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Fábio Ramalho pauta segurança pública no interior de Minas

Crédito: Macedo/Câmara dos Deputados

Em novembro do ano passado, a bancada mineira do Congresso Nacional já estava mobilizada com o aumento da violência no Estado, inclusive no interior. Diante disso, na ocasião, houve uma reunião com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, a pedido do vice-presidente da Casa, o deputado Fábio Ramalho (MDB/MG), na qual o ministro confirmou a liberação de R$ 50 milhões para reforçar a segurança pública em Minas Gerais. Desse total, R$ 15 milhões serão investidos no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, beneficiando mais de 70 cidades.


Em Uberaba, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, a cidade irá receber de R$ 3 a R$ 5 milhões para ser investido na Guarda Municipal. “Teremos concurso público para os agentes da guarda municipal e haverá compra de equipamento e treinamento do pessoal”.


Ramalho conta que a verba será utilizada para interligar a área de inteligência das polícias. “Elas serão conectadas para viabilizar uma eficiente comunicação em prol da segurança”.

Em relação a violência, que assola as mais variadas regiões do país, o deputado salienta que é assegurado ao brasileiro o direito a segurança e que é preciso fazer novas legislações. “Sobretudo, é necessário alocar recursos para investir em tecnologia para apoiar o trabalho das polícias”.

Para ele, todas as pautas que visam discutir esse assunto são importantes e imediatas. “O desarmamento, por exemplo, é uma questão a ser debatida. Precisamos de outra legislação que dê a possibilidade para o homem do campo o direito de ter uma arma em sua casa, pois sabemos o quanto é perigoso. Mas ressalto que sou contra as pessoas andarem armadas nas ruas”, esclarece.

Por fim, dentre os projetos que estão em andamento sobre o tema, Ramalho conta que participou de uma reunião com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em defesa da criação do Sistema Integrado de Segurança Pública que será votado em regime de urgência nas duas Casas.