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Quem sabe, sabe


PROIBIÇÃO DE TATUAGEM EM ANIMAIS

Basta fazer uma rápida busca na internet para encontrar uma série de declarações polêmicas do ministro da Economia, Paulo Guedes. É raro uma semana em que ele não entra em atrito com figuras do alto escalão do governo. O alvo desta semana foi o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, no qual Guedes chamou de “astronauta burro”, que vive no “espaço” e não entende nada de gestão. Anteriormente, tinha falado mal da primeira-dama francesa, de servidores públicos e se referiu a viagens de empregadas domésticas à Disney. É um ministro fragilizado, que prometeu mundos e fundos no início do governo Bolsonaro, e sua gestão ministerial é um desastre: desemprego recorde, volta da inflação, recessão e a população enfrentando sérias dificuldades, inclusive para se alimentar e pagar suas contas.

CANAL ABERTO

Impasse sobre ensino presencial segue em Minas Gerais. A obrigatoriedade de que todos os alunos das escolas de Minas Gerais devem voltar às atividades presenciais têm gerado muita discussão e dúvidas. Será que estudantes das instituições municipais e particulares também devem voltar? Apesar de determinação da Secretaria de Estado de Saúde (SES) para volta obrigatória, os municípios terão a autonomia para esse retorno. Após a Saúde estadual anunciar o novo protocolo sanitário, a ocupação de 100% das escolas parece que está longe de acontecer. A Prefeitura de BH informou que continuará seguindo para sua rede o estabelecido pela Portaria Municipal 539/2021, publicada no início do mês. O documento garante o ensino remoto aos estudantes cujas famílias não se sentem seguras para mandar os filhos para a escola. Já o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG) apoiou a decisão da Secretaria de Estado de Saúde. São os pais ou responsáveis que devem decidir pelo ensino remoto ou presencial neste momento.

Brasileiros mentem em seus currículos. Mentir no currículo, a exemplo do que fez um postulante a um cargo no governo Bolsonaro, é uma prática generalizada no Brasil. Pouco tempo após sua nomeação como ministro da Educação, duas instituições onde Carlos Alberto Decotelli disse ter concluído seu doutorado e pós-doutorado desmentiram as informações do seu currículo. Nem chegou a assumir o cargo. Segundo uma consultoria voltada a executivos, três em cada quatro brasileiros mentem em seus currículos. As mentiras mais comuns são em relação ao salário anterior, habilidades pessoais e fluência em inglês. Não é crime mentir no currículo, mas isso pode quebrar a confiança entre o profissional e a empresa, além de “queimar” a imagem no mercado de trabalho

Brasileiros mentem em seus currículos. Mentir no currículo, a exemplo do que fez um postulante a um cargo no governo Bolsonaro, é uma prática generalizada no Brasil. Pouco tempo após sua nomeação como ministro da Educação, duas instituições onde Carlos Alberto Decotelli disse ter concluído seu doutorado e pós-doutorado desmentiram as informações do seu currículo. Nem chegou a assumir o cargo. Segundo uma consultoria voltada a executivos, três em cada quatro brasileiros mentem em seus currículos. As mentiras mais comuns são em relação ao salário anterior, habilidades pessoais e fluência em inglês. Não é crime mentir no currículo, mas isso pode quebrar a confiança entre o profissional e a empresa, além de “queimar” a imagem no mercado de trabalho