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A sina macabra

Como numa sina macabra, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu Belo Horizonte para encerrar seu périplo pelo nosso Estado. É aquela história que nos persegue: no fundo merecemos tamanho estrupício, pois, afinal, aqui sempre foi uma espécie de segunda casa do indigitado personagem.
Luiz Inácio se parece com aqueles dementes psicopatas que não deixam que suas loucuras sejam eliminadas por um psiquiatra competente.

Loucuras que ele e sua turma promoveram durante seus dois mandatos, mais o tempo em que Dilma permaneceu na presidência até ser defenestrada, resultaram na “quebra” literal do país em nome da sanha comunista.

Hoje, o país passa pela dura tarefa de recolhimento dos cacos econômicos, sociais e políticos da triste era dos governos comuno-petismo.

Como eles nunca desistem, no linguajar do esquerdopata de Garanhüns “a luta continua, companheiros”. E não vai parar tão cedo, pois agora com a utilização das tenebrosas redes sociais, ele passou a dar lições de economia e até de ética. A própria Dilma faz uso das redes para emitir conceitos tortos como é da sua natureza.

Pergunta que não quer calar: tendo como referência a sua incrível dificuldade de se expressar na chamada língua pátria, não é demais pensar que há um sofisticado staff de ghost-writers para tornar inteligíveis as intervenções dela e dele nas redes,

De uma coisa podemos estar certos: a tal luta deles não vai parar nunca porque é um projeto que começou com Stalin e o assassinato de milhões pessoas na Rússia até se espalhar pelo mundo, chegando ao Brasil bem antes do demiurgo de Garanhüns, por meio de golpes contínuos à democracia, principalmente na América Latina, vide Cuba. Tudo em nome do carma da ideologia louca misturada com a esperteza política de enganar a população.

Até quando o Brasil ainda resistirá? É uma questão de difícil resposta. Embora pesquisas realizadas um ano antes das eleições não possam ser levadas a sério, não se pode imaginar o que acontecerá diante da estratégia de negar tudo que fizeram e da persistência demenciada de seguir em frente.

Agora com um arsenal de inteligência midiática, o brasileiro lúcido que vê as mudanças positivas na economia pode mais uma vez não se deixar levar pelo discurso alegórico e vitimizado das esquerdas.

Ocorrendo as desapropriações fundamentais das estatais e que tais, a tendência é que o país, finalmente, saia da fossa em que o afundaram. É preciso cuidado porque é nessa fossa que os esquerdopatas querem que o país e os brasileiros se enterrem.

*Jornalista