BH recebe Etapa Primavera do Circuito das Estações

No dia 7 de setembro, Belo Horizonte será palco de mais uma edição do Circuito das Estações – Etapa Primavera, considerado o maior circuito de corridas de rua do planeta. A largada está marcada para às 7h, na Nova Praça da Pampulha, com três opções de trajeto: 5 km, 10 km e 18 km. Os três primeiros colocados de cada categoria, tanto no masculino quanto no feminino, serão homenageados com troféus. Além disso, todos os participantes terão a chance de avançar mais um degrau na conquista da Mandala 2025, ao completarem a terceira peça do desafio, um emblema que representa persistência, comprometimento e paixão pela corrida. Há 18 anos, o Circuito das Estações se consolidou como um dos principais nomes da corrida de rua no Brasil. Com etapas distribuídas por 21 cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Curitiba e Manaus, o evento se destaca não apenas pelo seu alcance, mas também por ser considerado o maior circuito de corridas do mundo. Além da competição esportiva, também funciona como uma plataforma estratégica de conexão entre marcas e um público engajado, influente e apaixonado por esportes. Dividido em quatro etapas temáticas (Verão, Outono, Inverno e Primavera), o evento simboliza um ciclo contínuo de superação e evolução pessoal, oferecendo aos corredores uma experiência imersiva ao longo do ano. Mais do que reunir milhares de atletas amadores e profissionais, o Circuito das Estações tem como missão fomentar a prática da corrida e incentivar hábitos saudáveis de vida. A Etapa Primavera do Circuito das Estações oferecerá uma estrutura completa para garantir conforto e segurança aos participantes, incluindo pontos estratégicos de hidratação, atendimento médico, entrega de kits exclusivos aos inscritos e uma arena interativa com diversas atrações. Mais do que uma corrida, o evento proporciona um ambiente perfeito para quem deseja desafiar seus próprios limites, traçar novos objetivos e se envolver na atmosfera vibrante de um dos eventos mais tradicionais do esporte no Brasil, que há quase 20 anos inspira corredores em todo o país. Segundo Matheus Falconi, head de comunicação da Norte Marketing Esportivo, a expectativa é de um evento cheio, com cerca de 8 mil participantes. “Seguindo o que foi as outras etapas, e as tendências de corridas de rua no Brasil, onde as pessoas estão se interessando cada vez mais em participar. A mensagem é de que é uma grande experiência fazer parte do evento, sendo iniciante, intermediário ou avançado, o importante é competir e se superar”. Linha de chegada Para muitos participantes, a corrida representa muito mais do que cruzar a linha de chegada. É o caso da administradora Luciana Campos, 42 anos, que pretende completar seu primeiro percurso de 10 km. “Comecei a correr no início do ano por recomendação médica. Tinha hipertensão, vivia estressada, com sobrepeso. Hoje, nove meses depois, eliminei 12 quilos, controlei minha pressão e, o mais importante, redescobri o prazer de cuidar de mim mesma. Terminar essa prova vai ser um desafio e uma grande conquista para mim”. “Belo Horizonte vem se consolidando cada vez mais como uma cidade amiga dos corredores. Além do Circuito das Estações, a capital recebe diversas outras provas ao longo do ano, como a Volta Internacional da Pampulha e a Meia Maratona Internacional de BH. A geografia diversa, os espaços abertos e o envolvimento da comunidade fazem da cidade um cenário ideal para eventos desse porte”, destaca Luciana. As inscrições já estão abertas, mas as vagas são limitadas, por isso, é bom se antecipar para garantir a sua participação. Para se inscrever e conferir todos os detalhes, basta acessar o site www. circuitodasestacoes.com.br. Os kits estão disponíveis a partir de R$ 179,99 e prometem completar a experiência com exclusividade e qualidade. A retirada acontecerá entre os dias 4 e 6 de setembro, a partir das 10h, na loja Decathlon BH Sul (Avenida Nossa Senhora do Carmo, 1700). Para a retirada, é necessário apresentar o comprovante de inscrição e um documento oficial com foto do participante inscrito.
Lei antidopagem diferencia vício de fraude esportiva

O combate ao doping no esporte vem passando por transformações importantes tanto no Brasil quanto no cenário internacional. Se antes a lógica da punição era uniforme, hoje a legislação antidopagem reconhece que nem todo caso de uso de substâncias envolve fraude esportiva. Em especial, o consumo de drogas sociais como maconha, cocaína, ecstasy e morfina tem sido tratado de forma diferenciada, com punições mais brandas quando comprovado que não houve busca por vantagem competitiva. Segundo a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), atualmente, 15 atletas estão suspensos em definitivo e 16 cumprem suspensão provisória em diferentes modalidades esportivas. O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD-AD), João Antonio de Albuquerque e Souza, explica que essa mudança ganhou corpo com a revisão do Código Mundial Antidopagem, aprovada em 2021 e em vigor desde 2022, incorporada também pelo Código Brasileiro Antidopagem (CBA). “A última alteração criou a categoria das substâncias de abuso. São apenas quatro: cocaína, morfina, êxtase e o THC, presente na maconha. O período de suspensão é de três meses, podendo cair para um mês, o que representa um tratamento muito mais brando”. De acordo com Souza, a mudança é fruto da constatação de que o uso dessas drogas dificilmente está relacionado a ganho competitivo. “Via de regra, o atleta que utiliza substâncias de abuso não está querendo uma vantagem. Já com esteroides anabolizantes, por exemplo, há clara intenção de adquirir superioridade em relação aos adversários”. Humanização e saúde pública A introdução do artigo 119 do CBA reforça uma abordagem mais humana e próxima da realidade social brasileira, afirma Souza. “O tratamento é mais humano porque entendemos que, muitas vezes, o atleta não busca vantagem, mas sofre com um problema de dependência química. Nesse caso, estamos diante de uma questão de saúde pública. Punir com dois ou quatro anos pode significar o fim da carreira, a perda de contratos e até levar o atleta à depressão, agravando ainda mais a situação”. “Essa diferenciação permite em que situações no qual o atleta reconhece o uso e adere a um programa de tratamento, a suspensão seja reduzida a apenas 30 dias. É uma medida que estimula a recuperação, e não apenas a punição”, acrescenta. Casos emblemáticos O debate sobre drogas sociais no esporte não é exclusivo do Brasil. O presidente do TJD-AD lembra de exemplos internacionais que marcaram a história do antidoping. “O caso do Paolo Guerrero em 2017, ilustra bem como a mudança no código impacta. Ele cumpriu um período de suspensão elevado por uso de cocaína. Se fosse hoje, a pena seria muito menor”. Outro ícone do esporte, o ex-nadador Michael Phelps, também enfrentou punições relacionadas ao uso de maconha. Em ligas como a NBA, a droga está fora da lista de substâncias proibidas desde 2023. “A NBA não legalizou a maconha. O que fez foi parar de procurar a substância nos testes. Na minha visão, isso não é positivo, porque o atleta é um ídolo social e sua imagem deve estar vinculada a hábitos saudáveis”, analisa Souza. Entre punição e educação Apesar dos avanços, o presidente do TJD-AD avalia que ainda há um longo caminho a percorrer. “O Brasil está se transformando numa potência olímpica, mas ainda não está totalmente preparado para lidar com essa estrutura. É preciso avançar em educação, prevenção e programas de suporte aos atletas”. Para Souza, o equilíbrio está na diferenciação entre quem busca vantagem competitiva e quem enfrenta problemas sociais. “A principal forma de equilibrar é aplicar punições mais rigorosas aos que trapaceiam e penas reduzidas para aqueles que têm um problema de dependência. Essa diferenciação é clara no código atual e precisa ser valorizada”, conclui.
Seis regionais de BH tem o Bora Jogar + Basquete

Promover a prática do basquete, treinamento em quadra, exercícios de força, preparo físico, base teórica das técnicas e regras da modalidade esportiva são os objetivos do projeto Bora Jogar + Basquete realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). Atualmente, as atividades acontecem em seis das nove regionais da cidade: Venda Nova, Norte, Pampulha, Oeste, Centro-Sul e Nordeste. Voltado para adolescentes, com idade entre 12 e 17 anos, as aulas são ministradas por professores preparados e específicos de basquete que atendem, duas vezes por semana, 150 jovens, ao todo. Cada escolinha é composta por uma equipe profissional formada por um coordenador-geral, três professores de educação física e três estagiários. “A prática esportiva e de lazer oferece a todos os envolvidos a oportunidade do aprendizado e cultivo de valores fundamentais não só para a prática esportiva e de lazer, mas para todas as áreas da nossa vida: respeito, cooperação, liderança, responsabilidade, entre outras. O projeto contribui para o desenvolvimento dos beneficiados como jogadores de basquete, mas, sobretudo, permite o desenvolvimento de valores educativos e a formação moral dos jovens”, afirma Rodrigo Gavioli, coordenador do setor de Programas e Projetos da Diretoria de Formação Esportiva da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel). O analista de Políticas Públicas da Smel e coordenador do projeto, José Eduardo Rangel, explica que a ideia do Bora Jogar + Basquete surgiu em 2022. “A partir da iniciativa da Smel de democratizar e ampliar o acesso a uma variedade de modalidades esportivas e atividades de lazer. Essa atuação diversificada garante que diferentes públicos tenham oportunidades de vivenciar práticas que contribuam para a saúde física e mental, inclusão social, convivência comunitária e formação cidadã”. “O projeto tem impactado a vida dos adolescentes no desenvolvimento da aptidão física; desenvolvimento de qualidades sociais e morais dos adolescentes (espírito colaborativo, competitivo, capacidade de assimilar derrotas e vitórias, respeito às regras); estimular a incorporação de práticas esportivas no dia a dia, garantindo uma vida mais saudável e de melhor qualidade”, acrescenta. Ele pontua que o programa é realizado a partir da Lei de Incentivo Estadual, com patrocínio da AMA/Ambev. “E que a escolha das regionais se deu a partir de critérios técnicos e a ampliação da proposta para outras regiões depende diretamente da captação de recursos por meio dos mecanismos das leis de incentivo”. Inscrições Rangel ressalta que para participar do Bora Jogar + Basquete, os critérios adotados para preenchimento das vagas são a ordem de inscrição e comprovante de matrícula. “Além disso, há prioridade nos seguintes casos: alunos matriculados na rede pública municipal de ensino; na rede pública estadual/federal de ensino; e bolsistas de escola particulares”. As inscrições podem ser feitas diretamente em cada núcleo, destaca o coordenador. “Importante ressaltar que é necessário que o responsável (maior de idade) pelo jovem leve um xerox tanto da própria identidade quanto do aluno, além de um comprovante de matrícula do adolescente”. Programação Segundas e quartas-feiras:Centro-SulQuadra da Barragem Santa LúciaAvenida Arthur Bernardes, 2.80116h às 17h (12 a 14 anos)17h às 18h (15 a 17 anos) OesteQuadra da Praça do SerenoPraça do Sereno, 2.42516h às 17h (12 a 14 anos)17h às 18h (15 a 17 anos) PampulhaQuadra da Comunidade DandaraAvenida Dandara, 1217h30 às 18h30 (12 a 14 anos)18h30 às 19h30 (15 a 17 anos) NortePraça Candido PortinariRua Ministro Oswaldo Aranha, 34517h30 às 18h30 (12 a 14 anos)18h30 às 19h30 (15 a 17 anos) Terças e quintas-feiras:NordesteQuadra de Esportes Professor Marcus MazzoniRua Professor Amedee Peret, 39016h às 17h (12 a 14 anos)17h às 18h (15 a 17 anos) Venda NovaQuadra da Praça João José de AraújoRua Wilson Abrão Abdo, 3015h às 16h (12 a 14 anos)16h às 17h (15 a 17 anos)
Calistenia: força, equilíbrio e saúde com o peso do corpo

Na era dos aplicativos de treino e das academias 24 horas, uma prática antiga ressurge com força total nas praças e parques de cidades por todo o mundo: a calistenia. Ela utiliza o próprio corpo como instrumento de treinamento físico, sem halteres, sem esteiras, sem aparelhos eletrônicos. Baseada em movimentos naturais como flexões, barras, agachamentos e abdominais, a prática busca desenvolver força, equilíbrio, mobilidade, coordenação e consciência corporal, aliando saúde física e mental em um único sistema. Segundo o educador físico e especialista em treinamento funcional, Ricardo Menezes, as pessoas estão buscando mais autonomia para cuidar da própria saúde. “A calistenia é democrática, acessível e pode ser feita praticamente em qualquer lugar. Além disso, promove um fortalecimento completo do corpo, com baixo risco de lesão se bem orientada”. Mais do que ganhos físicos, os benefícios da calistenia também se estendem à saúde mental. Menezes destaca o impacto positivo da prática regular sobre o humor e a autoestima. “O exercício exige concentração, foco e paciência para evoluir nos movimentos. A prática ajuda a reduzir a ansiedade e melhora a autopercepção corporal, algo essencial em tempos de hiperconectividade e distorções de imagem corporal”. Uma das grandes vantagens da calistenia é sua versatilidade. Ao contrário do que muitos pensam, não é preciso já ter um físico preparado ou ser jovem para iniciar. “A calistenia pode e deve ser adaptada ao nível de cada pessoa. Temos idosos que começam com movimentos básicos, como sentar e levantar de uma cadeira ou segurar posições em isometria. E atletas avançados que desafiam a gravidade com movimentos que mais parecem acrobacias”, garante o profissional. Pessoas com sobrepeso, sedentarismo prolongado ou lesões anteriores também podem se beneficiar da calistenia, desde que com a devida supervisão, alerta Menezes. “O primeiro passo é avaliar a mobilidade e a força inicial do aluno. A progressão é feita de forma gradual e respeitando os limites do corpo, sendo possível ver avanços incríveis em poucas semanas”. O estudante de engenharia Lucas Freitas, de 23 anos, encontrou na calistenia uma forma de superar um quadro de depressão leve. “Comecei por vídeos na internet, copiando treinos simples em casa. Aos poucos, fui percebendo não só mudanças no meu físico, mas principalmente na minha disposição e clareza mental. Hoje treino todos os dias e posso dizer que salvou minha saúde física e mental”. Para quem deseja se iniciar na calistenia, a dica é começar devagar, com movimentos fundamentais que trabalham grandes grupos musculares. Flexões de braço, agachamentos livres, pranchas abdominais e barras são a base de qualquer treino. A partir deles, novas variações e desafios vão sendo incorporados. Para Menezes, o segredo está na consistência e na paciência. “Muita gente quer pular etapas e acaba se frustrando. “O progresso é um processo e cada pequena conquista deve ser comemorada. Uma repetição a mais, uma posição que antes parecia impossível. É transformador”. Ele ressalta ainda que, apesar de muitos treinos estarem disponíveis on-line, o ideal é ter algum acompanhamento inicial. “Nem sempre o que serve para um influenciador vai funcionar para você. Buscar orientação é um investimento que evita lesões e acelera os resultados”. Um dos maiores atrativos da calistenia é que o exercício exige pouco ou nenhum equipamento. Um espaço livre no chão, uma barra fixa e talvez uma paralela são mais do que suficientes para uma rotina completa de treinos. Muitos praticantes utilizam bancos de praça, escadas ou mesmo brinquedos de playground como ferramentas improvisadas. “Embora tenha ganhado popularidade, principalmente nas redes sociais, a calistenia está longe de ser apenas uma tendência passageira. Seus princípios básicos (autocontrole, progressão, consciência corporal e respeito aos limites do corpo) garantem que a prática se mantenha relevante”, conclui.
CONAFUT Summit debate futuro do futebol nacional

Pela primeira vez fora de São Paulo, um dos principais eventos da indústria do futebol brasileiro, o CONAFUT Summit, terá uma edição especial em Belo Horizonte. O encontro acontecerá nos dias 7 e 8 de agosto de 2025, no Estádio Mineirão, e reunirá líderes, especialistas, executivos e representantes dos principais clubes e instituições do futebol nacional. A iniciativa marca um novo momento da conferência, com um formato mais enxuto e itinerante, que permitirá sua realização em outras capitais brasileiras a cada dois anos. A abertura, no dia 7, será marcada por uma noite exclusiva de networking com convidados especiais, e o dia 8 será dedicado a painéis e palestras com foco em inovação, gestão e desenvolvimento do futebol brasileiro. As inscrições para o evento podem ser feitas no site oficial www.conafut.com.br/summit. Segundo Fernando Trevisan, diretor-geral da Trevisan Escola de Negócios, a escolha da capital mineira não foi por acaso. “A CONAFUT acontece em São Paulo anualmente desde 2017. Criamos um formato chamado CONAFUT Summit que será itinerante. Escolhemos Minas Gerais para ser a casa desta primeira edição por ser fora do eixo Rio-São Paulo. É o estado mais relevante economicamente e mais representativo do futebol nacional, talvez ao lado do Rio Grande do Sul. E nada mais natural do que o evento acontecer no Mineirão, palco histórico da modalidade”. O CONAFUT Summit 2025 abordará temas relevantes para o mercado do futebol, como a saúde financeira dos clubes, a valorização dos estádios como centros de entretenimento, os preparativos para a Copa do Mundo Feminina de 2027 e os desafios da publicidade esportiva em meio ao avanço do setor de apostas. A programação inclui painéis com a participação de nomes de peso, como os CEOs do Palmeiras, América-MG, Atlético-MG, Athletic Club e Cruzeiro, além de representantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), da Liga Forte União (LFU). O novo modelo também tem como objetivo ampliar o alcance e a representatividade do evento. “Apesar da maior parte do público das edições da CONAFUT ser do eixo Rio-São Paulo, um percentual relevante de pessoas vinham de outras praças. Então, a ideia deste novo formato é ir até essas regiões, movimentar a indústria local do futebol e aprofundar nas temáticas mais específicas dali, fazendo um diálogo com os temas nacionais e internacionais”, explica Trevisan. Ele pontua que os debates propostos refletem alguns dos principais desafios do futebol nacional. “O futebol brasileiro vive um paradoxo na questão financeira: os clubes nunca arrecadaram tanto, superando a marca dos R$ 10 bilhões de faturamento, mas também nunca estiveram tão endividados. Isso porque os gastos têm aumentado em uma velocidade superior ao crescimento da receita. Então este é um debate fundamental para a sustentabilidade do setor”. O dirigente também destaca a importância de discutir o crescimento do futebol feminino, em especial com a proximidade da Copa do Mundo de 2027. “É um segmento que vive uma profunda transformação no Brasil. Com a confirmação do país como sede, a modalidade tende a ganhar mais visibilidade, investimento e, principalmente, expectativa. O Campeonato Brasileiro Feminino A1 teve um crescimento de mais de 600% em audiência entre 2020 e 2023, inclusive, teve o Cruzeiro liderando a primeira fase esse ano”. A expectativa de Trevisan é que essa edição amplie o reconhecimento das boas práticas de gestão dos clubes locais. “A CONAFUT Summit em Minas Gerais pretende expandir a visibilidade da importância do Estado para o desenvolvimento do futebol nacional, além de abrir espaço para iniciativas de destaque do interior, como o modelo exitoso de gestão do Athletic e a inovadora parceria do North e o Sicoob Credinor no seu estádio”. “A CONAFUT tem dois objetivos principais. Levar para discussão conteúdos de vanguarda e ser um ponto de encontro da indústria do futebol, tão carente desse tipo de espaço. A ideia do kick-off é ser um momento de fortalecimento de conexões e ampliação do networking entre os membros do setor”, finaliza.