Está faltando mais patriotismo nas discussões dos políticos e membros de ideologias mais acentuadas, quando se trata do resultado da última incursão, através do celular, entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o titular do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O tópico deixou segmentos públicos brasileiros em plena erupção, com análises que foram feitas na sequência ao acontecimento. Passado o período de entusiasmo pela troca de mensagens, chegou a hora de saber o que se concebe de positivo.
Sinceramente, não se trata de ampliar espaço para críticas e descompasso no assunto relacionado ao objetivo do movimento. Ninguém deveria torcer contra os resultados dessa empreitada a ser comandada pelos ministros e secretários de ambas as partes, visando minimizar os efeitos do tarifaço, que tanto trouxe desassossego aos segmentos produtivos do nosso país, especialmente ao agronegócio.
Antes de provocar algazarras políticas na Esplanada dos Ministérios, representantes da direita e da esquerda carecem prestar atenção que, nos últimos dois meses, muitas empresas de médio porte estão com dificuldades, sem falar na situação de desemprego, diante da incerteza nas exportações dos seus produtos.
É sempre bom ressaltar sobre a importância de buscar convergência para sedimentar a fissura por conta dessa incursão estrangeira em nossa nação, estabelecendo um clima ruim para ambos os lados. Estados Unidos e Brasil tem 200 anos de convivência harmônica, realidade capaz de causar inveja em grandes líderes mundiais.
Para manter o respeito entre as duas nações, existe a necessidade de implementar uma diplomacia ainda mais forte e democrática. No Brasil, os parceiros internacionais precisam entender de uma vez por todas: por aqui, as portas estão abertas para o entendimento comercial, porém, a soberania é a base inegociável.
Somos um país de milhões de habitantes, com estrutura e esteio capaz de nos guiar para as próximas gerações, diante de concebidas riquezas e um povo ordeiro e trabalhador. Não se submeter a caprichos de governantes estrangeiros é um dos nossos princípios. É bom que os norte-americanos saibam e respeitem a realidade.



