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Bem-vindo, 2017

Agora sim, começa a nova temporada de futebol no Brasil. Depois de tantos jogos-treino, exames médicos, testes físicos, vendas e contratações, a bola retoma o seu lugar no trono e o público volta aos estádios.

Estamos na semana dos campeonatos regionais e da Copa do Brasil. A misteriosa Primeira Liga coloca seus times em campo sem mostrar até aqui a que veio. Galo na Libertadores, Cruzeiro na Copa Sul-Americana. O Brasil, em março, recomeça a sua maratona para chegar à Copa da Rússia. Estamos muito perto e com uma seleção mais acreditada, com um comando firme, coerente e bem humorado. Em maio, uma semana depois do Campeonato Mineiro, começa o Brasileirão, que se estica até dezembro e é o sonho de consumo dos 20 times que vão estar em campo.

O lugar do América é na primeira divisão. Com as lições aprendidas na temporada passada, o clube fez uma mea-culpa e o objetivo maior deve ser voltar para onde estava. É muito jogo. Para sonhar com as conquistas, não se pode abrir mão de jogadores qualificados e, acima de tudo, elenco bem definido. Os reforços contratados criaram uma esperança nova na torcida.

O Cruzeiro trocou a quantidade pela qualidade, reforçou a estrutura do Departamento de Futebol e, no último ano do seu mandato, o presidente Gilvan apostou alto. Algumas equipes do interior dão sinais de vida e a qualidade da competição regional certamente vai crescer.

O Atlético ficou no quase em 2016. A saída de Levir e a consequente chegada do Aguirre quebraram uma boa sequência. Marcelo Oliveira chegou com o elenco formado e conviveu com uma série incrível de contusões. Agora, Roger Machado dá as cartas, a diretoria permanece unida e apenas a saída da Adriana Branco pode ser considerada desfalque. A torcida vai fazer a sua a parte. Aliás, ela nunca faltou.