Edição do Brasil 2164 – 12 a 19 de abril de 2025
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Lula estará em Minas Gerais mais uma vez no final de abril
O Palácio do Planalto já emitiu um aviso para o senador mineiro Rodrigo Pacheco (PSD), a respeito de uma nova visita do presidente Lula (PT) a Minas Gerais, mais precisamente em Belo Horizonte. Será no dia 30 de abril, com o objetivo de fazer a entrega de 300 máquinas para atuação no recapeamento de estradas, além de atender ao setor rural. Segundo fontes de Brasília, esse maquinário será repassado diretamente às prefeituras municipais. E, como das vezes anteriores, não se sabe se o ato terá ou não a presença do governador Romeu Zema (Novo). Pacheco nas eleições Essa sinalização do presidente de prestigiar o político mineiro Rodrigo Pacheco tem ficado cada vez mais nítida. Por exemplo, no dia 7 de abril, em Montes Claros, coube ao parlamentar fazer a saudação aos participantes de uma solenidade com a presença de Lula, onde foi o orador enfático ao defender a democracia, se postando ao lado de um movimento contra o autoritarismo institucional. Para ele, é um erro histórico dos políticos, inclusive de alguns governadores, estarem ao lado dos defensores, os verdadeiros arautos da ruptura democrática. Caso seja confirmada a vinda do chefe da nação à capital mineira, programada para o final de abril, seria a terceira vez que Lula visita o Estado em um prazo de quatro semanas. Auxiliares do presidente rememoram que ele sempre vem a Minas fazer entregas destinadas a beneficiar a população ou incrementar o setor produtivo em geral. Mas, como já estamos em um ano pré-eleitoral, o burburinho político referente ao pleito ao Governo de Minas é um fato. Neste sentido, aumentam as especulações sobre o possível apoio do presidente Lula ao projeto político do senador Rodrigo Pacheco, na peleja de 2026. Nos bastidores, já se propala uma intensificação de contatos do senador com grupos políticos do Estado. Recentemente, ele contabilizou diálogo com 8 partidos políticos, grandes e médios, que já teriam sinalizado um possível engajamento da corrida sucessória, em caso de ocorrer um sim ao projeto majoritário do próximo ano. Pessoas próximas, em Brasília e em Belo Horizonte, avaliam que, em determinado momento, Pacheco terá a necessidade de tomar uma decisão sobre o projeto. Enquanto isso, estão consolidadas as candidaturas, aliás, já debatidas publicamente nas ruas e eventos fechados, dos nomes do vice- -governador Mateus Simões (Novo), Cleitinho Azevedo (Republicanos) e também do próprio deputado Nikolas Ferreira (PL). Pela entonação dos discursos até então levados ao conhecimento público, o Partido dos Trabalhadores em Minas já teria jogado a toalha, sem a menor pretensão de se postar na dianteira dessa disputa. Aliás, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), verbalizou à imprensa que não se envolverá em qualquer projeto eleitoral no próximo ano, deixando clara a sua pretensão em permanecer como chefe do Executivo do terceiro maior colégio eleitoral mineiro. Apenas para registrar, o nome de Marília sempre é mencionado para fazer parte de uma chapa ao governo, na condição de vice ou mesmo disputando o Senado. Essa declaração da prefeita reflete uma decisão de agora, podendo acontecer um novo posicionamento dela em momento oportuno, para garantir a união dos movimentos progressistas no Estado.
Edição do Brasil 2163 – 5 a 12 de abril de 2025
Vigílias – 5 a 12 de abril de 2025
Adeus a Fuad Há muito tempo não se via um funeral tão grande, com tanta participação popular, como se percebeu por ocasião do velório do ex-prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman. Pacheco e o PSD Em Brasília e em Belo Horizonte, aumentam os comentários relacionados a um suposto desgaste entre o senador Rodrigo Pacheco e o PSD, comandado pelo paulistano Gilberto Kassab. Embora já tenha sido ofertado espaço para ele mudar de sigla, por enquanto, o parlamentar não tem intenção de filiar-se ao MDB ou ao União Brasil. Menin não quer Segundo pessoas próximas, o megaempresário mineiro, Rubens Menin, não tem a menor intenção de colocar o seu nome à disposição para uma eventual disputa ao Governo de Minas. No entanto, caso seja convidado para ser vice na chapa do atual presidente Lula (PT), pode até pensar no assunto. A ver. Mineiro poderoso Nos bastidores do Palácio do Planalto, algumas pessoas se assustam com o elevado grau de influência do ex-ministro, Walfrido dos Mares Guia, junto ao dia a dia do chefe da nação e seu grupo político. Zema e o parlamentar O pacato deputado estadual Dr. Bosco (Cidadania), em muitas de suas interlocuções, em Araxá, vaticinou: “o governador Romeu Zema (Novo) venceu nas urnas por um capricho dos eleitores, que à época queriam mudanças na política mineira. Agora, pode ser alçado à Presidência da República por opção da direita”, aposta. Embates em Brasília Ao avaliar o cenário político nacional, o jornalista Gerson Camarotti prevê um período de muita truculência verbal, especialmente nos bastidores da Câmara Federal. “Os parlamentares de oposição irão procurar dar voz aos atos e as falas de Jair Bolsonaro (PL), levando para dentro do Congresso as inflamações verbais deslanchadas pelo ex-presidente em praças públicas. Serão tempos difíceis”. Poder do Senado Em comentário na TV Cultura, o jornalista Nelson Garrone analisou que o Senado está com pretensão de mudar todas as leis e normas, para enquadrar cada vez mais os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Toda vez que se sente acuado, começa a reagir no sentido de revisar as ações do Supremo. Isso é antidemocrático, pois inibe o pleno funcionamento do terceiro poder brasileiro”, ponderou. General de ternoProfissionais da crônica política de Brasília ironizam: “de tanto defender os membros das Forças Armadas, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, já é chamado de general sem estrela, mas que usa terno e gravata. Um civil que faz o jogo dos militares”, comentam. Todos contra o Judiciário O professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Oscar Vilhena, fez uma análise do momento de tensão política vivida no Brasil e no mundo. “Políticos populistas, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, utilizam do seu poder de persuasão para fazer críticas ao Poder Judiciário, com o objetivo de enfraquecer os movimentos democráticos em vários países”. Ufa. Família BolsonaroSe tudo acontecer como previsto, no segundo semestre, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) retorna de suas férias nos Estados Unidos, e se colocaria à disposição para ser candidato ao Senado por São Paulo. A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, tentaria também uma cadeira na Câmara pelo Distrito Federal. Ou seja, como já tem o senador Flávio Bolsonaro, a família se alojaria por completo no Senado. Governador truculento “O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), caminha pela mesma trilha do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos são contra a democracia, e a favor da truculência para se manter no poder. Não há nada de simplista na figura do governador paulistano. Um lobo em pele de cordeiro”. Palavras do cientista político Mauro Paulino. Pimentel em Brasília Embora atuando nos bastidores, aumenta o prestígio do ex- -governador Fernando Pimentel (PT) no governo federal. Já se fala até na possibilidade de seu retorno à vida pública. Controvérsia bolsonarista Para advogados com atuação em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro não deveria ter comparecido à sessão de julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que o tornou réu na ação golpista do dia 8 de janeiro de 2023. Já que participou no primeiro dia da sessão, deveria ter ido também no segundo dia para evitar as elucubrações, segundo as quais Bolsonaro queria era mesmo pressionar o ministro Alexandre de Moraes. Israel X Hamas Analistas internacionais chamam atenção para o elevado grau de saturação da população civil, vítima do conflito armado entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Enquanto não se sabe quando esse evento vai ter fim, pessoas morrem de fome e por falta de assistência médica. Um horror.
Época de orações
Datas comemorativas, como Natal e Páscoa, são uma oportunidade para comerciantes especializados faturarem mais, deixando de lado o verdadeiro sentido desse calendário. Relativamente à Semana Santa, deveria haver mais pessoas imbuídas do espírito da celebração cristã, por acontecer na mesma época em que supostamente Jesus foi crucificado e ressuscitou. Na era da comunicação virtual, os mais jovens pouco querem saber sobre o verdadeiro significado dessas datas e seu verdadeiro espírito de religiosidade. A juventude do momento só quer saber quantos são os seus seguidores nas redes sociais, minimizando a importância desses aludidos eventos comemorativos. Eles marcam o cotidiano das populações desde o princípio da humanidade, e são difundidos como importantes por católicos, protestantes, judaísmo, mulçumanos e tantas outras denominações religiosas espalhadas pelo mundo inteiro. No Brasil, cujo catolicismo já foi muito mais predominante, os templos religiosos estão voltados para a Páscoa desde o fim do Carnaval. Mas a eloquência dos representantes da Igreja Católica não muda a realidade, quando um número de brasileiros aproveitam os feriados para realizar viagens, além de aumentar o consumo de produtos como peixes e chocolates. Do ponto de vista da gulodice, tudo está muito bem explicado. O Natal, o Ano Novo e os feriados da Semana Santa não servem tão somente para a reflexão das convicções religiosas. É uma oportunidade para os mais abastados programarem viagens e aumentarem a fartura na mesa, enquanto as denominadas Casas de Deus ficam cada vez menos frequentadas. Produtores e lojistas do Brasil agradecem essa nova era dominante, onde tudo é motivo de incrementar vendas e consumo, mas sem uma sintonia com as leis emanadas pelo Supremo Arquiteto do Universo. Comentários e análises sobre o tema têm importância. Estamos na era de rogar a Deus um pouco de ajuda para evitar que conflitos armados se espalhem nos diferentes continentes. E isso só será possível se as palavras originárias da Bíblia Sagrada tocarem os corações dos governantes. Cada cristão pode e deve exercer o seu direito de louvar a Deus ao seu modo. O importante é não deixar de praticar os sagrados ritos de penitência, endereçando as suas súplicas aos superiores das constelações do além horizonte. Afinal, vem dos Céus a esperança de dias melhores para todos os protegidos pelos membros do trino divino.
Começa a temporada de diálogo entre Cleitinho e Flávio Roscoe
Uma nova informação circula nos bastidores da Assembleia Legislativa e coloca ainda mais ardência nas discussões políticas da sucessão estadual de 2026. Propala-se sobre a possibilidade de uma aliança entre o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), para disputar o cargo de governador, tendo como companheiro de chapa o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), empresário Flávio Roscoe. Indagado a respeito do tema, o parlamentar não confirmou, mas também não desmentiu outra vertente dessa especulação, segundo a qual Cleitinho havia mantido recentemente uma ligação, via celular, com o presidente da Fiemg. De acordo com as fontes, ambos ficaram de se encontrar em breve, para incrementar um desdobramento atinente ao pleito do próximo ano. Paralelamente à eleição majoritária, acontecem entendimentos e conchavos, com vistas à disputa pela Câmara Federal e também em busca de espaço para cadeiras no Parlamento mineiro. Por exemplo, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), que pertence ao mesmo grupo ideológico de Cleitinho, já planeja incrementar a candidatura de seu afilhado político, o vereador de Belo Horizonte, Pablo Almeida, para concorrer também como candidato ao parlamento federal. O deputado estadual Bruno Engler, também filiado ao PL, enquanto conversa sobre o tema, aproveita para externar a sua pretensão de se tornar candidato à Câmara Federal. Ele almeja eleger, para o seu lugar na Assembleia Legislativa, o atual vereador e seu afilhado político, Vile Santos (PL). Outros federais Independentemente do projeto visando conquistar o Palácio Tiradentes, grupos políticos se organizam com a finalidade de colocar à disposição do eleitor, nomes com possibilidade de negociar votos, como pré-candidatos ao posto de parlamentar federal. Essa imensa lista é encabeçada por João Rafael Soares, filho do ex-procurador-geral de Justiça do Estado, Jarbas Soares Júnior. No campo das forças progressistas, surge o nome do ex-deputado João Batista dos Mares Guia. Enquanto isso, em Brasília, o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD) continua catalisando sondagens, o incentivando a disputar o Governo de Minas. Inclusive, isso já foi verbalizado pelo próprio presidente Lula (PT). Resta saber como convencer o político mineiro a aceitar esse desafio. Relativamente ao vice-governador, Mateus Simões (Novo), seu padrinho, Romeu Zema (Novo), não para de dizer que Simões seria um excelente chefe do Executivo estadual, por ser um homem público de reconhecida cultura geral, “capaz de engrandecer o Governo de Minas”, disse recentemente, em um evento de prefeitos. Só para registrar, é enorme a popularidade do governador entre os mineiros. Nesse processo de discussões políticas, o Partido dos Trabalhadores tem assistido tudo apenas como coadjuvante, pois seus integrantes reconhecem a falta de popularidade para enfrentar uma eleição como cabeça de chapa. “Seria um desastre completo”, ironiza o deputado Nikolas Ferreira.
Edição do Brasil 2162 – 29 de março a 5 de abril de 2025
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Falta de segurança no campo
As bravatas e discursos rasos dos governadores e outros políticos brasileiros não irão minimizar os efeitos do crime organizado, atualmente, perpassando por todos os segmentos da sociedade. Se o dolo apenas acontecia nas grandes cidades, envolvendo os enormes aglomerados, agora os delitos já estão acontecendo também nos meios rurais, e os produtores não sabem como agir para minimizar os efeitos dessa nova onda de cangaço. Em Minas, o verdadeiro sinal de alerta aconteceu depois do roubo de 500 sacas de café em Cássia, no Sul do Estado, quando o caseiro da propriedade foi rendido por bandidos fortemente armados, cujo prejuízo foi estimado em R$ 1 milhão pelas autoridades. Na semana passada, o Governo de Minas implementou a denominada Patrulha Rural, com integrantes da Polícia Militar. Mas os especialistas em Segurança Pública consideram esse projeto muito incipiente para tentar barrar as ações de meliantes. Recentemente, esse polêmico assunto foi debatido na Assembleia Legislativa, a pedido do deputado Professor Cleiton (PV). Apenas iniciativas isoladas não são suficientes para conter essa brutalidade, agora com uma modalidade aterrorizante de atacar também o setor produtivo dos negócios procedentes das zonas rurais. As primeiras ações dos bandidos aconteceram em propriedades no Sul de Minas, em municípios próximos à divisa com São Paulo, cidade do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das facções criminosas mais truculentas e influentes até mesmo fora do Brasil. As autoridades deveriam levar em consideração um debate mais amplo do Plano Nacional de Segurança Pública, proposto pelo governo federal, para atuação em conjunto, incluindo os representantes das Guardas Municipais. Em verdade, está em evidência no nosso país uma espécie de dominação do mal contra o bem, onde pessoas que trabalham, empresários e produtores não são mais importantes para garantir a continuidade do Estado brasileiro, deixando espaço para o crescimento desses grupos que assaltam. Enquanto alguns políticos fecham os olhos para esta realidade, os crimes saem dos guetos para enjaular quem até então vivia ordeiramente nas planícies verdejantes de suas propriedades rurais em Minas e no Brasil. Roga-se aos parlamentares, especialmente os conectados às redes sociais, um pouco mais de patriotismo para encontrar uma saída para essa situação. A não ser que as pessoas de bem, as autoridades, os homens públicos venham assumir protagonismo em cenas capazes de assimilar a gravidade dessa complexa realidade de hoje.
Apoio de prefeitos será essencial na eleição ao governo em 2026
Nas diversas notícias relacionadas aos preparativos para a eleição majoritária do próximo ano, um detalhe chama atenção: a menção ao nome do prefeito de Nova Lima, João Marcelo (Cidadania), como opção para ser candidato a vice, na chapa possivelmente a ser encabeçada pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD), ao Governo de Minas. Além dessa informação de bastidores, matemáticos da política mineira avaliam a chance de João Marcelo se postar como “cabeça de chapa”, por sua reconhecida popularidade, inclusive foi reeleito em sua cidade com mais de 85% dos votos. Recentemente, tornou-se presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de BH (Granbel), quando foi escolhido por unanimidade de seus colegas. O debate concernente às futuras eleições majoritárias acontece de maneira discreta e perante a cúpula dos grupos interessados no tema, com exceção do vice-governador Mateus Simões (Novo), já em plena atividade eleitoral. Prefeitos influentes Os cientistas políticos consideram que o maior engajamento dos eleitores, quando se trata de pleito majoritário, fica por conta de quem tiver mais capacidade de manejar com maestria as redes sociais. Quem almeja suceder o governador de Minas terá de buscar apoios diferentes, especialmente da bancada de deputados estaduais, pois os parlamentares têm liderança nos municípios mineiros. Para qualquer candidato ao governo ou ao Senado, é perceptível a importância de obter apoio de nomes como o do prefeito de Uberlândia, Paulo Sérgio (PP). Ele foi eleito ainda no primeiro turno da eleição do ano passado e se tornou uma destacada liderança política no segundo colégio eleitoral de Minas, com mais de 540 mil eleitores. Nesta lista de influentes, com possibilidade de transferir votos, também está o chefe do Executivo de Montes Claros, Guilherme Guimarães (União Brasil), eleito com mais de 71% dos votos válidos. Na Zona da Mata, quem lidera, por mais de cinco anos seguidos, é a prefeita reeleita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT). Ainda relativamente à Região Metropolitana de Belo Horizonte, constata-se a propalada informação de que a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), tem projeto visando marcar presença na peleja de 2026. O nome do ex-presidente do Jornal O Tempo e atual prefeito de Betim, Heron Guimarães (União Brasil), também surge com destaque. O município tem relevantes investimentos, crescimento e desenvolvimento econômico, inclusive, impulsiona a geração de empregos. Qualquer candidato ao governo, com aptidão para se eleger, também carece cair nas graças políticas do prefeito de Ipatinga, Gustavo Nunes (PL), município líder da região do Vale do Aço. O apoio desse seleto grupo seria fundamental para quem deseja vencer nas urnas. O difícil vai ser reunir, em uma mesma trincheira, conciliando esses prefeitos com pensamentos ideologicamente opostos. Mas, como a política é a arte do diálogo e do convencimento, perfilar todos eles em defesa de uma candidatura unida, já seria meio caminho andado para um resultado positivo em 2026.
Edição do Brasil 2161 – 22 a 29 de março de 2025

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