A guerra entre Rússia e Ucrânia, cujo conflito já dura mais de 3 anos, está sendo incrementada com ataques chegando agora às capitais Moscou e Kiev, respectivamente. As perdas de vidas estão aumentando e os efeitos econômicos também.
Ao mesmo tempo, a recuperação da Faixa de Gaza prevista no acordo de “cessar-fogo” caminha lentamente, em uma crise humanitária sem igual. E a “guerra” entre Estados Unidos e o Irã, prevista pelo presidente Donald Trump para durar dias, vai se estendendo sem solução e afetando os preços do petróleo no mundo.
O Papa Leão XIV mantém as críticas às guerras em geral na esperança de que possamos ter a paz de volta e que as relações internacionais se normalizem em benefício da humanidade.
Simultaneamente, assistimos a um avanço da “inteligência artificial”, que apesar de trazer mais progresso, informações e simplificações traz também preocupações com o desemprego, com as fraudes e com os limites a que podemos chegar.
Daí vem o título do artigo, “Buscando alternativas”. Na área energética vivemos grandes transformações com as energias renováveis, em especial, a solar, a eólica e as baterias que usam as chamadas terras raras para impulsionar motores.
Entretanto, os preços continuam afetando todos os países e trazendo conflitos, preconceitos e retrocessos civilizatórios. O ódio entre irmãos e o problema crescente das imigrações não estão sendo enfrentados com iniciativas que possam compatibilizar as demandas. Não basta construir novos muros que já se mostraram ineficazes, e algumas alternativas mundiais lembram tempos de barbáries.
Os reflexos na área pública não são exclusivos do Brasil, mas aqui tomaram rumos de radicalização nunca vistos. Nos Estados Unidos, as repetitivas ameaças do presidente Trump transformaram o país, outrora exemplo de liberdade e democracia, em uma nação conturbada mais desigual do ponto de vista social.
Sentimos saudades daquele período mundial que possibilitou a abertura das fronteiras, o aumento do fluxo turístico e da troca de ideias, intercâmbio cultural, que permitiu a realização da Copa do Mundo de Futebol na Rússia, em 2018, como um exemplo de paz entre os povos e as nações.
Precisamos juntar esforços, não perder as esperanças, enfrentar as mentiras e a demagogia, renovar os quadros e os métodos de trabalho, não aceitar a violência e o descumprimento de leis e regras mínimas de convivência.
É hora de buscarmos alternativas factíveis!