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Prefeitos das sete maiores cidades do estado podem concorrer à reeleição

Nas sete maiores cidades mineiras, os atuais prefeitos estão habilitados a disputar à reeleição. Alguns estão confiantes e revelam disposição para serem avaliados, mais uma vez, pelos eleitores no próximo ano, já outros não se posicionam de maneira tão contundente sobre o tema, como é o caso do prefeito de Betim, Vittorio Medioli (PHS). Por enquanto, ele não debate o assunto, mas não se furta em ouvir as demandas relativas às políticas estadual e nacional.

Maiores municípios
Os maiores municípios do estado, provavelmente, continuarão sendo dirigidos pelos atuais mandatários. Este pode ser o caso de Belo Horizonte. O atual prefeito Alexandre Kalil (PSD) nutre de boa popularidade e, se o pleito fosse em outubro, estaria reeleito com facilidade. Pelo menos é o que revelam as pesquisas que circulam de maneira restrita nos bastidores da política da capital.

Uberlândia é habitada por 691 mil pessoas e se credencia como um município no qual o segundo turno é obrigatório. A cidade é administrada por Odelmo Leão (PP), empresário de sucesso e que se gaba de nunca ter perdido uma eleição. Ele já foi presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Sindicato Rural de Uberlândia, secretário de Estado da Agricultura, deputado federal por várias legislaturas e, agora, prefeito.

De acordo com dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), Contagem é o terceiro maior colégio eleitoral mineiro. O atual prefeito Alex de Freitas, assim como Medioli, não discute às eleições municipais. Independente disso, ele tem feito o dever de casa, já que entregou um robusto pacote de obras este ano e têm muitas outras delineadas para 2020.

Sempre que é indagado sobre uma possível reeleição, o tucano Antônio Almas, de Juiz de Fora, responde de pronto: “O grupo político ao qual pertenço é quem vai me ajudar a definir os passos nesta direção. Vamos deixar os fatos acontecerem no próximo ano”. Mas, não se enganem, a sucessão na Manchester Mineira promete muitas emoções.
No poder, em substituição a Bruno Siqueira (MDB), ele vem se destacando como um administrador centrado e que mantem os compromissos financeiros em dia, mesmo diante da crise econômica.

A Prefeitura de Montes Claros, sempre em destaque pelo seu endividamento histórico, está agora com cerca de R$ 200 milhões em caixa para realizar obras de melhorias no município. Ou seja, se for do interesse do prefeito Humberto Souto (Cidadania) caminhar para a reeleição, certamente, a vitória é quase certa. Por lá, a situação parece tão definida que Souto não tem um adversário competitivo no momento.

Nos meandros políticos ninguém confirma a intenção do ex-prefeito Sebastião Quintão (MDB) em se candidatar a Prefeitura de Ipatinga, como foi propalado até o meio do ano. Desse modo, o caminho fica livre para uma possível candidatura à reeleição do atual prefeito Nardyello Rocha (MDB).