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Eleição agita a Câmara de Vereadores e a CDL/BH

Crédito: Foto montagem

Possivelmente antes da virada do ano, os 12 vereadores de Belo Horizonte que fazem oposição ao prefeito Alexandre Kalil (PHS) tenham minimizado seus discursos. Aliás, essas críticas foram externadas, inclusive, horas seguintes ao anúncio do resultado da eleição que consagrou a vereadora Nely Aquino (PRTB) como presidente da Casa no 1º turno.

Esse raciocínio pode ser fundamentado no fato de que o chefe do Executivo municipal só se envolveu na eleição da Câmara depois de ter sido demandado por vários vereadores, incluindo seu líder na Casa, Léo Burguês (PSL), e também o experiente vereador Preto (DEM). Ambos atuaram nos bastidores no sentido de evitar que os candidatos mais incisivos contra a administração de Kalil conquistassem êxito.

Até mesmo o reticente atual presidente da Casa, o tucano Henrique Braga, foi um dos ratificadores dos nomes da futura mesa diretora. Segundo ele, são parlamentares de bom senso e harmonia. Além disso, ele não se importou com o fato da futura dirigente ser uma vereadora sem tanta experiência para desempenhar atividades impostas para o posto.

Sabidamente e como propalado está em jogo a sucessão de 2020, alguns dos candidatos derrotados entraram na disputa pela direção da Câmara sabendo da dificuldade de uma consagração, mas, apesar disso, aproveitariam para colocar seus nomes em evidência. De olho, é claro, em suas próprias reeleições, além de tentarem sinalizar algum tipo de dificuldade na vida do prefeito Kalil do ponto de vista político. A sucessão para a Prefeitura de Belo Horizonte acontecerá daqui exatos 2 anos, mas os bastidores dessa realidade já estão sendo levado a efeito desde agora.

Eleição na CDL/BH

A semana foi de intensa movimentação, pois além do pleito realizado no âmbito da Câmara Municipal, entre os empresários registrou-se a reunião para a escolha dos membros da diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) e coube ao administrador de empresas e empresário Marcelo de Souza o cargo de presidente da entidade, com mandato de 3 anos. Por lá, não houve disputa, uma vez que a eleição foi de chapa única e tudo aconteceu em um ambiente tranquilo, segundo apurou nossa reportagem.

A CDL/BH é considerada a mais significativa entre todas entidades do Brasil e, segundo o atual presidente, Bruno Falci, o modelo da capital mineira inspira muitos dirigentes das coirmãs pelo país afora.