Edital de Convocação de Assembleia Geral Ordinária AJOIA Brasil

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, no formato PRESENCIAL ou VIRTUAL, a ser realizado no dia 8 de janeiro de 2026, da AJOIA Brasil – Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados, com seu registro ainda em fase de análise no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas de Belo Horizonte, Cartório Jero Oliva. O presidente da AJOIA Brasil, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, conforme Capítulo II do Estatuto Social, convoca os associados para se reunirem em ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, presencial ou digital, a partir de sua sede na Rua São Paulo, 684 – Apto 209 – Bloco B – Centro – Belo Horizonte/MG ou em plataforma digital Google Meet, a se realizar no dia 8 de janeiro de 2026, às 20h00, com o quórum de maioria absoluta para que se instale em Primeira Convocação e, em Segunda Convocação, com qualquer quórum dos associados votantes, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: 1º) Prestação de contas pela Diretora-Tesoureira, Jussara Ribeiro, conforme BalanceteContábil do período de 7 de setembro a 31 de dezembro de 2025, e Aprovação do Orçamento Anual para o ano de 2026; 2º) Apresentação do relatório das atividades pelo Vice-Presidente, Alexandre Siqueira, do período de 7 de setembro a 31 de dezembro de 2025; 3º) Apresentação da estrutura, formato e do conceito do site ajoiabrasil.com.br, pelosconselheiros Luís Otávio e Juan Carlos; 4º) Eleição de 2 (dois) membros para o Conselho Fiscal; 5º) Apresentação e aprovação da carteira de associado; 6º) Alteração estatutária no prazo de publicação de convocações das assembleias de 30 para 10 dias, com validade retroativa à data do Estatuto; 7º) Alteração estatutária do artigo 1º das Disposições Gerais e Transitórias do estatuto; 8º) Proposição para contratação de serviços de gestão de eventos; 9º) Proposição da formação de uma comissão para gestão das atividades; 10º) Proposição para indicação e convite de nomes para compor o quadro de Associados Honorários; 11º) Assuntos gerais de interesse da Associação. Para efeitos legais e estatutários, declara-se neste Edital que a Convocação da Assembleia Geral para o dia 8 de janeiro de 2026, já está registrada na Ata de Fundação no dia 7 de setembro de 2025, e este documento homologa-o para sua publicação. Declara-se, ainda, que o número de associados, nesta data, é de 29 (vinte e nove) membros. Os associados poderão participar e votar na Assembleia Geral, presencialmente no endereço da sede da associação ou virtualmente da seguinte forma: por meio da plataforma Google Meet, com o seu link disponibilizado no dia anterior à assembleia, via grupo da associação no WhatsApp, onde o associado deverá se habilitar para sua participação. Para mais informações e dúvidas, utilizar o mesmo grupo do WhatsApp ou procurar diretamente a um dos diretores executivos. Caso queira, o associado que não puder participar, pode registrar sua justificativa com mensagem no grupo de WhatsApp da associação ou em mensagem direta a um dos diretores executivos. Belo Horizonte/MG, 8 de dezembro de 2025. José Aparecido RibeiroPresidente da AJOIA Brasil
Edição 2200 – 20 a 26 de dezembro de 2025

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Vigílias – 20 a 26 de dezembro de 2025
Alexandre SilveiraHá uma nítida pretensão do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), em ser candidato a governador, preferencialmente com apoio de Lula (PT). Essa é a impressão dos jornalistas da crônica política. O problema é que o presidente da República sequer ouve as insinuações dele. Controle externoPiada maldosa ouvida nos bastidores da Câmara Municipal de Belo Horizonte. “Esse Legislativo é o mais democrático do país, cujo controle externo vem da Cidade Administrativa, sob orientação do influente secretário de Governo, Marcelo Aro (PP)”. Sobre Mateus SimõesNa porta do tradicional Café Nice, populares fazem a seguinte indagação: “se for eleito ao Governo de Minas, o vice-governador Mateus Simões (PSD) irá administrar em conluio com os empresários poderosos de Minas”? Araújo e Droga RaiaPor enquanto, a Drogaria Araújo continua ocupando todos os espaços em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Contudo, a Droga Raia está conquistando terreno, criando uma concorrência que só faz bem ao consumidor. Política nacionalPara o jornalista Gerson Camarotti, o presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, é o dirigente mais insosso da história do Legislativo brasileiro. “Falta pulso firme de Motta e isso tem levado ao completo barulho nas votações mais eloquentes. O cidadão é complicado e está sem prestígio junto aos seus pares”. Penúria municipalVárias cidades mineiras estão encontrando dificuldades para fechar as contas no azul. Segundo a Federação Brasileira de Municípios, um terço das prefeituras já sinalizaram que vão transferir vários compromissos financeiros de 2025 para o próximo ano. Pela Lei de Responsabilidade Fiscal, isso é ilegal. Congresso contra o povo“Os projetos votados pelo Congresso Nacional quase sempre atendem a interesses de grupos, especialmente com viés ideológico forte. Mas as matérias aprovadas nem sempre dizem respeito ao verdadeiro interesse popular. Para mim, o Congresso está de costas para o povo”. Opinião do Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), Dimas Ramalho. Pior Câmara FederalPara o doutor em história, Marco Antônio Villa, a Câmara Federal é a pior de todos os tempos. “Isso significa dizer que o Congresso não tem respostas positivas para atender à população”. Escala 6×1O apresentador Marcelo Tas acredita que a proposta em debate no Congresso Nacional, prevendo o fim da escala de 6×1, deverá ser aprovada. É que a presença da tecnologia no ambiente de trabalho veio para mudar todo o costume cotidiano do brasileiro. Flávio BolsonaroEm Brasília, jornalistas da crônica política estão verbalizando o que se fala em ambientes reservados. Ao menos por enquanto, os líderes do centrão não almejam apoiar o nome de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial. “Na verdade, esse grupo político está sem uma âncora forte”, dizem os comunicadores. Cenas chocantesAs cenas recentes de deputados invadindo a Mesa Diretora da Câmara Federal, prova que o espaço destinado a defender o interesse coletivo se transformou em um ringue, onde a selvageria atrapalha o diálogo tão necessário”. Opinião do deputado federal Rogério Correia (PT). Religião e ensino“Sou contra o aumento da cruzada religiosa no sistema de ensino brasileiro, pois isso não traz nada de positivo”, arremata o filósofo Mário Sérgio Cortella. Briga em famíliaO ano está terminando e ninguém consegue prever onde vão parar as desavenças protagonizadas pela Família Bolsonaro. Isso deverá diminuir a importância do projeto do senador Flávio em ser presidente do Brasil. Senador e o bancoA prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, causou incômodo em muitos políticos, um deles é o poderoso senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Partido Progressista. A ver. Crime organizado“Em recente aparição na TV, o senador Alessandro Vieira (MDB) disse que está cansado de dizer que existem senadores financiados com dinheiro do crime organizado”. Palavras são do cientista político Sérgio Fausto.
Nikolas no lugar de Flávio Bolsonaro
No limiar de 2026, o caldeirão político mineiro tende a registrar uma efervescência acima da média, por conta de especulações de bastidores envolvendo personalidades públicas capazes de influenciar no resultado da campanha, tanto ao Governo de Minas quanto à sucessão presidencial. Dois nomes são cotados para enfrentar o pleito rumo ao Planalto no próximo ano. Até recentemente, entre os políticos locais, houve a propagação do deputado federal e dirigente nacional do PSDB, Aécio Neves, avaliado como uma das opções para a peleja que se avizinha. Ele já teria assumido o compromisso de se postar como candidato à presidência, tendo no bojo dessa sua decisão a pretensão de melhorar o perfil do partido. A ideia seria incrementar a eleição de mais deputados e senadores nos diferentes estados, para tentar voltar o prestígio dos tucanos da década passada. Por intermédio das redes sociais e da imprensa, informações sugerem o nome do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) como opção, caso o senador Flávio Bolsonaro (PL) não conquiste a popularidade necessária para se manter competitivo no enfrentamento ao candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda relativamente à empreitada na esfera nacional, matemáticos da política estadual preveem um possível fraco desempenho do governador Romeu Zema (Novo). Quanto à sucessão mineira, permanece a incógnita sobre a incursão do presidente Lula, se propondo a convencer o senador Rodrigo Pacheco (PSD) a aceitar o desafio de colocar o seu nome para apreciação dos eleitores, com o objetivo de tentar conquistar o Palácio Tiradentes. Nesse cenário regional, a novidade é o crescimento do nome do presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão. Se a eleição fosse em dezembro, o dirigente teria o apoio de dezenas de colegas prefeitos e de muitas lideranças municipais para disputar um cargo majoritário, perpassando pelo Governo do Estado, mas também apontado como alternativa ao Senado ou compor chapa na qualidade de vice-governador. Segundo a crônica política de Minas, existe um enorme vácuo na corrida rumo à Cidade Administrativa. É de se esperar outras possibilidades, inclusive incrementar nomes como o do presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB). Ele possui trânsito livre junto a diferentes grupos, se posicionando bem tanto na esquerda quanto no centro. No entanto, a dificuldade dos interlocutores tem sido convencer o parlamentar a aceitar essa preposição.
Rodrigo Pacheco deixa definição sobre sua candidatura para 2026

Com a experiência de quem já viu de tudo na política, o presidente Lula (PT), em sua mais recente passagem por Belo Horizonte, deu um conselho para quem acha que o cenário eleitoral em Minas Gerais está definido: “Quem tem pressa come cru. Ou seja, vou esperar o tempo passar”, afirmou Lula, referindo-se à possibilidade de o senador Rodrigo Pacheco (PSD) confirmar, em algum momento, sua candidatura ao Governo de Minas Gerais. Apesar dos sinais contrários de Pacheco, Lula ainda acredita que o senador entrará na disputa. No entanto, a definição que pode mudar os rumos do processo no Estado, ficará apenas para 2026. Mesmo sem se decidir se aceita a empreitada, o senador trava, por ora, o cenário fático de como os pretendentes irão se posicionar na disputa pela cadeira atualmente ocupada por Romeu Zema (Novo). Lula não esconde a preferência por Pacheco. Na visão do presidente, o senador é o único capaz de agregar prefeitos de diversos partidos e eleitores cansados da radicalização. Pacheco é visto como um político de perfil moderado, afeito ao diálogo e avaliado como um parlamentar que fez inúmeras entregas legislativas para o Estado. Levantamento do think tank More in Common, em parceria com a Quaest, divulgado no mês passado, apontou que a maior parte dos brasileiros está à margem da polarização política e adota tom mais pragmático em relação aos principais temas do cotidiano. Assim, 54% da população não se identifica por adesão aos extremos e é caracterizada como uma “maioria invisível não polarizada”. É nesse eleitorado que os aliados de Pacheco apostam para convencer o senador a entrar na disputa em Minas. Caso Pacheco não aceite entrar na disputa, Lula avalia a hipótese de conversar com o deputado estadual Tadeu Leite (MDB), atual presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Também correm por fora os nomes do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), a quem apoiou nas eleições de 2022; as prefeitas de Contagem, Marília Campos (PT); e de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT). O horizonte posto no Estado, até o momento, tem Zema com sua aposta no atual vice-governador, Mateus Simões, que migrou de legenda e lançou sua pré-candidatura pelo PSD, atual partido de Pacheco. Um movimento inusual e bancado por Gilberto Kassab, presidente nacional da sigla. Em que pese a movimentação ousada, já que o principal nome político da legenda é Pacheco, e a participação mais evidente de Simões em agendas governamentais de Zema, uma das mais recentes pesquisas de intenção de votos em Minas, feita pelo Instituto Real Time Big Data, trouxe o vice-governador com apenas 9% da preferência dos entrevistados, deixando-o ainda sem tracionamento competitivo, na terceira opção, distante dos dois primeiros colocados, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), que figurou com 38%, e Alexandre Kalil, com 18% da preferência. O levantamento apontou que 20% dos entrevistados figuram como indecisos. Por sua vez, Cleitinho ainda não decidiu se arrisca sua popularidade, construída principalmente nas redes sociais, no pleito mineiro de 2026. Um fato preponderante que pesa contra foi o pedido feito pelo senador Flávio Bolsonaro para que ele não seja pré-candidato ao Governo de Minas para não dividir a direita. O filho mais velho de Jair Bolsonaro foi recentemente alçado ao nome do clã que disputará a Presidência da República. Já o ex-prefeito da capital tem avaliado as opções de se lançar ao Governo de Minas ou ao Senado. Visto como opção por parte do PT, caso Pacheco desista de concorrer, Kalil convive com a desconfiança dos quadros da esquerda e de sua própria convicção na aceitação do apoio do presidente Lula. Vale lembrar que o ex-chefe do Executivo disparou críticas pesadas contra Lula e o PT após ter perdido a eleição ao Governo de Minas, em 2022, ainda no primeiro turno para Zema. Houve um rol de desentendimentos entre ele e os mandatários do PT de Minas. Outro nome ventilado ao cargo de governador, o ex-vereador Gabriel Azevedo, lançou sua pré-candidatura no início de novembro passado. Ex-presidente da Câmara dos Vereadores da capital mineira, Azevedo disputou e perdeu a eleição de 2024, quando Fuad Noman (PSD) foi reeleito prefeito de Belo Horizonte. Ainda desconhecido pela maioria da população de Minas Gerais, ele teve sua candidatura bancada pelo deputado Newton Cardoso Júnior e pelo presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, dois nomes ligados ao bolsonarismo. Na pesquisa Instituto Real Time Big Data, o ex-vereador figurou com 4% da intenção de votos.
Edição 2199 – 13 a 20 de dezembro de 2025

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Sucessão mineira em foco
A informação indicando a intenção do deputado federal Aécio Neves (PSDB) em não mais se envolver na disputa ao Governo de Minas, preferindo disputar a Presidência da República, deixa o eleitor mineiro atordoado quanto à sucessão do governador Romeu Zema (Novo), no próximo ano. No início de 2025, também houve um elevado grau de especulação apostando firme na propalada candidatura do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ao posto. Se a oportunidade não fosse dada ao político, o bastão seria passado ao deputado federal mais votado de Minas e do Brasil, Nikolas Ferreira (PL). No decorrer do período, a preferência por ambos foi trilhando caminhos obscuros. Atualmente, as lideranças políticas do Estado sequer os elegem à discussão para implementar a candidatura ao Palácio Tiradentes. Comentários de Brasília apontam que Nikolas precisa continuar no Parlamento para ser um puxador de votos, com o objetivo de aumentar a bancada do PL na Câmara Federal. Quanto ao esvaziamento do nome de Cleitinho, não há explicação pertinente até hoje. Essas questões sem resposta têm proporcionado um vácuo no projeto relativo à sucessão estadual, daqui a menos de um ano. O vice-governador Mateus Simões (PSD) tenta consolidar sua pré-candidatura baseado na popularidade do governador Zema. Mas, na hora de mostrar as realizações do Executivo mineiro, são poucos os projetos para atender à população nas diferentes regiões. A não ser ações pontuais na área da saúde e da segurança. Quando se trata de estruturação de sua jornada, Simões está centrado muito no apoio de deputados, especialmente junto ao curral eleitoral dos apoiadores do governo na Assembleia Legislativa. Esse foi o mesmo estilo implementado por Antonio Anastasia para ser eleito governador, mas não é possível mensurar se o sucesso de outrora pode se repetir na peleja de 2026. Por seu turno, uma indefinição evidente no campo da esquerda está paralisando o debate. Ainda esperam um crescimento de popularidade das candidaturas de Gabriel Azevedo (MDB) e do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT). As duas são avaliadas como “nanicas” até o momento. Para os matemáticos da política, tudo não passa de uma especulação, e logo após a virada do ano, esse cenário de agora será completamente incrementado. Com quais atores? Ninguém sabe.
Vigílias – 13 a 20 de dezembro de 2025
Maldição no Leste mineiro Desde a eleição passada e até cerca de 60 dias, era comum ouvir empolgantes elogios à atuação dos deputados federais Hercílio Diniz (MDB) e Euclydes Pettersen (Republicanos). Ambos têm raízes no Leste do Estado, com forte presença em Governador Valadares. A situação mudou quando o nome de Pettersen apareceu no esquema dos descontos indevidos dos aposentados do INSS. Agora, as empresas da família Diniz foram citadas na derrocada do Banco Master. Esses fatos varreram para debaixo do tapete toda a popularidade dos parlamentares. Política em Ipatinga Nos corredores da Assembleia Legislativa, comentários maldosos apontam que a popularidade do prefeito de Ipatinga, Gustavo Nunes (PL), está cada vez mais baixa. Isso por conta de decisões sem planejamento, colocando a sua administração no olho do furacão, onde diversos compromissos não estariam sendo cumpridos. A ver. Juiz de Fora Lideranças da Zona da Mata estão marcando encontros políticos para os meses de janeiro e fevereiro, com o objetivo de formar um grupo capaz de ser vitorioso nas disputas à Câmara Federal e ao Parlamento mineiro. Um dos nomes mencionados em todas as listas é o do ex-prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira. Mas, pessoas próximas não estão convencidas sobre a participação dele nesse projeto. Odelmo, deputado? Ninguém desmente sobre a possível candidatura do ex-prefeito de Uberlândia, Odelmo Leão (PP), para disputar uma vaga de deputado estadual. Se a notícia for confirmada, irá movimentar o tabuleiro político local. Montes Claros Quando está junto dos amigos, o deputado federal Marcelo de Freitas (União Brasil) sempre deixa escapar a intenção de disputar a Prefeitura de Montes Claros. Gabriel Azevedo No interior de Minas Gerais, onde a presença do MDB é preponderante, pouco se ouve falar na candidatura de Gabriel Azevedo ao Governo do Estado. Perante as lideranças regionais, tudo tem sido avaliado como um projeto muito insosso. Juliano e Damião “Na ausência de Álvaro Damião (União Brasil), toda vez que assumir o Executivo municipal vou exercer os meus plenos direitos de prefeito. Não tem essa de ficar sem ação”. Palavras ouvidas na antessala do presidente da Câmara de BH, Juliano Lopes (Podemos). Senador empolgado O senador mineiro Carlos Viana tem demonstrado a amigos que sua atuação na CPI do INSS está sendo a abertura que precisava para apostar em uma vitória na busca pela reeleição no próximo ano. Piada carioca Ao invés de ficarem irritados diante dos problemas envolvendo políticos com o crime organizado, os extrovertidos cariocas brincam que a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro já funciona como uma espécie de puxadinho do Comando Vermelho. Pretos e pardos Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma média de 71% dos pobres são pretos e pardos. Isso demonstra o imenso desafio do governo e da sociedade para minimizar essa realidade. Estrelas do noticiário Um levantamento preliminar de órgãos ligados à imprensa já aponta que dois nomes devem ser elencados como os mais citados ao longo de 2025. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL). Vantagens do cargo O deputado federal Lindbergh Farias (PT) disse que vai procurar saber se o foragido Alexandre Ramagem continua podendo receber valores como delegado licenciado da Polícia Federal. Segurança pública “Governadores de vários estados brasileiros querem comandar em seus respectivos territórios a estrutura de segurança pública, porém, contando com a verba complementar do governo federal. Isso é muita esperteza”. Avaliação da jornalista Vera Magalhães. Rússia X Ucrânia O Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), Dimas Ramalho, fez uma previsão catastrófica. “A guerra entre Rússia e Ucrânia carece de ser minimizada. Caso contrário, os russos irão partir para cima do continente europeu”. Conflito internacional “Sobre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, trata-se de um ser humano desprovido de qualquer pudor. Se perceber que está ficando acuado, pode partir para o ataque e espalhar terror e guerra em todo o continente europeu”. Opinião do empresário Emerson Kapaz.
Deputado Fabiano Cazeca apresenta projetos em Brasília

Depois de assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados, o parlamentar Fabiano Cazeca (PRD) iniciou seu mandato imprimindo agenda própria e priorizando temas regulatórios considerados por ele como urgentes. Em pouco tempo, apresentou duas propostas legislativas que já tramitam na Casa, ambas com impacto sobre o cotidiano do brasileiro. O primeiro Projeto de Lei (PL) 5.830/2025, altera o Código de Defesa do Consumidor para obrigar que plataformas de e-commerce informem, com destaque e de forma ostensiva, a data de validade de produtos perecíveis antes da finalização da compra. A medida busca preencher uma lacuna no ambiente digital, onde, segundo o deputado, muitos consumidores recebem produtos perto do vencimento, impossibilitando o uso integral. “Ele obriga o vendedor a informar ao comprador a data de validade da mercadoria. O objetivo é impedir que o consumidor receba alimentos ou medicamentos próximos do vencimento, problema recorrente no comércio digital. O texto prevê ainda que o prazo de validade esteja visível na página do produto e no resumo da compra, garantindo clareza e transparência”, ressalta o parlamentar. O segundo projeto, PL 6.016/2025, trata da regulamentação do uso de bloqueadores seletivos de radiofrequência para neutralizar drones em situações específicas. O texto também propõe critérios para uso privado e institucional, além de criar normas para uso pelas forças de segurança em operações policiais e penitenciárias. De acordo com Cazeca, a ausência de uma regulamentação no Brasil gera insegurança jurídica tanto para proprietários quanto para órgãos oficiais, além de permitir algumas brechas para o uso criminoso da tecnologia. “É um projeto muito importante porque no país os drones não são regulamentados”. Ele acrescenta que a proposta pretende estabelecer zonas permitidas, áreas restritas e regras claras para atuação de forças de segurança, especialmente em cenários envolvendo tráfico, contrabando, invasões de privacidade ou riscos operacionais. O projeto autoriza a fabricação e uso de equipamentos anti-drone homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com limites técnicos e responsabilidade civil e penal em caso de uso indevido. Próximos passos Para 2026, Cazeca já trabalha em uma nova pauta: reformular a Lei dos Consórcios, vigente desde 2008. Ele afirma que a norma necessita ser atualizada para poder refletir o crescimento e a complexidade do setor. “Já é preciso fazer um processo de modernização, alterando vários dispositivos”, destaca. Na avaliação do parlamentar, aspectos importantes da legislação foram deixados sob responsabilidade exclusiva do Banco Central, que regula o sistema. “Isso precisa ser revisto. Quero propor ajustes que tornem o sistema mais flexível e adequado às práticas atuais de mercado”. Articulação com a bancada mineira Além de suas propostas, Fabiano Cazeca vem buscando articulação com colegas mineiros para ampliar a força do Estado nas votações estratégicas. “Já tenho feito reuniões com a bancada de Minas, de alguns deputados aqui, para a gente se unir, aqueles que têm uma linha de pensamento mais aberta. Sou uma pessoa de centro e se o projeto for bom para o país e para Minas Gerais, eu apoio”, afirmou. O deputado diz que pretende atuar de forma flexível, avaliando propostas independentemente do campo ideológico, priorizando aquilo que considera benéfico ao país. “As questões mais importantes, nós temos que sentar em volta de uma mesa, construir parceria e aprovar tudo o que for bom para o povo”. Mesmo com pouco tempo de Casa, Cazeca salienta que quer deixar contribuição prática em temas de impacto imediato como tecnologia, segurança pública e defesa do consumidor, enquanto estrutura seus próximos movimentos legislativos. “Eu vim para cá para trabalhar – e trabalhar muito”, finaliza.
Edição 2198 – 5 a 13 de dezembro de 2025

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