Vigílias – 10 a 17 de outubro de 2026

Sucessão na Assembleia
A partir desta semana se iniciam os debates a respeito da escolha de nomes para a futura Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, especialmente quando se trata do posto de presidente. Por enquanto, são postulantes: Vittorio Medioli (PL), Mauro Tramonte (Republicanos), Antonio Carlos Arantes (PL), Gustavo Valadares (PSD) e Beatriz Cerqueira (PT).

Juliano sem voto
Ao seu estilo de verdadeiro lorde inglês, o presidente da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte, professor Juliano Lopes (Podemos), não convenceu os eleitores em sua campanha para tentar se eleger deputado estadual. Coisas da política mineira.

Marqueteiro sem prestígio
Consta dos bastidores que o grupo coordenado pelo empresário e publicitário Paulo Vasconcelos teria comandado a estrutura de marketing do candidato à reeleição Mateus Simões (PSD). “Quem quiser amargar os últimos lugares nas urnas, basta recorrer ao famoso PV”, ironizam na sala de imprensa da Assembleia.

Polos políticos
A partir de agora, a imprensa nacional vai estar sempre presente em Divinópolis, terra do governador eleito Cleitinho Azevedo (Republicanos). Governador Valadares também ganha destaque, cidade do futuro senador Alex Diniz. Ele assumirá a vaga no Congresso deixada por Cleitinho a partir do próximo ano.

Prefeitos sem votos
A crônica política mineira contabilizou ao menos 200 prefeitos apoiando a candidatura à reeleição de Mateus Simões (PSD) ao governo de Minas. Resta saber onde foram parar os votos, já que Simões obteve um desempenho sofrível nas urnas.

Candidatos de plantão
Por falta de estrutura e também de interesse, grande parte da agenda dos candidatos ao governo, Gabriel Azevedo (MDB) e Alexandre Kalil (PDT), aconteceu durante eventos ou encontros em BH e Região Metropolitana. Ambos querem mesmo é começar a se preparar para a sucessão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil).

Danilo vitorioso
Apesar do fiasco do seu projeto majoritário e sem muito espaço na campanha de Mateus Simões (PSD), o veterano político Danilo de Castro (União Brasil) comemora a super eleição à Câmara Federal de seu filho, o deputado federal Rodrigo de Castro (União Brasil). Aí tem coisa.

Presidência do Senado
Tem sido de nervosismo os dias do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). Isso fica mais evidente quando ele se vê obrigado a falar de sua sucessão na presidência da Casa.

Câmara Federal
“Se no Senado os bolsonaristas irão fazer a festa a partir da próxima legislatura, o jogo é diferente na Câmara Federal. Isso porque as bancadas dos partidos de centro e da direita estão bem divididas, o que facilita a atuação dos parlamentares progressistas”, preveem os jornalistas da crônica política de Brasília.

Poder do centrão
Analistas políticos reverberam que qualquer que seja o Presidente da República, a partir de janeiro, haverá necessidade de negociação junto a uma média de 270 deputados do centrão, cujos integrantes não são nada fáceis. Ufa.

Bolsonaro destruidor
Existe uma expectativa para conhecer como será a linha da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). Até porque, os marqueteiros rememoram que não houve propostas concorrentes, e sim a distribuição de denúncias contra os adversários.

Senado X STF
Para os matemáticos da política brasileira, todos aguardam para saber como será a atuação do Senado em relação ao Supremo Tribunal Federal na nova legislatura. “De qualquer maneira, os questionamentos a respeito do funcionamento da Suprema Corte e seus ministros começam a ser pautados logo nos primeiros dias”.

Fim de uma era
Segundo entendidos da política partidária nacional, há uma espécie de apatia dos eleitores com relação ao PT. Eles acreditam ser o fim de um ciclo e a hora de novos frutos. Para muitos, ocorre uma verdadeira saturação.

Políticas sociais
“Para mim, com longa experiência em cobertura política, esse futuro Congresso Nacional, a tomar posse a partir de janeiro, irá tomar decisões que gradualmente vão minimizar as políticas sociais do governo federal, em nome de uma ideologia da direita brasileira”. Opinião da jornalista Flávia Oliveira.

Lula erra mais uma vez
Depois de tentar se reeleger no primeiro turno praticando bondades, como isentar o pagamento de contas de luz, doar botijões de gás, conceder créditos para motoqueiros, motoristas de táxis e de aplicativos e ainda anunciar aumento no Bolsa Família, o presidente agora se apega a semana de cinco dias trabalhados por dois de folga como estabelece projeto que já passou na Câmara e agora está no Senado. Lula já está criticando seu adversário e convocando sua base para votar a favor. Pode ser mais um tiro no pé, como foi o caso das bets. Ao invés de prometer desenvolvimento, inflação baixa e uma economia crescente, está apostando em bondades.

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