Neste domingo, 25 de outubro, mais de 158 milhões de eleitores brasileiros, dos quais acima de 16 milhões espalhados entre 853 cidades de Minas estão chamados a votar no segundo turno da eleição presidencial. Grande responsabilidade recai sobre os eleitores, sobretudo aqueles que estão indecisos, ou não foram votar, votaram em branco ou anularam seus votos no primeiro turno. Igualmente responsáveis pelos resultados do segundo turno serão os prefeitos e vereadores, dada a liderança que têm no maior número de municípios do país.
Todos os leitores da Edição do Brasil sabem que o nosso semanário sempre é equidistante dos diferentes partidos e lideranças políticas, porque considera mais importante a união e paz entre brasileiros de diversas categorias socioeconômicas, e também o respeito a cada cidadão, ao Estado Democrático de Direito e às Instituições que o constituem.
O primado destes valores começa pelo intocável direito de cada cidadão em escolher o seu candidato a presidente e exercer seus direitos políticos com a liberdade assegurada pelo voto secreto. Entretanto, tem o mesmo grau de importância da escolha de cada um a responsabilidade com as consequências do seu voto.
No caso da eleição do segundo turno, tal responsabilidade vai além do exercício do direito político ao voto garantido a todos pela Constituição Federal. Ele inclui o dever de cada eleitor em obter informações sobre cada candidato a presidente por meio do noticiário da imprensa com credibilidade e das postagens de pessoas qualificadas e sérias na rede social.
A infeliz polarização da atual disputa usada com fanatismo cega muitos eleitores com fake news e compromete o livre exercício da democracia. Então, o voto dos eleitores não se limita apenas à escolha do candidato A ou B. Desta vez, eles devem levar em conta também, seriamente, os efeitos que acarretarão de imediato e no futuro para a sociedade brasileira.
Trata-se de pesquisar antes detalhadamente o perfil objetivo de cada candidato a presidente, e pensar qual resultado eleitoral trará justiça, desenvolvimento, democracia e respeito aos cidadãos e à soberania do Brasil. Cada eleitor de qualquer idade e gênero, e quem votou em branco ou anulou seu voto no primeiro turno, têm responsabilidade de se informar e escolher bem o candidato no qual vai votar no segundo turno.
Essa necessidade ganha especial expressão, quando o Brasil enfrenta um dos desafios mais dramáticos da sua história. O mais difícil deles é impedir que maus brasileiros usem de ambição mesquinha, da eleição e do Poder, para atingirem seus objetivos de enriquecimento ilegal, de prestígio pessoal, e que menosprezam a Constituição, e almejam a alienação da soberania brasileira em favor de potência estrangeira.
A aspiração maior do Edição do Brasil é ver como resultados da atual eleição o progresso e a paz de todos os brasileiros!