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Acir Antão

Na foto: A jornalista Luisa de Marilac, diretora de comunicação da Assembleia Legislativa, cuja Casa tem o comando do presidente Agostinho Patrus. Eis uma comunicadora de competência comprovada

PARA ONDE FOI A CREDIBILIDADE DA ANVISA? – Depois que o presidente Jair Bolsonaro comemorou a suspensão dos testes da Coronavac, feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de maneira atabalhoada, o órgão ficou com sua imagem arranhada. Ainda na quarta, depois da celeuma que se criou em torno do assunto e com as reclamações do Instituto Butantan, a própria Anvisa veio a público para informar que estava autorizando a continuação dos testes da vacina chinesa que vai ser produzida no Brasil. O assunto motivou questionamento do Supremo Tribunal Federal e do próprio Congresso nacional. A Anvisa sabia que o chamado “evento adverso grave” nada tinha a ver com o imunizante. Ficou mal para a agência e pior ainda para Bolsonaro, que mais uma vez destilou seu ódio ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

DESPENCOU – Os candidatos apoiados pelo presidente Bolsonaro despencaram nas pesquisas em todo o país. Celso Russomanno (Republicanos) em São Paulo que o diga. Também o bispo Marcelo Crivella (Republicanos), no Rio de Janeiro, piorou seus números depois que o Bolsonaro o apoiou oficialmente. Aqui, em Belo Horizonte, os dois postulantes que usaram a família do presidente na campanha ficaram nas piores posições.

O PRESIDENTE SAIU PERDENDO – Até mesmo os apoiadores do presidente, que sempre aplaudem todos os seus atos, ficaram decepcionados com a comemoração dele quando a Anvisa suspendeu os testes da Coronavac. Neste momento que ainda vivemos a pandemia de COVID-19, nada é mais desejado que uma vacina que possa imunizar o povo brasileiro. Seja chinesa, brasileira, inglesa, alemã ou norte-americana. Quando o presidente torce contra um imunizante, ele está indo contra o esforço da ciência em resolver o problema o mais rápido possível.

DA COCHEIRA

O papo do Café Nice é interessante: outro dia um filho de libanês dizia em alto e bom som que a chapa dos Patrícios, também chamada chapa do Quibe, é a vitoriosa em Belo Horizonte: Alexandre Kalil (PSD) e Fuad Noman. E os Patrícios aplaudiram.

A campanha de Kalil não ignorou completamente os adversários. Tem gente anotando as boas ideias surgidas durante o debate eleitoral e elas podem aparecer com outros nomes durante o novo mandato do atual prefeito da capital mineira.

Os eleitores de BH sentiram a falta de Aécio Neves na campanha política deste ano em Minas. Ele não se comprometeu com ninguém em cidade nenhuma. Nem mesmo a candidata do PSDB na capital mineira recebeu afagos do antes grande líder.

ANIVERSARIANTES

Domingo, dia 15 de novembro
Educadora Marília Sarti
Walmir Moura Soares
Maria Helena Castro

Segunda-feira, 16
Eliseu Soares
Edmundo Pé de Alface – Feira dos Produtores

Terça-feira, 17
Marilene Cunha
Enedir Barcelos

Quarta-feira, 18
Luiz Carlos Gambodgi
Coronel Mário Lúcio Cançado

Quinta-feira, 19
Sra. Maria Izabel Castro e Silva – esposa de Roberto Elísio
Ex-deputado Edson Soares

Sexta-feira, 20
Walfrido dos Mares Guia
Coronel José Eustáquio Natal

Sábado, 21
Ex-deputado Tiago Ulisses
Coronel Aníbal Fonseca

A todos, os nossos parabéns!

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