Mateus Simões busca apoio de Cleitinho Azevedo e Nikolas
A recente filiação do deputado estadual Gustavo Valadares no PSD movimentou os bastidores da política mineira, apontando também para a possível filiação à sigla do vice-governador Mateus Simões (Novo). Isso de acordo com entendimentos realizados de maneira super reservada entre interlocutores de Simões e o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. Nos corredores da Assembleia Legislativa, propala-se uma informação indicando a possível atuação do vice-governador na filiação de mais 20 prefeitos ao PSD. Assim, estaria ficando clara a sua pretensão de deixar o Partido Novo para se apoiar em quem tem mais capilaridade pelo interior do Estado. De acordo com dados, o PSD foi o que mais cresceu em número e em qualidade nos últimos anos em Minas. Mateus, governador? Em diálogo com o deputado Antônio Carlos Arantes (PL), Mateus Simões rememora: “a partir de abril vou me tornar governador. Então, podem acreditar que serei candidato à reeleição, pois vou estar no comando do Executivo estadual pelo período de nove meses”. Mesmo sem definir eleitoralmente, por conta de injunções partidárias, Arantes complementa o diálogo com outro comentário: “ele acha que o atual governo mineiro tem tudo para externar a sua competência administrativa, especialmente pelo fato de pagar os funcionários públicos rigorosamente em dia, ao contrário do governo do PT, quando os valores eram parcelados em até três vezes ao mês”. Ainda com relação ao projeto do vice-governador para a peleja de 2026, Simões tem conversado com as principais lideranças de Minas. Neste enorme arco de entendimentos, vê com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) sobre a oportunidade de receber o seu apoio. “O parlamentar precisa fazer parte do meu projeto eleitoral, pois, como serei candidato à reeleição, só tenho condições de ficar no Palácio Tiradentes por quatro anos. Se outro nome for escolhido, como Rodrigo Pacheco (PSD), com certeza serão implementadas condições para tentar ostentar o cargo de chefe do Executivo por oito anos”, observa. Com relação ao senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), e de acordo com informações de jornalistas, já estão sendo entabulados contatos oferecendo ao político a chance de indicar o vice na disputa encabeçada por Mateus Simões. Tadeu, o preferido Outrossim, quando o assunto se refere à candidatura do senador Rodrigo Pacheco, a atenção fica por conta do seu companheiro de chapa, quando sempre se especula o nome do presidente da Assembleia Legislativa, Tadeu Leite (MDB). Ele tem bom trânsito com vários grupos políticos e parlamentares do Estado, além de contar com uma boa aproximação com o Palácio do Planalto. Com isso, pode até vingar a tese de a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), aceitar o desafio para disputar o Senado, mesmo sem uma aliança formal com o grupo. A essas alturas dos acontecimentos, o dilema do senador Rodrigo Pacheco seria em relação ao seu partido, o aludido PSD, cobiçado por outras forças políticas mineiras no caminho da sucessão estadual.
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