Especulações marcam os bastidores dos debates sobre o pleito deste ano

Neste período de férias do Legislativo, os assuntos referentes às eleições funcionam muito à base de especulações, até mesmo por conta do interesse do Palácio do Planalto em se inserir nos embates regionais, inclusive em Minas, onde continua o quadro de indefinição para saber qual o nome competitivo para enfrentar o projeto em curso, comandado pelo vice-governador Mateus Simões (PSD). Relativamente ao pleito ao Governo do Estado, existem fatos que merecem mais atenção do eleitor. Por exemplo, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) mantém um discurso dúbio, e cada hora indica uma direção diferente, mas nada de centralizar a sua decisão em um elo mais eloquente e de conexão com o pleito que se aproxima. Rodrigo Pacheco O mês de janeiro está quase chegando ao fim sem que a imprensa mineira seja efetivamente informada qual o projeto destinado a acolher as pretensões eleitorais do senador Rodrigo Pacheco (PSD). O parlamentar tem vociferado a pessoas próximas que em 30 dias anunciará o caminho que deve seguir. Fontes de Brasília apontam que Pacheco está analisando alguns cenários distintos. Um deles é saber da configuração da bancada de senadores, com possíveis acomodações de alguns de seus colegas em legendas diferentes. A partir desse posicionamento, haverá a sua própria resolução rumo ao pleito de 2026. Por parte da denominada centro-esquerda, referente ao certame para suceder Romeu Zema (Novo) no Palácio Tiradentes, existem comentários insinuando a possibilidade do presidente Lula (PT) abrir mão e não tentar montar um palanque forte no Estado, optando por abandonar a tese de uma aliança mais consistente. E diante destas circunstâncias, caminhar com um nome próprio do PT para disputar a peleja. Em última análise, seria o mesmo que “jogar a toalha”, pois isso tem chances de espelhar uma derrota antecipada do grupo político. Afinal, o PT mineiro sequer tem um nome com densidade popular para empreender um projeto dessa envergadura. Informações sinalizam que o grupo deve sugerir o deputado federal Rogério Correia para disputar o Governo de Minas, caso não haja associação com outras legendas. Enquanto o vice-governador Mateus Simões busca a consolidação de seu projeto político, o tema está cada vez mais eficiente nos bastidores. Agora, voltam às telas especulações sobre nomes como Aécio Neves (PSDB), Walfrido dos Mares Guia, Clésio Andrade (PSB) e Nikolas Ferreira (PL). Indefinição Especificamente em relação a Clésio Andrade, são levadas a efeito conjecturas de que o empresário está disposto a voltar a frequentar a cena eleitoral. No momento, uma decisão dele é aguardada para saber se pleiteia o Governo de Minas ou o Senado. O seu nome tem sido propalado perante muitas lideranças políticas, prefeitos e vereadores de diferentes regiões de Minas Gerais.
Edição 2201 – 10 a 17 de janeiro de 2026

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Vigílias – 10 a 17 de janeiro de 2026
Caporezzo sem apoioO projeto do deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) para disputar o Senado parece que perdeu densidade. Diante da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ilustre parlamentar tem sido visto pelos lados de Uberlândia todo aborrecido. Futuro de TadeuNa porta do tradicional Café Nice, a indagação é saber qual o futuro do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Tadeu Leite (MDB). Ele pode ser candidato ao Governo de Minas ou compor chapa na qualidade de vice. Também concorrer ao Senado ou ser escolhido como Conselheiro do Tribunal de Contas. Em última análise, o badalado Tadeuzinho pode deixar tudo como está e apostar em mais uma reeleição como parlamentar.Comentário único: Fontes próximas garantem que o caminho do presidente da ALMG deverá ser delineado após o Carnaval. Domingos SávioO poderoso político que comandava grande parte do eleitorado do Oeste mineiro, deputado federal Domingos Sávio, atual presidente do PL estadual, tem sentido na pele o crescimento de outras lideranças, especialmente em Divinópolis. Por lá, o rei dos votos agora é o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Prefeita indecisaTem cerca de um ano que a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), aceita discutir temas relacionados às eleições de 2026. No entanto, ainda permanece indecisa sobre a possibilidade de ser candidata ao Senado. Informações apontam que a chefe do Executivo estaria com dificuldade de chegar a um acordo com o seu vice-prefeito, Ricardo Faria. Ufa. Gostando do poderAdministrando a Prefeitura de Belo Horizonte por mais um período, o presidente da Câmara de Vereadores, Juliano Lopes (Podemos), confessa aos amigos que tem tomado gosto pelo poder. Cuidado, gente. João MagalhãesJornalistas estão de olho na atuação do deputado e líder do Governo na Assembleia, João Magalhães (MDB). Por exemplo, analisam o comprometimento dele para conseguir aprovação de projetos complicados, como a venda da Copasa, entre outros temas polêmicos que foram votados com facilidade por seus pares. MDB mineiroSegundo comentários nos bastidores do Legislativo mineiro, o deputado federal e presidente estadual do MDB, Newton Cardoso Júnior, estaria pronto para usar a pré-candidatura ao Governo de Minas de Gabriel Azevedo, como uma moeda de troca. Em momento oportuno, afastaria seu filiado desse projeto e caminharia para uma negociação maior, em função de projetos procedentes de Brasília. A ver. Futuro dos venezuelanosA intervenção norte-americana na Venezuela agravou a situação dos venezuelanos espalhados pelo mundo afora. Afinal, qual o futuro desses peregrinos? Poderoso JoesleyTão logo aconteceu a prisão do venezuelano Nicolás Maduro, surgiu um comentário do possível envolvimento do empresário brasileiro Joesley Batista no episódio que culminou com a deposição do ex-presidente. Nas negociações do Brasil com os Estados Unidos por conta do tarifaço, também houve a presença do megaempresário. O homem se tornou um porta-voz dos poderosos na América do Sul. Sem apoio de BrasíliaJornalistas da crônica política de Brasília comentam que dificilmente o presidente Lula terá espaço para bancar uma candidatura ao Governo de Minas, diante do afastamento do seu nome preferido, o senador Rodrigo Pacheco (PSD). Para os comunicadores, o Planalto já teria feito a sua escolha se estivesse empenhado no tema. Jarbas SoaresNinguém mais sequer menciona o nome do ex-Procurador-Geral de Justiça, Jarbas Soares, como uma das opções ao Governo de Minas. É aquela velha máxima: “Rei posto, Rei morto”. Que crueldade. Política internacionalÉ de extrema indecisão e futuro incerto a situação em Caracas, capital da Venezuela. Para analistas internacionais, falam apenas em continuidade do poder, mas a palavra democracia passa longe das discussões locais. China/Estados UnidosEnquanto os Estados Unidos brigam para ter o monopólio do petróleo venezuelano, a China vai ampliando o seu potencial de uso de energia renovável, ficando cada vez menos dependente dos combustíveis fósseis. Eleições no Brasil“Com minha experiência de comunicadora internacional, tenho a impressão de que o presidente Donald Trump irá se movimentar para implementar interferências nas eleições do Brasil em 2026”. Opinião da jornalista Patrícia Campos Mello.
Zema X Simões
O governador Romeu Zema (Novo) tem ensaiado a possibilidade de transferir a sua administração para Mateus Simões (PSD), com a finalidade de facilitar o encaminhamento do projeto eleitoral de seu vice, declaradamente pré-candidato ao Governo de Minas. As informações nesse sentido circulam nos meios políticos desde o ano passado. Se o assunto procede, seria oportuno levá-lo a efeito com brevidade, porque parece haver uma gestão dupla, onde determinados temas são tratados com orientações antagônicas. A decisão sobre a transferência estaria sendo postergada em função da necessidade de um ajuste do projeto de Zema. Ele pretende transferir o mando administrativo, desde que um lugar na agenda política nacional esteja reservado para o governador dos mineiros. Essa discussão provoca incertezas e atrapalha os investimentos em setores estratégicos de Minas, especialmente na infraestrutura, saúde e educação. São projetos que estão saindo da gaveta neste ano de eleição, mas enfim, terá a assinatura de qual dos dois mandatários? Atrelar os acontecimentos da política estadual ao interesse de Romeu Zema em se tornar um nome palatável para disputar à Presidência da República, transcende aos preceitos básicos de quem no momento sequer sabe o que irá acontecer em outubro deste ano, quiçá atender às duas demandas ao mesmo tempo: uma possível vitória de Simões ao Governo de Minas e também a sua atuação rumo ao Palácio do Planalto. De acordo com as últimas pesquisas, Zema não tem sido uma opção preferida e aparece sempre na rabeira entre nomes como Flávio Bolsonaro (PL), Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Ratinho Júnior (PSD). Embora digam o contrário, os funcionários públicos de Minas estão de olhares enviesados para Zema, especialmente os da segurança pública, incluindo policiais civis e agentes penitenciários. Tendo como referência as constantes falas do deputado estadual Sargento Rodrigues (PL), quando chegar a hora certa a “tropa” vai demonstrar ao governo o seu elevado grau de insatisfação. O parlamentar sempre foi eleito com apoio dos representantes desse setor de nosso Estado. Em consequência dessa realidade, quem almeja ter apoio e voto desses barnabés de farda, carece antes rezar a cartilha deles para não haver decepção eleitoral após o pleito ao Governo de Minas neste ano.
Deputado Fabiano Cazeca defende mais flexibilidade nos consórcios

O deputado federal Fabiano Cazeca (PRD) anunciou que pretende apresentar à Câmara dos Deputados um projeto para atualizar a Lei nº 11.795/2008, que regulamenta o sistema de consórcios no Brasil. Segundo o parlamentar, o objetivo é modernizar pontos específicos da legislação, considerada eficiente, mas que precisa de ajustes para refletir melhor a realidade atual dos consorciados e administradoras. “A lei do consórcio já é uma lei moderna, porque foi feita por nós do sistema de consórcio, por meio da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). Mas ela já tem alguns anos e precisa passar por atualizações”, afirmou. Entre as principais alterações que o deputado pretende propor está a flexibilização no uso da carta de crédito. Atualmente, a lei limita o uso do crédito ao segmento originalmente contratado – automotivo, imobiliário, eletroeletrônicos ou de serviços. Na avaliação de Cazeca, essa regra deve ser revista. “Nós temos quatro segmentos no sistema de consórcio. Hoje, o consorciado só pode comprar dentro do mesmo segmento. Penso que isso deve ser liberado”, explicou. Ele cita o caso que aconteceu no Maranhão para ilustrar a necessidade de mudança. “Um cliente tinha um consórcio de caminhão, foi contemplado, mas perdeu a casa em uma enchente. Quis usar o crédito para comprar um imóvel, mas a lei não permite. E a garantia de uma casa é até melhor para o grupo”. O deputado defende que a proposta trará mais liberdade e segurança aos participantes do sistema sem comprometer o equilíbrio financeiro dos grupos de consórcio. “A lei é boa e precisa apenas de pequenas correções. Estou analisando os reflexos para não criar distorções. Às vezes algo parece positivo, mas pode ter efeito contrário. Quero entregar um texto responsável”, declarou. Apesar de reconhecer a necessidade de atualização, Cazeca enfatiza que o setor é bem regulado e fiscalizado, o que reforça a solidez do modelo. “Quando o Banco Central assumiu, havia mais de 560 empresas, hoje são 131. A autoridade monetária é bem rígida com as administradoras e isso garante segurança para o consumidor”. A Lei dos Consórcios, sancionada em 2008, estabeleceu regras para o funcionamento das administradoras e a proteção dos consumidores. Para Cazeca, a atualização é um passo natural. “Não é uma reforma ampla, mas uma modernização necessária para acompanhar os tempos e atender melhor quem participa dos consórcios”, concluiu.
Mares Guia pode ser a novidade na eleição ao Governo de Minas

Fontes de Brasília mencionam ser cada vez mais iminente o acordo que está sendo alinhavado pelo grupo político do vice-governador Mateus Simões (PSD) e os bolsonaristas, tendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) como um dos interessados no assunto. Informações da capital federal garantem que o tema envolveria a indicação de um nome para disputar uma das vagas ao Senado, cuja escolha deveria ser do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que continua muito próximo dos grupos políticos de Minas. Toda essa movimentação acontece por conta da falta de ação do presidente Lula (PT). Desde dezembro passado, a sucessão mineira foi jogada para escanteio pelo Palácio do Planalto. Setores governistas ainda acreditam na possibilidade do senador Rodrigo Pacheco (PSD) ser convencido a aceitar o desafio de participar do jogo eleitoral rumo ao Palácio Tiradentes. Ele próprio tem comentado pouco sobre as suas decisões. Tudo se trata apenas de informações de bastidores, pois o parlamentar não parece muito entusiasmado com esse projeto. Simões embalado O projeto estratégico consistente em um plano de governo do pré-candidato Mateus Simões continua sendo elaborado. Pessoas de seu convívio consideram que até agora ele tem falado sobre sua postura de candidato com lideranças e grupos parlamentares distintos. No entanto, tende a mudar o tom da conversa em meados de março e caminhar para um rumo concreto, com metas a serem entabuladas em suas peças de campanha, quando a lei permitir. Quem teve a oportunidade de dialogar com o político percebeu uma forte pretensão de fazer uma campanha unindo muitas lideranças. O ano de 2026 começa com alguns nomes pré-lançados ao Governo de Minas, mas sem muita capacidade de convencimento. Por exemplo, quais grupos irão apoiar o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT)? Isoladamente, seu partido teria força para desobstruir os obstáculos de uma campanha ao Governo de Minas? Por seu turno, o nome do ex-presidente da Câmara Municipal, Gabriel Azevedo (MDB), até o momento não empolgou sequer os jovens, cujo político imagina ter um bom respaldo, contudo, isso não se verificou positivamente. Semana passada, a imprensa mencionou o ex-ministro e ex-vice-governador Walfrido dos Mares Guia como trunfo nesse pleito para figurar na lista de interessados pela sucessão de Zema. O nome dele já teria sido levado diretamente ao presidente Lula, caso o senador Pacheco resolva sair do páreo na corrida à peleja estadual deste ano.
Edital de Convocação de Assembleia Geral Ordinária AJOIA Brasil

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, no formato PRESENCIAL ou VIRTUAL, a ser realizado no dia 8 de janeiro de 2026, da AJOIA Brasil – Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados, com seu registro ainda em fase de análise no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas de Belo Horizonte, Cartório Jero Oliva. O presidente da AJOIA Brasil, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, conforme Capítulo II do Estatuto Social, convoca os associados para se reunirem em ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, presencial ou digital, a partir de sua sede na Rua São Paulo, 684 – Apto 209 – Bloco B – Centro – Belo Horizonte/MG ou em plataforma digital Google Meet, a se realizar no dia 8 de janeiro de 2026, às 20h00, com o quórum de maioria absoluta para que se instale em Primeira Convocação e, em Segunda Convocação, com qualquer quórum dos associados votantes, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: 1º) Prestação de contas pela Diretora-Tesoureira, Jussara Ribeiro, conforme BalanceteContábil do período de 7 de setembro a 31 de dezembro de 2025, e Aprovação do Orçamento Anual para o ano de 2026; 2º) Apresentação do relatório das atividades pelo Vice-Presidente, Alexandre Siqueira, do período de 7 de setembro a 31 de dezembro de 2025; 3º) Apresentação da estrutura, formato e do conceito do site ajoiabrasil.com.br, pelosconselheiros Luís Otávio e Juan Carlos; 4º) Eleição de 2 (dois) membros para o Conselho Fiscal; 5º) Apresentação e aprovação da carteira de associado; 6º) Alteração estatutária no prazo de publicação de convocações das assembleias de 30 para 10 dias, com validade retroativa à data do Estatuto; 7º) Alteração estatutária do artigo 1º das Disposições Gerais e Transitórias do estatuto; 8º) Proposição para contratação de serviços de gestão de eventos; 9º) Proposição da formação de uma comissão para gestão das atividades; 10º) Proposição para indicação e convite de nomes para compor o quadro de Associados Honorários; 11º) Assuntos gerais de interesse da Associação. Para efeitos legais e estatutários, declara-se neste Edital que a Convocação da Assembleia Geral para o dia 8 de janeiro de 2026, já está registrada na Ata de Fundação no dia 7 de setembro de 2025, e este documento homologa-o para sua publicação. Declara-se, ainda, que o número de associados, nesta data, é de 29 (vinte e nove) membros. Os associados poderão participar e votar na Assembleia Geral, presencialmente no endereço da sede da associação ou virtualmente da seguinte forma: por meio da plataforma Google Meet, com o seu link disponibilizado no dia anterior à assembleia, via grupo da associação no WhatsApp, onde o associado deverá se habilitar para sua participação. Para mais informações e dúvidas, utilizar o mesmo grupo do WhatsApp ou procurar diretamente a um dos diretores executivos. Caso queira, o associado que não puder participar, pode registrar sua justificativa com mensagem no grupo de WhatsApp da associação ou em mensagem direta a um dos diretores executivos. Belo Horizonte/MG, 8 de dezembro de 2025. José Aparecido RibeiroPresidente da AJOIA Brasil
Edição 2200 – 20 a 26 de dezembro de 2025

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Vigílias – 20 a 26 de dezembro de 2025
Alexandre SilveiraHá uma nítida pretensão do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), em ser candidato a governador, preferencialmente com apoio de Lula (PT). Essa é a impressão dos jornalistas da crônica política. O problema é que o presidente da República sequer ouve as insinuações dele. Controle externoPiada maldosa ouvida nos bastidores da Câmara Municipal de Belo Horizonte. “Esse Legislativo é o mais democrático do país, cujo controle externo vem da Cidade Administrativa, sob orientação do influente secretário de Governo, Marcelo Aro (PP)”. Sobre Mateus SimõesNa porta do tradicional Café Nice, populares fazem a seguinte indagação: “se for eleito ao Governo de Minas, o vice-governador Mateus Simões (PSD) irá administrar em conluio com os empresários poderosos de Minas”? Araújo e Droga RaiaPor enquanto, a Drogaria Araújo continua ocupando todos os espaços em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Contudo, a Droga Raia está conquistando terreno, criando uma concorrência que só faz bem ao consumidor. Política nacionalPara o jornalista Gerson Camarotti, o presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, é o dirigente mais insosso da história do Legislativo brasileiro. “Falta pulso firme de Motta e isso tem levado ao completo barulho nas votações mais eloquentes. O cidadão é complicado e está sem prestígio junto aos seus pares”. Penúria municipalVárias cidades mineiras estão encontrando dificuldades para fechar as contas no azul. Segundo a Federação Brasileira de Municípios, um terço das prefeituras já sinalizaram que vão transferir vários compromissos financeiros de 2025 para o próximo ano. Pela Lei de Responsabilidade Fiscal, isso é ilegal. Congresso contra o povo“Os projetos votados pelo Congresso Nacional quase sempre atendem a interesses de grupos, especialmente com viés ideológico forte. Mas as matérias aprovadas nem sempre dizem respeito ao verdadeiro interesse popular. Para mim, o Congresso está de costas para o povo”. Opinião do Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), Dimas Ramalho. Pior Câmara FederalPara o doutor em história, Marco Antônio Villa, a Câmara Federal é a pior de todos os tempos. “Isso significa dizer que o Congresso não tem respostas positivas para atender à população”. Escala 6×1O apresentador Marcelo Tas acredita que a proposta em debate no Congresso Nacional, prevendo o fim da escala de 6×1, deverá ser aprovada. É que a presença da tecnologia no ambiente de trabalho veio para mudar todo o costume cotidiano do brasileiro. Flávio BolsonaroEm Brasília, jornalistas da crônica política estão verbalizando o que se fala em ambientes reservados. Ao menos por enquanto, os líderes do centrão não almejam apoiar o nome de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial. “Na verdade, esse grupo político está sem uma âncora forte”, dizem os comunicadores. Cenas chocantesAs cenas recentes de deputados invadindo a Mesa Diretora da Câmara Federal, prova que o espaço destinado a defender o interesse coletivo se transformou em um ringue, onde a selvageria atrapalha o diálogo tão necessário”. Opinião do deputado federal Rogério Correia (PT). Religião e ensino“Sou contra o aumento da cruzada religiosa no sistema de ensino brasileiro, pois isso não traz nada de positivo”, arremata o filósofo Mário Sérgio Cortella. Briga em famíliaO ano está terminando e ninguém consegue prever onde vão parar as desavenças protagonizadas pela Família Bolsonaro. Isso deverá diminuir a importância do projeto do senador Flávio em ser presidente do Brasil. Senador e o bancoA prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, causou incômodo em muitos políticos, um deles é o poderoso senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Partido Progressista. A ver. Crime organizado“Em recente aparição na TV, o senador Alessandro Vieira (MDB) disse que está cansado de dizer que existem senadores financiados com dinheiro do crime organizado”. Palavras são do cientista político Sérgio Fausto.
Nikolas no lugar de Flávio Bolsonaro
No limiar de 2026, o caldeirão político mineiro tende a registrar uma efervescência acima da média, por conta de especulações de bastidores envolvendo personalidades públicas capazes de influenciar no resultado da campanha, tanto ao Governo de Minas quanto à sucessão presidencial. Dois nomes são cotados para enfrentar o pleito rumo ao Planalto no próximo ano. Até recentemente, entre os políticos locais, houve a propagação do deputado federal e dirigente nacional do PSDB, Aécio Neves, avaliado como uma das opções para a peleja que se avizinha. Ele já teria assumido o compromisso de se postar como candidato à presidência, tendo no bojo dessa sua decisão a pretensão de melhorar o perfil do partido. A ideia seria incrementar a eleição de mais deputados e senadores nos diferentes estados, para tentar voltar o prestígio dos tucanos da década passada. Por intermédio das redes sociais e da imprensa, informações sugerem o nome do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) como opção, caso o senador Flávio Bolsonaro (PL) não conquiste a popularidade necessária para se manter competitivo no enfrentamento ao candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda relativamente à empreitada na esfera nacional, matemáticos da política estadual preveem um possível fraco desempenho do governador Romeu Zema (Novo). Quanto à sucessão mineira, permanece a incógnita sobre a incursão do presidente Lula, se propondo a convencer o senador Rodrigo Pacheco (PSD) a aceitar o desafio de colocar o seu nome para apreciação dos eleitores, com o objetivo de tentar conquistar o Palácio Tiradentes. Nesse cenário regional, a novidade é o crescimento do nome do presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão. Se a eleição fosse em dezembro, o dirigente teria o apoio de dezenas de colegas prefeitos e de muitas lideranças municipais para disputar um cargo majoritário, perpassando pelo Governo do Estado, mas também apontado como alternativa ao Senado ou compor chapa na qualidade de vice-governador. Segundo a crônica política de Minas, existe um enorme vácuo na corrida rumo à Cidade Administrativa. É de se esperar outras possibilidades, inclusive incrementar nomes como o do presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB). Ele possui trânsito livre junto a diferentes grupos, se posicionando bem tanto na esquerda quanto no centro. No entanto, a dificuldade dos interlocutores tem sido convencer o parlamentar a aceitar essa preposição.