Home > Colunas > A caravana da vergonha

A caravana da vergonha

Sem otimismo demasiado, pode-se dizer que a administração Temer vem conseguindo, mesmo aos trancos e barrancos, sinalizar uma recuperação da economia brasileira arrasada ao longo de 13 anos da loucura de dominação do poder pela sanha comuno-petista.

Seguindo a política adotada na Inglaterra nos tempos da primeira ministra Margaret Thatcher, o governo segue na linha da privatização de estatais. Abre, assim, o caminho para o estabelecimento do chamado Estado Mínimo, que representa a esperança de o país poder caminhar em direção inversa ao que se tentava implantar, até que o povo brasileiro saiu às ruas em protesto contra os desmandos do então Governo Dilma, levando-a a ser defenestrada por meio do processo de impeachment.

Esse sinal de esperança de que o país possa entrar no rumo da modernidade econômica e política, contrapõe-se, por exemplo, com o que poderia ser chamado de “Caravana da Vergonha” que leva um condenado a 9 anos e meio de prisão a percorrer a região Norte/Nordeste com suas lorotas que tanto prejuízos ainda causam ao país. Com meia dúzia de “cumpanheiros” pagos por uma merreca de dinheiro e farta distribuição de pão com mortadela, o demiurgo de Garanhuns parece não conseguir mais enganar os brasileiros em geral com aquela sua voz roufenha, metálica e insuportável. Mas como todos de sua seita, Lula nunca cede, nem desiste.

Se não for encarcerado, ele vai continuar “a azucrinar o país com o projeto criminoso de poder que ele e o petismo/comunismo vem tentando impor ao país. A psicopatia deles vem de priscas eras, desde a Rússia de Stalin, que praticamente começou a luta dos companheiros, passando por Fidel Castro et caterva, como faz agora Nicolás Maduro que expõe sinais de demência a cada dia ao se autopromover e acabar com o parlamento venezuelano para levar o seu país não se sabe para onde. Aliás, sobre Stalin recomenda-se a releitura do livro “O Retrato” em que Osvaldo Peralva conta o período de sua vida e ele, como comunista ativista de seu tempo no Brasil, foi à Rússia vivenciar e melhorar seus conhecimentos sobre a experiência pela qual passava aquele país.

Peralva, no livro, nos remete à situação que vivenciamos no período de descalabro do “lulopetismo” tal a loucura na implementação do comunismo pelo carrasco Stalin, que tirou a vida de milhões de pessoas em nome da sua ideologia. Claro que Peralva abandonou o comunismo.

A rejeição à presença de Luiz Inácio e de sua “Caravana da Vergonha” renova o ânimo de que o país precisa tomar o rumo da modernidade política e econômica, se possível com a prisão dele.

*Jornalista – mario.ribeiro@aol.com