado, por Minas Gerais, faz chegar ao conhecimento de todos, por exemplo, a vontade do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) indicar o seu irmão, o deputado estadual Eduardo Azevedo (PL), para concorrer a uma vaga. Só para registrar, o prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, também é irmão de Cleitinho. É uma família toda engajada na política, embora o senador diga não possuir conexões com as tradições mineiras.

Edésio de Oliveira é pai de Nikolas Ferreira

Eduardo Costa é mencionado para o Senado

Nas salas do Palácio do Planalto, assim como no âmbito do Senado, o tema atinente à política estadual mineira sempre tem prioridade nas discussões cotidianas. Por lá, analisam muito a possível formatação de alianças com o objetivo de implementar um grupo, unindo forças do centro-esquerda para tentar vencer o candidato de situação, ao Palácio Tiradentes.

Na imaginada super aliança, são trazidos personagens significativos para listar candidaturas ao Senado, por considerá-los com elevado potencial de votos no pleito de 2026. Na ótica desses protagonistas, a cronologia é imensa, perpassando por Marília Campos (PT), de Contagem; Odelmo Leão (PP), de Uberlândia; Margarida Salomão (PT), de Juiz de Fora; e Mário Heringer, presidente estadual do PDT de Minas.

Mas, com o fim do recesso parlamentar, os diálogos a respeito do conteúdo político mineiro passaram a ser mais amiúde. Então, voltou a ser cogitado o nome do jornalista, radialista a apresentador de TV, Eduardo Costa. Ele é considerado por muitos uma figura de fácil aceitação entre a população mais humilde das maiores cidades do Estado, especialmente nos municípios entorno de cem quilômetros de Belo Horizonte.

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