O próximo ano começa com uma nova liderança, diante da eleição do empresário e produtor rural Guilherme Abrantes, para comandar a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) até 2030. Sabidamente, a instituição tem prestígio nacional e em muitas oportunidades serve como interlocutora perante o Poder Público, quando se faz necessária a adequação de medidas que possam impactar no âmbito da economia mineira.
O desafio do futuro dirigente é adequar a Fiemg aos novos tempos, trazendo inovação para permitir o crescimento do Parque Industrial do Estado, com possibilidade de tornar as empresas mais eficientes e competitivas em Minas, no Brasil e no mercado internacional.
Dados estatísticos comprovam que as indústrias do Estado são responsáveis por 30% do Produto Interno Bruto (PIB), se destacando como o segundo maior exportador nacional, comercializando preferencialmente com a China e os Estados Unidos. Nosso desenvolvimento está calcado em pilares sólidos, com destaque para a exponencial importância do setor mineral, produtos metalúrgicos, produção e exportação de café, evolução da energia eólica/solar e também a agroindústria, em patamares geradores de muitos empregos e recolhimento de impostos aos cofres públicos.
No limiar de 2027, o bacharel em administração de empresas Guilherme Abrantes terá oportunidade de evidenciar toda a sua vivência de um cidadão bem resolvido na sua atividade empresarial, com exímias condições de incrementar o diálogo com os diversos escaninhos da vida cotidiana mineira e nacional, para engrandecimento do segmento que representa. Além do mais, o novo dirigente já tem experiência na Fiemg, pois ocupou o cargo de diretor financeiro na gestão do presidente Flávio Roscoe. Com experiência de um líder empresarial de sucesso, os ares que rondam a Federação das Indústrias se projetam como alvissareiros.
Por todos os títulos, roga-se que o presidente e toda a diretoria, a serem empossados no dia 1º de janeiro de 2027, pratiquem as boas práticas de convivência democrática, estabelecendo um preponderante padrão de harmonia com os poderes constituídos, especialmente Legislativo e Executivo, entes fundamentais no apoio a projetos que garantem a infraestrutura básica.